sábado, 27 de junho de 2026

PARA MEDITAR

 

Fonte: https://www.awebic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-4-11.jpg

SESSÃO FOTONOVELA - CONFUSÕES DE AMOR

A fotonovela abaixo pertence à revista Sétimo Céu - Série Amor nr. 114, publicada em julho de 1982.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!



















sexta-feira, 26 de junho de 2026

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista TV Programa nr. 420, publicada em 02 de junho de 1969.
Já o pôster, à revista Contigo nr. 207, publicada em 23/08/76.
Boa diversão!


SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao comentarista esportivo e técnico de futebol João Saldanha. Agora tentem descobrir quem é a garota da foto. Eis algumas pistas:
1) Esta cantora e compositora, ainda viva, nasceu na capital carioca em 1960.
2) É filha de um famoso escritor.
3) Seu primeiro disco foi lançado em 1985.
Boa diversão!

quinta-feira, 25 de junho de 2026

SESSÃO LEITURA - A CLÁUDIO MANUEL DA COSTA - ALVARENGA PEIXOTO

O poema que reproduzimos abaixo é da autoria de Alvarenga Peixoto.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.antoniomiranda.com.br/iberoamerica/brasil/alverenga_peixoto.html.
Boa leitura!

A CLÁUDIO MANUEL DA COSTA

Às margens destas águas silenciosas
Quantas vezes berçaste a alma dorida,
Esfolhando por elas, como rosas,
As suaves ilusões da tua vida!

Vias o doce olhar das amorosas
Refletido na linfa entristecida,
E, ao por do sol da vésperas lutuosas,
Erguer-se o vulto da mulher querida...

Se é tão dolente o Ribeirão do Carmo,
Onde com as mãos proféticas armaste
Os castelos de amor que ora desarmo!

O teu sonho deixaste-o nestas águas...
E hoje, revendo tudo que sonhaste,
Por elas também deixo as minhas mágoas.

Fonte: https://www.antoniomiranda.com.br/iberoamerica/brasil/alverenga_peixoto.html