sábado, 24 de outubro de 2026

PARA MEDITAR

 

Fonte: https://www.frasespequenas.com.br/frases/24000/coragem-e-ser-o-unico-a-saber-que-voce-esta-24463.jpg

SESSÃO FOTONOVELA - UMA LOIRINHA DA PESADA

A fotonovela abaixo pertence à revista Contigo nr. 152, publicada em julho de 1974.

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Boa leitura!

































sexta-feira, 23 de outubro de 2026

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Romântica nr. 176, publicada, provavelmente, em 1974.
Crédito para: https://duronaqueda.blogs.sapo.pt/.
Já o pôster, à revista Contigo nr. 145, publicada, provavelmente, em 1974.
Boa diversão!


Fonte: https://duronaqueda.blogs.sapo.pt/marcos-pauloatordiretor-de-cinema-455681



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao ator e comediante Lúcio Mauro Filho. Agora tentem descobrir quem é a garota da foto. Eis algumas pistas:
1) Esta ex-atriz e ex-apresentadora, ainda viva, nasceu no interior do Rio de Janeiro em 1988.
2) É filha de um ex-piloto de corridas.
3) Estreou como apresentadora na Sportv em 2006 e como atriz em Malhação (2007) na Rede Globo.
Boa diversão!

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

SESSÃO LEITURA - BOM HUMOR - JOÃO DO RIO

O texto abaixo é de autoria de João do Rio.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/jo_o_do_rio/.
Boa leitura!

BOM HUMOR

Sempre que conversamos, ouço-a dizer:
— Mas que bom humor o seu!
Parece que definitivamente o meu bom humor a espanta. Numa terra do spleen solar, da neurastenia generalizada e daquela fúria estática fixada na tela do Latour com nome de inveja, será o bom humor espantoso?
Devo dizer-lhe que o bom humor é uma atitude defensiva muito agradável. Se considerarmos a sério a vida, veremos que ela é uma continua série de amargores, desilusões, contrariedades. Os Goncourt uma vez tomaram o tipo do homem feliz: com renda para não ter preocupações de dinheiro; com um anonimato capaz de lhe dar a ausência de ataques; com o suficiente egoísmo para não amar. E depois disso, mostram como cada hora dessa vida feliz era uma hora cheia de pequenos aborrecimentos e de contrariedades atrozes na sua insignificância: — uma dor no pé, o botão do colarinho que rebenta quando se tem pressa, o chá que está frio quando o queremos quente.
Por essa felicidade medíocre podemos pensar no tormento da vida das pessoas grandemente felizes! O próprio Goncourt que sobreviveu ao irmão, rico com coleções maravilhosas de arte, a glória universal, vivia na saudade do irmão, com uma grave moléstia, e até dias antes de morrer, dois dias antes, recebia cartas anônimas insultandoo! Quem o conta é outro grande infeliz notável, Alphonse Daudet nas Notes sur la vie.
Eu nunca pude pensar numa figura de destaque sem um profundo sentimento de piedade. Dá-me vontade de abraçá-la chorando. E por isso rio e faço frases de bom humor.
Se a mulher é linda e tem recursos, diz-se dela o que não se diz nem de um literato em evidência no Brasil. Ela sofre pela calúnia, pela inveja, pelo que os seus sentimentos possam ter de incompreendidos, pelo receio da beleza das outras. Se a mulher é inteligente, haverá tormento maior?
Com os homens é a mesma coisa. Mais. Há todas as pequenas contrariedades, o amargor de se ver incompreendido, a calúnia, o insulto, o ódio gratuito, e mesmo com muito dinheiro ou muita glória — a imaginação. Pensou algum dia no que seja a imaginação? Adão sabia tanto quanto Deus e os anjos discutiam a sua personalidade com manifesta má vontade. Ele era feliz. E a imaginação fê-lo tocar na árvore proibida. Perdeu-se. Todos nós somos perdidos pela imaginação, isto é, temos a sensação do inatingido, de que falhamos ao nosso ideal, àquilo de que nos julgávamos capazes. Quanto mais inteligente mais sofredor. E nada mais lancinante do que um artista cheio de glória e dinheiro, cumprimentado por uma obra e tendo a certeza que poderia fazê-la muito melhor.
Daí o bom humor como derivativo. Os apólogos e os paradoxos de Oscar Wilde não foram senão uma atitude. As pilhérias elegantes de Eça de Queirós, nunca tiveram outra causa, causa que se pode resumir do seguinte modo: compreensão do próprio sofrimento com pena do gênero humano.
Estou certo de que Rabelais, quando escreveu: le rire est propre de l'homme antecipava apenas o Figaro de Beaumarchais...
Mas decididamente a melancolia é um ar dos livros. Fechemos os livros, para conservar a grande defesa do bom humor que é a aparência da saúde da alma — que ninguém pode ter. Minha cara amiga, riamos. Pelo menos o bom humor permite fazer justiça...

Fonte: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15739/bom-humor.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA INFANTIL - QUINTAL DA CULTURA

Quintal da Cultura foi um programa infantil exibido pela TV Cultura de 18 de abril de 2011 até o presente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 16h45.
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Quintal_da_Cultura.
Boa diversão!

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

SESSÃO SAUDADE - EDSON SILVA

Hoje a homenagem vai para o ator Edson Silva.


Fonte: https://cdn.esbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/edson-silva-ator-dublador-morte-2023-101035.webp

Édson Alves da Silva foi um daqueles artistas que, mesmo longe dos papéis principais, ajudou a construir silenciosamente a história da teledramaturgia brasileira. Nascido em Juiz de Fora, em 1930, Edson chegou ao Rio de Janeiro nos anos 1950 para estudar teatro com Paschoal Carlos Magno, iniciando uma trajetória que atravessaria palcos, cinema, televisão e dublagem.
No teatro, participou de montagens importantes como Sinhá Moça, Lampião e O Auto da Compadecida (1962), ao lado de Agildo Ribeiro e Joana Fomm.  
No cinema, integrou produções como Mineirinho Vivo ou Morto, Carnaval Barra Limpa e Quem Matou Pacífico?.
Sua estreia na televisão aconteceu no programa Teatrinho Trol, e sua primeira novela foi A Última Valsa (1969), onde interpretou Toulouse-Lautrec — gravando cenas de joelhos para simular a baixa estatura do artista francês.
A partir dos anos 1970 e 1980, Edson se tornou aquele rosto conhecido do público, sempre presente, sempre competente, sempre coadjuvante, mas essencial. Participou de novelas como Fogo sobre Terra, Cuca Legal, O Astro, Memórias de Amor, Água Viva, As Três Marias, Terras do Sem-Fim, Sol de Verão, Dona Beija, Mania de Querer, Bebê a Bordo, O Sexo dos Anjos, Rainha da Sucata, Meu Bem, Meu Mal e muitas outras.
Nos anos 1990 e 2000, tornou-se presença constante nas obras de Manoel Carlos, interpretando personagens como: Ramiro, o zelador, em História de Amor (1995); Fonseca, o barbeiro, em Por Amor (1997); Heitor, jardineiro e motorista de Alma (Marieta Severo), em Laços de Família (2000) e Kléber, em Mulheres Apaixonadas (2003).
Edson também teve carreira longa na dublagem, emprestando sua voz a personagens de séries e animações desde os anos 1960.
Seu último trabalho na televisão foi em Senhora do Destino (2004). Em 2005, afastou-se da carreira devido à perda de visão.
Edson Silva faleceu em 10 de outubro de 2026, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.
Edson nunca foi protagonista.
Nunca teve grandes holofotes.
Nunca foi “o nome da novela”.
Mas foi aquele ator que segurava a cena, que dava credibilidade ao momento, que preenchia o quadro com naturalidade.
Um profissional que fez parte da vida de milhões de brasileiros sem que muitos soubessem seu nome — mas todos reconheciam seu rosto.
E é por isso que merece ser lembrado: porque a arte não existe só pelos grandes astros, mas também pelos que constroem o caminho ao lado deles.
Obrigado, Edson Silva, por sua contribuição discreta, constante e valiosa à cultura brasileira!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Edson_Silva_(ator).
Com o objetivo de homenageá-lo reproduzimos uma pequena cena da novela Senhora do Destino (2004) em que contracenou com o ator José Mayer.


Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1671782861247653