quarta-feira, 11 de março de 2026

SESSÃO SAUDADE - DENNIS CARVALHO

A homenagem de hoje vai para o ator e diretor Dennis Carvalho.

Dennis começou como ator ainda jovem e rapidamente se destacou pela intensidade e naturalidade com que construía seus personagens. Em Ídolo de Pano, viveu Jean, um vilão complexo que marcou sua fase na TV Tupi. Em Locomotivas, deu vida ao sensível Netinho, e em Malu Mulher interpretou Pedro, num dos retratos mais humanos e modernos da televisão dos anos 1970.
Esses papéis mostravam sua capacidade de transitar entre o drama, o romance e o conflito psicológico, sempre com profundidade e verdade.
Se como ator ele já era admirado, como diretor se tornou referência absoluta. Sua estreia atrás das câmeras veio em 1977, e a partir daí ele comandou algumas das produções mais importantes da TV brasileira:
Dancin’ Days – um fenômeno cultural que redefiniu o horário nobre.
Vale Tudo – marco da teledramaturgia, onde atuou e dirigiu, ajudando a criar cenas que se tornaram parte da memória coletiva.
Anos Rebeldes – minissérie emblemática sobre o período da ditadura.
Celebridade – um retrato afiado da fama e da mídia.
Lado a Lado – vencedora do Emmy Internacional, consolidando seu prestígio mundial.
Ao todo, dirigiu mais de 40 produções e atuou em 28, números que revelam a dimensão de sua contribuição.
Obrigado, Dennis Carvalho, por provocar tantas emoções ao longo dos anos, atuando e dirigindo!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dennis_Carvalho.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo pequeno trecho de sua participação na novela Ídolo de Pano da Rede Tupi na pele do personagem Jean.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=zQxk9wGsqA8

SESSÃO HUMOR

Na aula de português a professora pergunta a Joãozinho:
- Joãozinho, qual é o tempo da frase "eu cheguei em casa molhado".
Joãozinho responde:
- Tempo chuvoso, professora.

Fonte: https://piadas.biz/de/joaozinho.

terça-feira, 10 de março de 2026

SESSÃO REMAKE MUSICAL - NOVA MANHÃ - COLLAB

A canção Nova Manhã, originalmente interpretada por 14 Bis, é apresentada no vídeo abaixo por Collab.
Boa diversão!



LETRA

NOVA MANHÃ

Compositores: Flávio Venturini / Tavinho Moura / Vermelho

Para melhor a gente compreender
O que feriu sem parar e te levou
Nenhum lugar e nada para falar
O que ficou de nós dois não faz sentido

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Era melhor a gente não conhecer
O que passou a chamar felicidade
Nenhum lugar e nada para falar
Do que ficou de nós dois pela cidade

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Era melhor a gente não conhecer
O que passou a chamar felicidade
Nenhum lugar e nada para falar
Do que ficou de nós dois pela cidade

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Já não tem mais jeito
Perdi a razão
Tudo novo corpo livre e sem sono

É como o silêncio
Que veio morar
Nesse quarto corpo livre e sem sono

Já não tem mais jeito
Perdi a razão
Tudo novo corpo livre e sem sono

É como o silêncio
Que veio morar
Nesse quarto corpo livre e sem sono

Fonte: https://www.letras.mus.br/14-bis/43906/

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - NOVA MANHÃ - 14 BIS

A canção Nova Manhã, interpretada por 14 Bis, fez parte da trilha sonora da novela Plumas e Paetês, apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 8 de setembro de 1980 a 25 de abril de 1981.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: https://observatoriodatv.com.br/teledramaturgia/plumas-e-paetes/.
Boa diversão!



LETRA

NOVA MANHÃ

Compositores: Flávio Venturini / Tavinho Moura / Vermelho

Para melhor a gente compreender
O que feriu sem parar e te levou
Nenhum lugar e nada para falar
O que ficou de nós dois não faz sentido

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Era melhor a gente não conhecer
O que passou a chamar felicidade
Nenhum lugar e nada para falar
Do que ficou de nós dois pela cidade

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Era melhor a gente não conhecer
O que passou a chamar felicidade
Nenhum lugar e nada para falar
Do que ficou de nós dois pela cidade

Procurei não pensar
Me tranquei, sem querer
Num lugar que nem sei, solidão

É distante demais
Uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá

Já não tem mais jeito
Perdi a razão
Tudo novo corpo livre e sem sono

É como o silêncio
Que veio morar
Nesse quarto corpo livre e sem sono

Já não tem mais jeito
Perdi a razão
Tudo novo corpo livre e sem sono

É como o silêncio
Que veio morar
Nesse quarto corpo livre e sem sono

Fonte: https://www.letras.mus.br/14-bis/43906/

segunda-feira, 9 de março de 2026

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - ÂNGELA LEAL

A reportagem abaixo foi publicada na revista Sétimo Céu - Série Amor nr. 67, publicada em maio de 1978.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa diversão!

SESSÃO RETRÔ - COMERCIAIS - DROGA RAIA (1989)

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ev4OUzhzUY8&list=PLEb1lb94IcwRKH_xH93Obr94dcynND_3C&index=67

domingo, 8 de março de 2026

PARA MEDITAR

 

Fonte: https://static.mundodasmensagens.com/upload/textos/j/u/juntos-ou-separados-certos-ou-errados-o-que-importa-e-o-valor-int-k1gEn-cxl.jpg