sábado, 30 de maio de 2026

PARA MEDITAR

 

Fonte: https://www.novasfrases.com/wp-content/uploads/2023/05/frase-de-superacao-jpg.webp

SESSÃO FOTONOVELA - DINHEIRO MALDITO

A fotonovela abaixo pertence à revista Desejo nr. 2, publicada, provavelmente, em 1979.
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Boa leitura!










sexta-feira, 29 de maio de 2026

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista TV Intervalo nr. 300, publicada, provavelmente, em 1968.
Já o pôster, à revista Contigo nr. 192, publicada em 1975.
Boa diversão!


Fonte: https://revistamelodias.blogspot.com/search/label/REVISTA%20INTERVALO?updated-max=2012-12-17T16:38:00-08:00&max-results=20&start=7&by-date=false

SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao ator e apresentador Otaviano Costa. Agora tentem descobrir quem é o garoto da foto. Eis algumas pistas:
1) Este ator, ainda vivo, nasceu na capital carioca em 1978.
2) Sua estreia na televisão foi em Malhação (1997) na Rede Globo.
3) Como ator, participou das telenovelas como: Terra Nostra, O Beijo do Vampiro e América, todas na Rede Globo.
Boa diversão!

quinta-feira, 28 de maio de 2026

SESSÃO LEITURA - MANEQUIM, OSSO E PELE - IVAN LESSA

O texto abaixo é de autoria de Ivan Lessa.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ivan_Lessa.
Boa leitura!

MANEQUIM, OSSO E PELE

Os manequins profissionais não têm cara, são capa; não passeiam, passarelam; não veem, são vistos (e revistos). Vivem um pouco (nem tanto) ‒ uma vida magra de curvas e cheia de ângulos; sérios em sua ambição de confirmar a teoria de que um vestido é feito mais para o osso que para a pele, pulando de uma expressão para outra como se conformados, o dia inteiro, com um metteur-en-scène invisível; possuídos pelos seus próprios corpos, as almas neles envolvidas são donas de alguns ossos e pouco mais.
São uma classe finíssima (no pisar e na translucidez) e unida (como na aderência do osso à pele) de dimensões longilíneas e diapasão esgalgo. Osso e pele, escudo em opostos, são vagos e no entanto determinados, impessoais e mesmo assim únicos; dão a impressão de que, quando despem o Dior ou o Balenciaga, não ficam nus, mas expostos. Não desarrumam, não despenteiam, não perturbam a atmosfera quando cruzam passarelas.
Se você olhar fixo por mais de 30 segundos para o manequim, verá através: a transparência é sua principal dádiva aos homens.
Todos nós existimos em séries. Somos uma porção de meias-horas, duas horas, 24 horas.
Um manequim é feito de segundinhos espaçados, aquela fração que a luz leva para atravessar a objetiva, interromper-se no diafragma e calcar-se no filme do interior da câmera fotográfica. Nesse ventre em negativo celuloide e papel, o manequim sofre o processo químico de sua genealogia (os manequins se reproduzem em todos os climas e condições, bastando haver por perto uma câmera fotográfica). Está preso para sempre no clichê, no off-set, na rotogravura, dentro de um amarelo, entre uma pulseira e um coqueiro, suspenso pelo fio de Helanca, a anunciar, da revista, que a nova moda é esta:
esguiar.
O manequim leva uma bolsa como quem leva uma vida. Na bolsa pode-se encontrar quase tudo de que é feita sua alma: espelho, pó de arroz, endereços antigos, nomes ilegíveis e abreviados, sobrenomes esquecidos.
O manequim, num canto do salão, encontra o outro manequim. Os dois param e, encarando-se, ajeitam o cabelo, dão um retoque nos lábios: exatamente como se diante de um espelho. Têm razão, pois estão.
Mas há mais surpresas no manequim: lá, onde a pele não interessa, descobrimos os ossos mais inesperados, deixados à maneira dos piratas a fim de indicar tesouros escondidos em praias das caraíbas (trecho da prece de um manequim: “... e depois deste osso, e desse e daquele outro, prestai atenção, Senhor, pois ainda há mais ...”).
Mas a cada foto o manequim perde um pouco: um órgão interno utilíssimo, um jeito só seu de reclamar. E leva cada vez menos de si ao amante. Este o recebe com cuidados adiposos e o medo de que ele (além de quebrar) continue com o delírio diáfano de todo
manequim: emagrecer, emagrecer, cada vez mais até que a gravidade perca seu sentido e, na vertical vertiginosa, ascender a todos os céus e ir posar ao lado de todos os anjos.
Soa-me desarmoniosa esta elegância de manequim. Mulher nenhuma tem o direito de sorrir assim, como se tivesse colado grau em sexo. É preciso tropeçar para acertar o passo, despir para vestir. Falta, em alguma parte do manequim, um elemento de colesterol, um salto quebrado, erro, imprecisão, excesso de proteína, para que eu possa me reconciliar com a noção de que nem sempre toda boniteza quer dizer delicadeza.

Fonte: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12769/manequim-osso-e-pele.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA DE AUDITÓRIO - ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES (2012)

Encontro com Fátima Bernardes foi um programa de auditório apresentado pela Rede Globo entre 25 de junho de 2012 e 1º de julho de 2022.
O programa era exibido de segunda a sexta-feira, nas manhãs da TV Globo. Ele ia ao ar logo após o Mais Você (por volta das 10h30 ou 10h45, dependendo da grade local) e contava com a apresentação de Fátima Bernardes.
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://tvglobo.fandom.com/pt-br/wiki/Encontro_com_F%C3%A1tima_Bernardes.
Boa diversão!

quarta-feira, 27 de maio de 2026

SESSÃO SAUDADE - MIGUEL MAGNO

A homenagem de hoje vai para o ator e diretor Miguel Magno.

Ele foi um artista de sensibilidade rara, dono de uma inteligência cênica que transformava qualquer personagem em algo vivo, humano e inesquecível. Sua versatilidade era sua assinatura: transitava entre o humor e a delicadeza com uma naturalidade que poucos dominam. Tinha um olhar generoso sobre o mundo e uma capacidade ímpar de revelar, através da arte, nuances profundas do cotidiano.
Entre seus trabalhos mais marcantes estão as peças do grupo Os Satyros, do qual foi cofundador, e sua atuação brilhante em Quem Tem Medo de Itália Fausta?, onde interpretou personagens femininas com respeito, graça e profundidade — algo que se tornou um marco de sua carreira. Na televisão, conquistou o público em novelas como A Lua Me Disse, Ti Ti Ti e A Vida da Gente, sempre trazendo humor refinado e humanidade às telas.
Miguel Magno permanece como referência de talento, coragem artística e sensibilidade.
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Magno.
Obrigado, Miguel Magno, por lembrar-nos que a arte pode ser leve, crítica, afetuosa e transformadora ao mesmo tempo.
Descanse em paz!
Com o objetivo de homenageá-lo reproduzimos pequeno trecho de sua participação na novela Top Model (1989) da Rede Globo em que contracena com atriz Rita Malot.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=KJtShueucKE