sexta-feira, 21 de agosto de 2026

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista TV Intervalo nr. 300, publicada em 1968.
Crédito para: https://revistamelodias.blogspot.com/.
Já o pôster, à revista Amiga - Edição Extra, publicada em 22/03/89.
Crédito para: https://astrosemrevista.blogspot.com.
Boa diversão!


Fonte: https://revistamelodias.blogspot.com/2012/11/revista-intervalo-roberto-carlos.html


Fonte: https://astrosemrevista.blogspot.com/2012/01/dina-sfat-posters.html

SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao cantor e compositor Jão. Agora tentem descobrir quem é o garoto da foto. Eis algumas pistas:
1) Este cantor e compositor, ainda vivo, nasceu na capital paulista em 1970.
2) Ele faz parte de um famoso grupo de rap formado na cidade de São Paulo.
3) Iniciou carreira solo em 2016.
Boa diversão!

SESSÃO LEITURA - TRABALHADORES DE ESTIVA - JOÃO DO RIO

O texto abaixo é de autoria de João do Rio.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/jo_o_do_rio/.
Boa leitura!

TRABALHADORES DE ESTIVA

Às cinco da manhã ouvia-se um grito de máquina rasgando o ar. Já o cais, na claridade pálida da madrugada, regurgitava num vai e vem de carregadores, catraieiros, homens de bote e vagabundos maldormidos à beira dos quiosques. Abriam-se devagar os botequins ainda com os bicos de gás acesos; no interior os caixeiros, preguiçosos, erguiam os braços com bocejos largos. Das ruas que vazavam na calçada rebentada do cais, afluía gente, sem cessar, gente que surgia do nevoeiro, com as mãos nos bolsos, tremendo, gente que se metia pelas bodegas e parava à beira do quiosque numa grande
azáfama. Para o cais da alfândega, ao lado, um grupo de ociosos olhava através das frinchas de um tapume, rindo a perder; um carregador, encostado aos umbrais de uma porta, lia, de óculos, o jornal, e todos gritavam, falavam, riam, agitavam-se na frialdade daquele acordar, enquanto dos botes policrômicos homens de camisa de meia ofereciam, aos berros, um passeiozinho pela baía. Na curva do horizonte o sol de maio punha manchas sangrentas e a luz da manhã abria, como desabrocha um lírio, no céu pálido.
Eu resolvera passar o dia com os trabalhadores da estiva e, naquela confusão, via-os vir chegando a balançar o corpo, com a comida debaixo do braço, muito modestos. Em pouco, a beira do cais ficou coalhada. Durante a última greve, um delegado de polícia dissera-me:
— São criaturas ferozes! Nem a tiro...
Eu via, porém, essas fisionomias resignadas à luz do sol e elas me impressionavam de maneira bem diversa. Homens de excessivo desenvolvimento muscular, eram todos pálidos — de um pálido embaciado como se lhes tivessem pregado à epiderme um papel amarelo, e assim, encolhidos, com as mãos nos bolsos, pareciam um baixo-relevo de desilusão, uma frisa de angústia.
Acerquei-me do primeiro, estendi-lhe a mão:
— Posso ir com vocês, para ver?
Ele estendeu também a mão, mão degenerada pelo trabalho, com as falanges recurvas e a palma calosa e partida.
— Por que não? Vai ver apenas o trabalho — fez com amarga voz.
E quedou-se, outra vez, fumando.
— É agora a partida?
— É.
Entre os botes, dois saveiros enormes, rebocados por uma lancha, esperavam. Metade dos trabalhadores, aos pulos, bruscamente, saltou para os fardos. Saltei também.
Acostumados, indiferentes à travessia, eles sentaram-se calados, a fumar. Um vento frio cortava a baía. Todo um mundo de embarcações movia-se, coalhava o mar, riscava a superfície das ondas; lanchas oficiais em disparada, com a bandeira ao vento; botes, chatas, saveiros, rebocadores. Passamos perto de uma chata parada e inteiramente coberta de oleados. Um homem, no alto, estirou o braço, saudando.
— Quem é aquele?
— É o José. É chateiro-vigia. Passou todo o dia ali para guardar a mercadoria dos patrões. Os ladrões são muitos. Então, fica um responsável por tudo, toda a noite, sem dormir, e ganha seis mil réis. Às vezes, os ladrões atacam os vigias acordados e o homem, só, tem que se defender a revólver.
Civilizado, tive este comentário frio:
— Deve estar com sono, o José.
— Qual! Esse é dos que dobra dias e dias. Com mulher e oito filhos precisa trabalhar. Ah! Meu senhor, há homens, por este mar afora, cujos filhos de seis meses ainda os não conhecem. Saem de madrugada de casa. O José está à espera de que a alfândega tire o termo da carga, que não é estrangeira...
Outras chatas perdiam-se paradas na claridade do sol. Nós passávamos entre as lanchas.
Ao longe, bandos de gaivotas riscavam o azul do céu e o cais dos Mineiros já se perdia distante da névoa vaga. Mas nós avistávamos um outro cais com um armazém ao fundo.
À beira desse cais, saveiros enormes esperavam mercadorias; e, em cima, formando um círculo ininterrupto, homens de braços nus saíam a correr de dentro da casa, atiravam o saco no saveiro, davam a volta à disparada, tornavam a sair a galope com outro saco, sem cessar, contínuos como a correia de uma grande máquina. Eram sessenta, oitenta, cem, talvez duzentos. Não os podia contar. A cara escorrendo suor. Os pobres surgiam do armazém como flechas, como flechas voltavam. Um clamor subia aos céus apregoando o serviço:
— Um, dois, três, vinte e sete; cinco, vinte, dez, trinta!
E a ronda continuava diabólica.
— Aquela gente não cansa?
— Qual! Trabalham assim horas a fio. Cada saco daqueles tem sessenta quilos e para transportá-lo ao saveiro pagam sessenta réis. Alguns pagam menos: dão só trinta réis, mas, assim mesmo, há quem tire dezesseis mil réis por dia.
O trabalho da estiva é complexo, variado; há a estiva da aguardente, do bacalhau, dos cereais, do algodão; cada uma tem os seus servidores, e homens há que só servem a certas e determinadas estivas, sendo por isso apontados.
— É muito — fiz.
— Passam dias, porém, sem ter trabalho e imagine quantas corridas são necessárias para ganhar a quantia fabulosa...
A lancha fizera-se ao largo. Caminhávamos para o poço onde o navio que devia sair naquela noite fundeava, todo de branco. Era o começo do dia. A bordo ficou um terno de homens, e eu com eles. O terno divide-se assim: um no guincho, quatro na embarcação, oito no porão e quatro no convés. Isso quando a carga é seca. Carregava café o vapor.
Logo que o saveiro atracou, eles treparam pelas escadas, rápidos; oito homens desapareceram na fauce aberta do porão, despiram-se, enquanto os outros rodeavam o guincho e as correntes de ferro começavam a ir e vir do porão para o saveiro, do saveiro para o porão, carregadas de sacas de café. Era regular, matemático, a oscilação de um lento e formidável relógio.
Aqueles seres ligavam-se aos guinchos; eram parte da máquina; agiam inconscientemente. Quinze minutos depois de iniciado o trabalho, suavam arrancando as camisas. Só os negros trabalhavam de tamancos. E não falavam, não tinham palavras inúteis. Quando a ruma estava feita, erguiam a cabeça e esperavam a nova carga. Que fazer? Aquilo tinha que ser até às cinco da tarde!
Desci ao porão. Uma atmosfera de caldeira sufocava. Era as correntes caírem do braço de ferro um dos oito homens precipitava-se, alargava-as, os outros puxavam os sacos.
— Eh! Lá!
De novo havia um rolar de ferros no convés, as correntes subiam enquanto eles arrastavam os sacos. Do alto a claridade caía fazendo uma bolha de luz, que se apagava nas trevas dos cantos. E a gente, olhando para cima, via encostados cavalheiros de pijama e bonezinho, com ar de quem descansa do banho a apreciar a faina alheia. Às vezes, as correntes ficavam um pouco alto. Eles agarravam-se às paredes de ferro com os passos vacilantes entre os sacos e, estendendo o tronco nu e suarento, as suas mãos preênseis puxavam a carga em esforços titânicos.
— Eh! Lá!
Na embarcação, fora, os mesmos movimentos, o mesmo gasto de forças e de tal forma regular que em pouco eram movimentos correspondentes, regulados pela trepidação do guincho, os esforços dos que se esfalfavam no porão e dos que se queimavam ao sol.
Até horas tardes da manhã trabalharam assim, indiferentes aos botes, às lanchas, à animação especial do navio. Quando chegou a vez da comida, não se reuniram. Os do porão ficaram por lá mesmo, com a respiração entrecortada, resfolegando, engolindo o pão, sem vontade.
Decerto pela minha face eles compreenderam que eu os deplorava. Vagamente, o primeiro falou; outro disse-me qualquer coisa e eu ouvi as ideias daqueles corpos que o trabalho rebenta. A principal preocupação desses entes são as firmas dos estivadores. Eles as têm de cor, citam de seguida, sem errar uma: Carlos Wallace, Melo e François, Bernardino Correia Albino, Empresa Estivadora, Picasso e C., Romão Conde e C., Wilson, Sons, José Viegas Vaz, Lloyd Brasileiro, Capton Jones. Em cada uma dessas casas o terno varia de número e até de vencimentos, como por exemplo o Lloyd, que paga sempre menos que qualquer outra empresa.
Os homens com quem falava têm uma força de vontade incrível. Fizeram com o próprio esforço uma classe, impuseram-na. Há doze anos não havia malandro que, pegado na Gamboa, não se desse logo como trabalhador de estiva. Nesse tempo não havia a associação, não havia o sentimento de classe e os pobres estrangeiros pegados na Marítima trabalhavam por três mil réis dez horas de sol a sol. Os operários reuniram-se. Depois da revolta, começou a se fazer sentir o elemento brasileiro e, desde então, foi uma longa e pertinaz conquista. Um homem preso, que se diga da estiva, é, horas depois, confrontado com um sócio da União, tem que apresentar o seu recibo de mês. Hoje, estão todos ligados, exercendo uma mútua polícia para a moralização da classe. A União dos Operários Estivadores consegue, com uns estatutos que a defendem habilmente, o seu nobre fim. Os defeitos da raça, as disputas, as rusgas são consideradas penas; a extinção dos tais pequenos roubos, que antigamente eram comuns, merece um cuidado extremado da União, e todos os sócios, tendo como diretores Bento José Machado, Antônio da Cruz, Santos Valença, Mateus do Nascimento, Jerônimo Duval, Miguel Rosso e Ricardo Silva, esforçam-se, estudam, sacrificam-se pelo bem geral.
Que querem eles? Apenas ser considerados homens dignificados pelo esforço e a diminuição das horas de trabalho, para descansar e para viver. Um deles, magro, de barba inculta, partindo um pão empapado de suor que lhe gotejava da fronte, falou-me, num grito de franqueza:
— O problema social não tem razão de ser aqui? Os senhores não sabem que este país é rico, mas que se morre de fome? É mais fácil estoirar um trabalhador que um larápio? O capital está nas mãos de um grupo restrito e há gente demais absolutamente sem trabalho. Não acredite que nos baste o discurso de alguns senhores que querem ser deputados. Vemos claro e, desde que se começa a ver claro, o problema surge complexo e terrível. A greve, o senhor acha que não fizemos bem na greve? Eram nove horas de trabalho. De toda a parte do mundo os embarcadiços diziam que o trabalho da estiva era só de sete!
Fizemos mal? Pois ainda não temos o que desejamos. A máquina, no convés, recomeçara a trabalhar.
— Os patrões não querem saber se ficamos inúteis pelo excesso de serviço. Olhe, vá à Marítima, ao Mercado. Encontrará muitos dos nossos arrebentados, esmolando, apanhando os restos de comida. Quando se aproximam das casas às quais deram toda a vida correm-nos!
Que foi fazer lá? Trabalhou? Pagaram-no; rua! Toda a fraternidade universal se cifra neste horror!
Do alto caíram cinco sacas de café mal presas à corrente. Ele sorriu, amargurado, precipitou-se, e, de novo, ouviu-se o pavor do guincho sacudindo as correntes donde pendiam dezoito homens estrompados. Até a tarde, encostado aos sacos, eu vi encher a vastidão do porão bafos e escuro. Eles não pararam. Quando deu cinco horas um de barba negra tocou-me no braço:
— Por que não se vai?Estão tocando a sineta. Nós ficamos para o serão à noite.... Trabalhar até a meia-noite.
Subi. Os ferros retiniam sempre a música sinistra. Encostados à amurada, damas roçagando sedas e cavalheiros estrangeiros de smoking debochavam, em inglês, as belezas da nossa baía; no bar, literalmente cheio, ao estoirar do champagne, um moço vermelho de álcool e de calor levantava um copo dizendo:
— Saudemos o nosso caro amigo que Paris receberá...
Em derredor do paquete, lanchas, malas, cargas, imprecações, gente querendo empurrar as bagagens, carregadores, assobios, um brouhaha formidável.
Um cavalheiro cheio de brilhantes, no portaló, perguntou-me se eu não vira a Lola. Desci, meti-me num bote, fiz dar a volta para ver mais uma vez aquela morte lenta entre os pesos. A tarde caíra completamente. Ritmados pelo arrastar das correntes, os quatro homens, dirigidos do convés do steamer, carregavam, tiravam sempre de dentro do saveiro mais sacas, sempre sacas, com as mãos disformes, as unhas roxas, suando, arrebentando de fadiga.
Um deles, porém, rapaz, quando o meu bote passava por perto do saveiro, curvou-se, com a fisionomia angustiada, golfando sangue. — Oh! Diabo! — Fez o outro, voltando-se.
— Oh! Diabo! — Fez o outro, voltando-se. — O José que não pode mais.

Fonte: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15654/os-trabalhadores-de-estiva.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA DE VARIEDADES - MULHERES EM DESFILE (1990)

Mulheres em Desfile foi um programa de variedades apresentado pela TV Gazeta entre 1980 e 1991, quando teve seu nome mudado simplesmente para Mulheres.
Nesse período o programa foi apresentado por Ione Borges e Claudete Troiano,
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mulheres_(programa_de_televis%C3%A3o).
Boa diversão!

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

SESSÃO SAUDADE - ELTON MEDEIROS

A homenagem de hoje vai para Elton Medeiros, cantor, compositor e um dos grandes arquitetos da elegância no samba brasileiro.


Fonte: https://dicionariompb.com.br/wp-content/uploads/2021/04/elton-medeiros.jpeg

Elton Medeiros foi, sem dúvida nenhuma, uma das figuras mais importantes do samba de raiz, ao lado de tantos artistas que ajudaram a construir a história desse gênero tão brasileiro. Parceiro de nomes como Paulinho da Viola, Cartola, Nelson Cavaquinho, Mauro Duarte e Zé Keti, ele deixou uma obra marcada pela delicadeza, pela melodia refinada e por uma sensibilidade rara.
Autor de clássicos como “Pressentimento”, “O Sol Nascerá” (com Cartola), “Recomeçar”, “Peito Vazio” e tantos outros, Elton era daqueles compositores que transformavam sentimentos em música com uma naturalidade impressionante. Sua voz serena e seu jeito tranquilo de cantar davam ainda mais força às suas composições, que atravessam gerações.
Além disso, foi figura fundamental no Clube do Samba, movimento que ajudou a preservar e valorizar o samba tradicional em tempos difíceis. Sua contribuição para a memória musical brasileira é imensa e merece ser celebrada sempre.
Obrigado, Elton Medeiros, por sua obra musical maravilhosa!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://dicionariompb.com.br/elton-medeiros. 
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo uma de suas grandes interpretações, do samba Pressentimento, de sua autoria e Hermínio Bello de Carvalho.


 
LETRA
 
PRESSENTIMENTO
 
Compositores: Elton Medeiros / Hermínio Bello de Carvalho
 
ai! ardido peito
quem irá entender o teu segredo?
quem ira pousar em teu destino?
e depois morrer do teu amor?
 
ai! mas quem virá?
me pergunto a toda hora
e a resposta é o silêncio
que atravessa a madrugada
 
vem meu novo amor
vou deixar a casa aberta
já escuto os teus passos
procurando meu abrigo
 
vem, que o sol raiou
os jardins estão florindo
tudo faz pressentimento
que este é o tempo ansiado
de se ter felicidade.
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=6aGiG2EUDBU

SESSÃO HUMOR

Um homem entra no escritório de advocacia.
— Quanto custa uma consulta?
— R$ 1.500 por três perguntas.
— Nossa! Não é caro demais?
— Sim. E qual é a sua terceira pergunta?

Fonte: https://selecoes.ig.com.br/humor/piadas-de-advogado-que-te-farao-gargalhar-vb/.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

SESSÃO REMAKE MUSICAL - BECAUSE YOU LOVED ME - JAC ROSS

A canção Because You Loved Me, que teve como um dos intérpretes Celine Dion, é apresentada no vídeo abaixo por Jac Ross.
Boa diversão!



LETRA

BECAUSE YOU LOVED ME

Composer: Diane Eve Warren

For all those times you stood by me
For all the truth that you made me see
For all the joy you brought to my life
For all the wrong that you made right
For every dream you made come true
For all the love I found in you
I'll be forever thankful baby
You're the one who held me up
Never let me fall
You're the one who saw me through, through it all

You were my strength when I was weak
You were my voice when I couldn't speak
You were my eyes when I couldn't see
You saw the best there was in me
Lifted me up when I couldn't reach
You gave me faith 'cause you believed
I'm everything I am
Because you loved me

You gave me wings and made me fly
You touched my hand I could touch the sky
I lost my faith, you gave it back to me
You said no star was out of reach
You stood by me and I stood tall
I had your love I had it all
I'm grateful for each day you gave me
Maybe I don't know that much
But I know this much is true
I was blessed because I was loved by you

You were my strength when I was weak
You were my voice when I couldn't speak
You were my eyes when I couldn't see
You saw the best there was in me
Lifted me up when I couldn't reach
You gave me faith cause you believed
I'm everything I am
Because you loved me

You were always there for me
The tender wind that carried me
A light in the dark shining your love into my life
You've been my inspiration
Through the lies you were the truth
My world is a better place because of you

You were my strength when I was weak
You were my voice when I couldn't speak
You were my eyes when I couldn't see
You saw the best there was in me
Lifted me up when I couldn't reach
You gave me faith 'cause you believed
I'm everything I am
Because you loved me

TRADUÇÃO

PORQUE VOCÊ ME AMOU

Compositor: Diane Eve Warren

Por todas as vezes que você ficou ao me lado
Por todas as verdades que você me fez ver
Por toda alegria que você trouxe para minha vida
Por todos os erros que você fez tornarem-se certos
Por todos os sonhos que você fez tornarem-se reais
Por todo amor que encontrei em você
Eu serei eternamente grata, baby
Você foi o único que me ajudou a me levantar
Nunca me deixou cair
Você foi o único que me viu através de tudo isto

Você foi a minha força quando estava fraca
Você foi minha voz quando não podia falar
Você foi meus olhos quando não podia ver
Você viu o melhor que estava em mim
Me levantou quando não podia alcançar
Você me deu fé porque você acreditou
Eu sou tudo que sou
Porque você me amou

Você me deu asas e me fez voar
Você tocou minha mão, eu toquei o céu
Eu perdi minha fé, você me trouxe ela de volta
Você disse que nenhuma estrela estava fora de alcance
Você ficou do meu lado, e eu suportei
Eu tive seu amor, eu tive tudo
Eu sou grata por esses dias que você me deu
Talvez eu não saiba muito disso
Mas eu sei que isto é muito verdadeiro
Eu fui abençoada porque eu fui amada por você

Você foi a minha força quando estava fraca
Você foi minha voz quando não podia falar
Você foi meus olhos quando não podia ver
Você viu o melhor que estava em mim
Levantou-me quando não podia alcançar
Você me deu fé porque você acreditou
Eu sou tudo que sou
Porque você me amou

Você esteve sempre aqui por mim
O vento gentil que me carregava
Uma luz no escuro brilhando seu amor na minha vida
Você tem sido minha inspiração
Através das mentiras, você foi a verdade
Meu mundo é um lugar melhor por sua causa

Você foi a minha força quando estava fraca
Você foi minha voz quando não podia falar
Você foi meus olhos quando não podia ver
Você viu o melhor que estava em mim
Me levantou quando não podia alcançar
Você me deu fé porque você acreditou
Eu sou tudo que sou
Porque você me amou

Fonte da letra e tradução: https://www.vagalume.com.br/celine-dion/because-you-loved-me-traducao.html