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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - OSWALDINHO DO ACORDEON

Hoje nossa homenagem vai para Oswaldinho do Acordeon, um dos maiores sanfoneiros da música brasileira e referência na valorização da cultura nordestina.



Fonte: https://cdn.immub.org/artista/artista_10836.jpg

Nascido em 5 de junho de 1954, em Duque de Caxias (RJ), dedicou mais de seis décadas à música, tornando-se reconhecido por seu talento, técnica e criatividade.

Filho de Pedro Sertanejo, Oswaldinho começou a tocar ainda criança e, ao longo da carreira, ajudou a expandir os horizontes do forró ao incorporar influências do jazz, do blues, do rock e da música erudita. Entre suas marcas registradas estão a famosa fusão da 5ª Sinfonia de Beethoven com ritmos nordestinos e a consagrada "Asa Branca in Blues".
Respeitado por músicos e admiradores, participou de centenas de gravações, lançou diversos álbuns e construiu um legado que influenciou gerações de acordeonistas. Sua arte ajudou a levar a sanfona brasileira a novos públicos, dentro e fora do país.
Oswaldinho do Acordeon faleceu em 25 de outubro de 2026, aos 72 anos, deixando uma contribuição inestimável para a música brasileira.
Obrigado, Oswaldinho, por sua dedicação à música, por sua genialidade e por mostrar que a sanfona pode dialogar com todos os estilos sem perder suas raízes.
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldinho_do_Acordeon.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo uma de suas obras mais conhecidas, "Asa Branca in Blues".


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=lh-YtZAmD8s

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

SESSÃO SAUDADE - BENITO DI PAULA

Hoje nossa homenagem vai para Benito di Paula, nome artístico de Uday Vellozo, um dos artistas mais singulares e populares da música brasileira. Nascido em 28 de novembro de 1941, em Nova Friburgo (RJ), Benito construiu uma carreira que atravessou seis décadas, transformando o samba com sua personalidade única, seu piano percussivo e seu romantismo inconfundível.

Benito começou a cantar ainda jovem em hotéis e boates, primeiro no Rio de Janeiro e depois em Santos e São Paulo, onde consolidou seu estilo e sua identidade artística. Seu primeiro álbum saiu em 1971, mas foi em 1973 que o Brasil inteiro passou a reconhecê-lo com o lançamento de “Retalhos de Cetim”, canção que se tornaria um dos maiores clássicos da música nacional.
Ao longo dos anos 1970 e 1980, Benito emplacou sucessos que marcaram gerações, como “Charlie Brown”, “Mulher Brasileira”, “Do Jeito que a Vida Quer”, “Ah! Como Eu Amei”, “Amigo do Sol, Amigo da Lua” e tantos outros. Seu estilo — que misturava samba, bolero, jazz e arranjos românticos — ficou conhecido como samba-joia, embora ele próprio preferisse se definir como sambeiro e pianeiro.
Benito também brilhou na televisão, apresentando o programa Brasil Som 75, na TV Tupi, e tornou-se presença constante em auditórios, palcos e programas de variedades. Seu visual marcante — cabelos longos, bigode, anéis, casacas e colares — ajudou a construir uma imagem que se tornou parte da cultura popular brasileira.
Ao longo da carreira, lançou mais de 35 discos e vendeu mais de 50 milhões de cópias, sendo um dos artistas mais bem-sucedidos da história da música brasileira. Suas composições foram gravadas por nomes como Maria Bethânia, Roberto Carlos, Alcione e Xande de Pilares.
Nos últimos anos, Benito trabalhou ao lado do filho Rodrigo Vellozo, com quem lançou o álbum “O Infalível Zen” em 2021. Em 2025, foi homenageado pela escola de samba Águia de Ouro, que levou sua vida e obra para o Carnaval de São Paulo com o enredo “Em Retalhos de Cetim”.
Benito di Paula faleceu em 18 de outubro de 2026, aos 84 anos, no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, vítima de complicações de um câncer de próstata que enfrentava havia cerca de um ano. Sua morte foi confirmada pela família e amplamente noticiada pela imprensa nacional.
Obrigado, Benito, por ter levado o samba para novos caminhos, por ter emocionado gerações e por ter deixado uma obra que continuará viva enquanto houver música no Brasil!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Benito_di_Paula.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo um de seus grandes sucessos, Retalhos de Cetim.


 
LETRA
 
RETALHO DE CETIM
 
Compositor: Benito di Paula
 
Ensaiei meu samba o ano inteiro
Comprei surdo e tamborim
Gastei tudo em fantasia
Era só o que eu queria
E ela jurou desfilar pra mim
 
Minha escola estava tão bonita
Era tudo o que eu queria ver
Em retalhos de cetim
Eu dormi o ano inteiro
E ela jurou desfilar pra mim
 
Mas chegou o carnaval
E ela não desfilou
Eu chorei na avenida, eu chorei
Não pensei que mentia
A cabrocha que eu tanto amei
 
Minha escola estava tão bonita
Era tudo o que eu queria ver
Em retalhos de cetim
Eu dormi o ano inteiro
E ela jurou desfilar pra mim
 
Mas chegou (chegou) o carnaval (chegou meu carnaval)
E ela não desfilou
Eu chorei na avenida, eu chorei
Não pensei que mentia
A cabrocha que eu tanto amei
 
Mas chegou (chegou) o carnaval (chegou meu carnaval)
E ela (ai, e ela não) não desfilou (não desfilou)
Eu chorei na avenida, eu chorei
Não pensei que mentia
A cabrocha que eu tanto amei
 
Mas chegou (mas chegou) o carnaval (chegou meu carnaval)
E ela (ai, e ela não) não desfilou (não, não desfilou)
Eu chorei na avenida, eu chorei
Não pensei que mentia
A cabrocha que eu tanto amei
 
Fonte: https://www.letras.mus.br/benito-di-paula/44499/

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

SESSÃO SAUDADE - EDSON SILVA

Hoje a homenagem vai para o ator Edson Silva.


Fonte: https://cdn.esbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/edson-silva-ator-dublador-morte-2023-101035.webp

Édson Alves da Silva foi um daqueles artistas que, mesmo longe dos papéis principais, ajudou a construir silenciosamente a história da teledramaturgia brasileira. Nascido em Juiz de Fora, em 1930, Edson chegou ao Rio de Janeiro nos anos 1950 para estudar teatro com Paschoal Carlos Magno, iniciando uma trajetória que atravessaria palcos, cinema, televisão e dublagem.
No teatro, participou de montagens importantes como Sinhá Moça, Lampião e O Auto da Compadecida (1962), ao lado de Agildo Ribeiro e Joana Fomm.  
No cinema, integrou produções como Mineirinho Vivo ou Morto, Carnaval Barra Limpa e Quem Matou Pacífico?.
Sua estreia na televisão aconteceu no programa Teatrinho Trol, e sua primeira novela foi A Última Valsa (1969), onde interpretou Toulouse-Lautrec — gravando cenas de joelhos para simular a baixa estatura do artista francês.
A partir dos anos 1970 e 1980, Edson se tornou aquele rosto conhecido do público, sempre presente, sempre competente, sempre coadjuvante, mas essencial. Participou de novelas como Fogo sobre Terra, Cuca Legal, O Astro, Memórias de Amor, Água Viva, As Três Marias, Terras do Sem-Fim, Sol de Verão, Dona Beija, Mania de Querer, Bebê a Bordo, O Sexo dos Anjos, Rainha da Sucata, Meu Bem, Meu Mal e muitas outras.
Nos anos 1990 e 2000, tornou-se presença constante nas obras de Manoel Carlos, interpretando personagens como: Ramiro, o zelador, em História de Amor (1995); Fonseca, o barbeiro, em Por Amor (1997); Heitor, jardineiro e motorista de Alma (Marieta Severo), em Laços de Família (2000) e Kléber, em Mulheres Apaixonadas (2003).
Edson também teve carreira longa na dublagem, emprestando sua voz a personagens de séries e animações desde os anos 1960.
Seu último trabalho na televisão foi em Senhora do Destino (2004). Em 2005, afastou-se da carreira devido à perda de visão.
Edson Silva faleceu em 10 de outubro de 2026, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.
Edson nunca foi protagonista.
Nunca teve grandes holofotes.
Nunca foi “o nome da novela”.
Mas foi aquele ator que segurava a cena, que dava credibilidade ao momento, que preenchia o quadro com naturalidade.
Um profissional que fez parte da vida de milhões de brasileiros sem que muitos soubessem seu nome — mas todos reconheciam seu rosto.
E é por isso que merece ser lembrado: porque a arte não existe só pelos grandes astros, mas também pelos que constroem o caminho ao lado deles.
Obrigado, Edson Silva, por sua contribuição discreta, constante e valiosa à cultura brasileira!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Edson_Silva_(ator).
Com o objetivo de homenageá-lo reproduzimos uma pequena cena da novela Senhora do Destino (2004) em que contracenou com o ator José Mayer.


Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1671782861247653

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

SESSÃO SAUDADE - FADA SANTORO

Hoje celebramos a memória de Fada Santoro — Mafalda Basílio Monteiro dos Santos — uma das grandes estrelas da era de ouro do cinema brasileiro.


 
Nascida em 1924, no Rio de Janeiro, Fada iniciou sua trajetória artística ainda muito jovem, primeiro como dançarina na Companhia de Alda Garrido e depois como crooner nos elegantes cassinos dos anos 1940.
Sua estreia no cinema ocorreu no final dos anos 1930, mas foi em 1949, interpretando Isaura no filme A Escrava Isaura, que Fada se tornou um fenômeno nacional. Ali nasceu também a parceria cinematográfica com Cyll Farney, com quem estrelou sucessos como Pecado de Nina e Tocaia (1951).
Ao longo das décadas de 1940 e 1950, Fada brilhou nas famosas chanchadas, contracenando com ícones como Oscarito e Grande Otelo, consolidando-se como uma das atrizes mais queridas do público. Seu talento ultrapassou fronteiras: foi convidada para atuar em produções argentinas como La Delatora (1955) e África Ríe (1956).
No final dos anos 1950, após se casar, Fada decidiu se afastar da carreira artística. Seu último trabalho como atriz foi uma participação na novela A Rainha Louca (1967). Em 1975, retornou brevemente para dar um depoimento no documentário Assim Era a Atlântida, revisitando a história da produtora que marcou sua trajetória.
Fada Santoro faleceu em 15 de dezembro de 2024, aos 100 anos, em sua casa no Leme, poucos dias após receber alta de uma internação por Covid-19.
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fada_Santoro.
Obrigado, Fada Santoro, por seu legado que permanece vivo nas telas, na memória afetiva do público e na história do cinema brasileiro!
Descanse em paz!
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos abaixo pequeno trecho de sua participação no filme Barnabé Tu és Meu (1952).


Fonte do fragmento: https://www.youtube.com/watch?v=-3HjBaGOSXY

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

SESSÃO SAUDADE - MARLY BUENO

A homenagem de hoje vai para a atriz Marly Bueno.


Fonte: https://cdn.douradosnews.com.br/img/pc/780/530/dn_noticia/2012/04/4f8700bdbde7ceb24d59480e1c3503528430f84117309.jpg

Marly foi uma das primeiras mulheres a aparecer na TV brasileira, ainda nos anos 1950, e desde então construiu uma carreira que se tornou parte fundamental da história da teledramaturgia nacional. Sua atuação sempre carregou verdade, intensidade e uma capacidade rara de transformar qualquer personagem em alguém vivo, memorável e profundamente humano.
Entre seus trabalhos mais conhecidos, brilhou em novelas que marcaram época, como Quatro por Quatro (1994), interpretando Mônica Sales; História de Amor (1995), como Rafaela Moretti; Laços de Família (2000), vivendo a doce e sensível Olívia; e Mulheres Apaixonadas (2003), no papel de Marta Moretti, personagem que emocionou o público. Também deixou sua marca em Páginas da Vida (2006), como Irmã Maria, e na minissérie Rei Davi (2012), onde interpretou Ainoã com grande força dramática.
No cinema, participou de produções importantes como Entre Mulheres e Espiões, último filme do lendário Oscarito, e esteve ao lado de Anthony Quinn em Oriundi (1999), reforçando sua versatilidade e sua capacidade de transitar entre diferentes linguagens artísticas com naturalidade e brilho próprio.
Seu legado se estende também ao teatro, onde atuou em diversas montagens clássicas e contemporâneas, consolidando-se como uma artista completa, dedicada e apaixonada pela arte de interpretar.
Obrigado, Marly Bueno, por sua contribuição imensa à cultura brasileira!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marly_Bueno.
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos abaixo pequeno da sua participação na novela Mulheres Apaixonadas (2003) da Rede Globo.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=EX1wcx-mu9U&list=PL1DCF48B5271A617D&index=11

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - PÉRICLES FLAVIANO

A homenagem de hoje vai para o humorista e ator Péricles Flaviano.



Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSmvSILa9RprXnpMpHKDHMO6E16KbYQUehn-HW-qsS002TmKQbS3KFlxB0&s=10

Ele construiu uma marcante carreira na comédia que durou entre as décadas de 1980 e 1990, herdando o talento direto do sangue: era filho do lendário comediante Simplício e da atriz Nair Liendo. Péricles teve passagens de muito sucesso no humor em programas como A Vila do Mallandro e, principalmente, no clássico A Praça é Nossa, no SBT.
No campo do cinema e da atuação, alguns trabalhos famosos incluíram participações nos filmes Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (1984) e Festa (1989). Ficou eternamente imortalizado na cultura pop por dar vida ao malandro Pepê, fazendo uma dupla antológica ao lado de José Santa Cruz.
Trabalhou extensamente no teatro e na TV, deixando um legado de carisma e sincronia corporal impecável.
Obrigado, Péricles Flaviano, por seu trabalho tão valioso tanto do ponto de vista de quantidade, quanto de qualidade!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://tvsaudades.com.br/item/2356/pericles-flaviano-80-anos/details?pageType=items.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos um pequeno vídeo em que interpreta o personagem Pepê no programa A Praça é Nossa (1996). No esquete, ele contracena com o saudoso ator José Santa Cruz (Jojoca).


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=w6W9Wskzwtg

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - LUIZ JATOBÁ

A homenagem de hoje vai para o jornalista e locutor Luiz Jatobá.



Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Jatob%C3%A1#/media/Ficheiro:Luiz_Jatob%C3%A1,_sem_data.tif

Ele foi um artista cuja trajetória atravessou décadas e deixou marcas profundas no rádio, na televisão e no cinema brasileiros. Nascido em Maceió, em 1915, ele iniciou sua vida profissional longe dos estúdios — formou-se médico ortopedista — mas logo encontrou na comunicação sua verdadeira vocação. Sua voz grave, imponente e inconfundível o transformaria em um dos maiores locutores da história do país.
Sua carreira ganhou projeção internacional ainda nos anos 1940, quando foi convidado pela CBS, em Nova York, para transmitir notícias da Segunda Guerra Mundial para o público brasileiro. Também se tornou a voz oficial dos trailers da Metro-Goldwyn-Mayer, marcando gerações que frequentavam as salas de cinema. De volta ao Brasil, consolidou-se como um dos principais nomes do rádio, passando pela Rádio Nacional, Rádio Mayrink Veiga, Rádio Jornal do Brasil e pela locução oficial de “A Hora do Brasil”.
Na televisão, Jatobá transitou com naturalidade entre diferentes emissoras e formatos. Na TV Excelsior, assumiu a direção de jornalismo da emissora no Rio de Janeiro e participou de projetos inovadores, como o Jornal de Vanguarda, que revolucionou a linguagem jornalística ao aproximar a televisão da imprensa escrita. Também integrou o telejornal Primeiro Plano, cuja edição de 1967 — preservada por colecionadores — registra sua presença firme, sua dicção impecável e seu domínio absoluto da comunicação televisiva.
Na TV Globo, sua voz se tornou símbolo de credibilidade, elegância e autoridade. Jatobá narrou cinejornais, chamadas, reportagens e especiais, influenciando gerações de locutores e jornalistas. Sua atuação no Canal 100, com a clássica trilha Na Cadência do Samba, permanece como uma das marcas mais fortes da memória audiovisual brasileira.
Luiz Jatobá faleceu em 9 de dezembro de 1982, em Nova York, aos 67 anos, deixando uma legião de admiradores, colegas e amigos que celebram sua generosidade, seu talento e sua contribuição imensa à comunicação brasileira. Sua partida foi amplamente lamentada por nomes do jornalismo e da dramaturgia nacional, que reconheceram nele um profissional completo, dedicado e de sensibilidade rara.
Obrigado, Luiz Jatobá, por enriquecer nossa cultura com sua voz, sua entrega e sua humanidade!
Sua presença permanece viva em cada registro preservado, em cada memória afetiva e em cada profissional que aprendeu a comunicar com verdade e elegância.
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, acesse: https://www.museudatv.com.br/biografia/luiz-jatoba/.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo trecho do telejornal Primeiro Plano, exibido na TV Excelsior em 1965, em que Luiz Jatobá apresenta notícias ao lado de Cid Moreira e Teresinha Mendes — um registro raríssimo e precioso da história da televisão brasileira.


Fonte do fragmento: https://www.youtube.com/watch?v=lrr2kDH1HG4

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - RONEY FACCHINI

O homenageado de hoje é o ator Roney Facchini.



Fonte: https://jb.fm/uploads/noticias/morre-aos-73-anos-roney-facchini-ator-de-ra-tim-bum.png

Ele foi um artista cuja trajetória atravessou décadas e deixou marcas profundas na televisão, no teatro e no cinema brasileiros. Nascido em São Paulo, em 6 de fevereiro de 1953, ele iniciou sua vida profissional longe dos palcos — formou-se em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia Mauá — mas logo encontrou na arte sua verdadeira vocação.
Sua carreira ganhou força a partir dos anos 1980, quando passou a atuar regularmente no teatro, na televisão e no cinema. Na TV Cultura, tornou-se um rosto inesquecível ao interpretar Luís da Silva, o patriarca da família Silva no programa infantil Rá-Tim-Bum (1990–1994), papel que marcou gerações e o consagrou como um intérprete de grande sensibilidade e carisma.
Na televisão, Facchini transitou com naturalidade entre diferentes emissoras e estilos. Na TV Globo, participou de produções como Malhação, A Diarista, Caras & Bocas, Bang Bang, Minha Nada Mole Vida, Pé na Cova e Cheias de Charme, demonstrando versatilidade e domínio da linguagem televisiva. Também integrou elencos no SBT, na Record e na Band, sempre entregando personagens marcantes e cheios de humanidade.
No cinema, deixou sua marca em filmes como Cilada.com (2011), Vai Que Dá Certo (2013), Meu Amigo Hindu (2015) e Polícia Federal: A Lei É Para Todos (2017), ampliando ainda mais seu repertório artístico. Além disso, atuou em mais de 30 peças teatrais e escreveu o monólogo A Alegria do Palhaço, reafirmando sua profunda ligação com os palcos.
Roney Facchini faleceu em 6 de setembro de 2026, aos 73 anos, vítima de um mal súbito, deixando uma legião de admiradores, colegas e amigos que celebram sua generosidade, seu talento e sua contribuição imensa à cultura brasileira. Sua partida foi amplamente lamentada por nomes da dramaturgia nacional, que reconheceram nele um artista completo, dedicado e de sensibilidade rara.
Obrigado, Roney Facchini, por enriquecer nossa cultura com sua arte, sua entrega e sua humanidade! 
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, acesse: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roney_Facchini.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo trecho de vídeo em que faz a leitura da peça “Ao pé do bosque torto” de Dylan Thomas, e tradução do Caetano Galindo, no aniversário da atriz Bete Coelho, no ano passado.

 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4lWMaZtJiqc

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - GRACINDO JÚNIOR

Hoje homenageamos Gracindo Júnior, um dos grandes atores da televisão brasileira, cuja trajetória atravessou mais de cinco décadas. Nascido no Rio de Janeiro, em 1943, ele cresceu cercado pela arte e construiu uma carreira marcada pela versatilidade, pela presença marcante e pela dedicação absoluta ao ofício.
Na TV Globo, brilhou em produções como O Casarão, O Salvador da Pátria e Celebridade, consolidando-se como um intérprete de grande sensibilidade e força dramática. Também deixou sua marca na Record TV, onde participou da superprodução Rei Davi, mostrando sua capacidade de dialogar com diferentes estilos e públicos.
Além de ator, foi diretor e colaborou em programas importantes, incluindo trabalhos com os Trapalhões e produções exibidas no Fantástico, demonstrando domínio completo da linguagem televisiva.
Gracindo Júnior deixa um legado de personagens intensos, profundos e inesquecíveis. Sua trajetória honra a tradição artística de sua família e reafirma seu lugar entre os grandes nomes da dramaturgia nacional.
Obrigado, Gracindo Júnior, por enriquecer nossa cultura com seu talento e sua entrega!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gracindo_J%C3%BAnior.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos pequena cena da novela Mandala (1988) da Rede Globo em que contracena com Carlos Augusto Strazzer.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=XGP5qiLFJ1U

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - GLÓRIA MENEZES

A homenagem de hoje vai para Glória Menezes, uma das maiores atrizes da dramaturgia nacional, cuja carreira atravessa mais de seis décadas e acompanha a própria evolução da televisão brasileira. Nascida Nilcedes Soares de Magalhães, em Pelotas (RS), em 19 de outubro de 1934, Glória ajudou a construir a linguagem da teledramaturgia brasileira desde os primeiros anos da TV Tupi.
Ao longo da carreira, passou por diversas emissoras. Na TV Tupi, onde iniciou sua trajetória no teleteatro, estreou em novelas com “Um Lugar ao Sol” (1959), trabalho que já lhe rendeu reconhecimento. Também atuou em produções como “A Última Valsa” (1960, TV Tupi) e “O Mestiço” (1961, TV Tupi).
Na TV Excelsior, participou de produções históricas, incluindo aquela que é considerada a primeira novela diária da televisão brasileira.
Na TV Globo, onde consolidou sua trajetória a partir de 1967, brilhou em mais de 40 novelas, formando com o marido Tarcísio Meira um dos casais mais icônicos da TV brasileira. Entre suas atuações memoráveis estão: “Sangue e Areia” (1967); “Rosa Rebelde” (1969); “Irmãos Coragem” (1970); “Espelho Mágico” (1977); “Guerra dos Sexos” (1983); “Brega & Chique” (1986); “Rainha da Sucata” (1990), apenas para se mencionar algumas.
Ela deixou um legado imenso na cultura brasileira. Sua carreira foi marcada por personagens de forte personalidade, mulheres que transitavam entre a imponência, a dramaticidade e a complexidade emocional.
Ao lado de Tarcísio Meira, com quem foi casada até o falecimento dele em 2024, formou um casal modelo nas novelas da Globo, protagonizando histórias que marcaram gerações.
Obrigado, Glória Menezes, por sua imensa contribuição à arte brasileira, por sua entrega absoluta a cada personagem e por enriquecer nossa cultura com interpretações que atravessam gerações!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Glória_Menezes.
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos pequeno trecho de sua participação na novela Irmãos Coragem, ao lado do marido Tarcísio Meira.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=RefwR6osqB8

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

SESSÃO SAUDADE - LAURA CARDOSO

A homenagem de hoje vai para Laura Cardoso, uma das maiores atrizes da dramaturgia nacional, cuja carreira atravessa mais de sete décadas e acompanha a própria evolução da televisão brasileira. Desde os primeiros anos da TV Tupi, onde participou de teleteatros e novelas como “Os Miseráveis” (1958, TV Tupi) e “Quando o Amor É Mais Forte” (1964, TV Tupi), Laura ajudou a construir a linguagem da teledramaturgia brasileira. 
Ao longo da carreira, passou por diversas emissoras. Na TV Record, atuou em produções como “As Pupilas do Senhor Reitor” (final dos anos 1960, TV Record) e “Os Deuses Estão Mortos” (início dos anos 1970, TV Record).   
Na TV Bandeirantes, estrelou “Ninho de Serpente” (1982, Band) e “Renúncia” (1982, Band).   
Na TV Cultura, marcou presença no seriado “Mundo da Lua” (1991–1992, TV Cultura) como Dona Lila.   
Também teve passagem pela RecordTV em “Vidas Cruzadas” (2000, RecordTV). 
Na TV Globo, onde consolidou sua trajetória a partir de 1981, brilhou em novelas como “Brilhante” (1981), “Mulheres de Areia” (1993), “A Viagem” (1994), “Explode Coração” (1995), “Chocolate com Pimenta” (2003), “Caminho das Índias” (2009), “Sol Nascente” (2016), “O Outro Lado do Paraíso” (2017) e “A Dona do Pedaço” (2019).
Obrigado, Laura Cardoso, por sua imensa contribuição à arte brasileira, por sua entrega absoluta a cada personagem e por enriquecer nossa cultura com interpretações que atravessam gerações!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Laura_Cardoso.
Entre suas interpretações mais marcantes está a participação na segunda versão da novela “Gabriela” (2012, TV Globo), em que viveu Dona Doroteia Leal, personagem que ela revestiu de imponência, rigor moral e uma dramaticidade que só uma grande atriz é capaz de oferecer. Para celebrá-la, a homenagearemos com um pequeno trecho dessa atuação marcante, destacando sua força e sua contribuição imensa à cultura brasileira.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=7gK_X7Ih5mo

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

SESSÃO SAUDADE - ELTON MEDEIROS

A homenagem de hoje vai para Elton Medeiros, cantor, compositor e um dos grandes arquitetos da elegância no samba brasileiro.


Fonte: https://dicionariompb.com.br/wp-content/uploads/2021/04/elton-medeiros.jpeg

Elton Medeiros foi, sem dúvida nenhuma, uma das figuras mais importantes do samba de raiz, ao lado de tantos artistas que ajudaram a construir a história desse gênero tão brasileiro. Parceiro de nomes como Paulinho da Viola, Cartola, Nelson Cavaquinho, Mauro Duarte e Zé Keti, ele deixou uma obra marcada pela delicadeza, pela melodia refinada e por uma sensibilidade rara.
Autor de clássicos como “Pressentimento”, “O Sol Nascerá” (com Cartola), “Recomeçar”, “Peito Vazio” e tantos outros, Elton era daqueles compositores que transformavam sentimentos em música com uma naturalidade impressionante. Sua voz serena e seu jeito tranquilo de cantar davam ainda mais força às suas composições, que atravessam gerações.
Além disso, foi figura fundamental no Clube do Samba, movimento que ajudou a preservar e valorizar o samba tradicional em tempos difíceis. Sua contribuição para a memória musical brasileira é imensa e merece ser celebrada sempre.
Obrigado, Elton Medeiros, por sua obra musical maravilhosa!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://dicionariompb.com.br/elton-medeiros. 
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo uma de suas grandes interpretações, do samba Pressentimento, de sua autoria e Hermínio Bello de Carvalho.


 
LETRA
 
PRESSENTIMENTO
 
Compositores: Elton Medeiros / Hermínio Bello de Carvalho
 
ai! ardido peito
quem irá entender o teu segredo?
quem ira pousar em teu destino?
e depois morrer do teu amor?
 
ai! mas quem virá?
me pergunto a toda hora
e a resposta é o silêncio
que atravessa a madrugada
 
vem meu novo amor
vou deixar a casa aberta
já escuto os teus passos
procurando meu abrigo
 
vem, que o sol raiou
os jardins estão florindo
tudo faz pressentimento
que este é o tempo ansiado
de se ter felicidade.
 
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=6aGiG2EUDBU

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

SESSÃO SAUDADE - NELSON SARGENTO

A homenagem de hoje vai para o compositor Nelson Sargento.



Nelson Sargento é, sem dúvida nenhuma, uma das maiores figuras do samba ao lado de Cartola, Candeia, Nelson Cavaquinho, apenas para citar alguns bambas de nossa música.
Além disso, foi autor de muitos sambas clássicos, como Agoniza Mas Não Morre, verdadeiro hino sobre a resistência do samba.
Obrigado, Nelson Sargento, por sua obra musical maravilhosa!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://dicionariompb.com.br/nelson-sargento.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo seu maior sucesso, Agoniza Mas Não Morre, em sua própria interpretação.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=GaSfqESq50w

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

SESSÃO SAUDADE - RUI REZENDE

Nosso homenageado de hoje é o ator Rui Rezende.


Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT13Vv-V5wCJWdrr0mqx4-x2hwdL_Ym-mtyrTB8KEAS0G4OyBQgrMTaHjWQkx_P_SS2LOQjvsV0vHi9VD93E2JLg4hzdxb72GAZkFMmUw&s=10

Ele foi um artista de presença marcante cuja trajetória atravessou teatro, cinema e televisão, sempre com dedicação, humor e humanidade. Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Rui construiu personagens inesquecíveis e deixou uma contribuição profunda para a cultura brasileira.
Formado pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, Rui iniciou sua caminhada nos palcos, onde desenvolveu a base sólida de interpretação que o acompanharia por toda a vida. No teatro, atuou, dirigiu e ensinou, tornando-se referência para gerações de artistas que encontraram nele um mestre generoso e apaixonado pela arte.
Na televisão, Rui Rezende participou de produções que marcaram época e se tornaram parte da memória afetiva do público. Seu papel mais emblemático foi o Professor Astromar Junqueira, o lobisomem de Roque Santeiro (1985), novela de Dias Gomes que se tornou um marco da teledramaturgia brasileira. Com humor, carisma e uma interpretação única, Rui transformou o personagem em um dos mais lembrados da história da TV.
Sua carreira televisiva inclui ainda trabalhos em Beto Rockfeller (1968–1969), O Espigão (1974), Hipertensão (1986–1987), A Grande Família (2005/2007), A Favorita (2008), Um Lugar ao Sol (2021–2022) e Bom Dia, Verônica (2022). Em cada produção, Rui entregava personagens cheios de vida, sempre com a autenticidade que o público reconhecia de imediato.
No cinema, Rui também deixou sua marca. Atuou em filmes como Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), Narradores de Javé (2003), Noel – Poeta da Vila (2006), O Homem que Desafiou o Diabo (2007), Encarnação do Demônio (2008), O Segredo dos Diamantes (2014) e outros trabalhos que demonstram sua versatilidade e sua força dramática.
Rui Rezende construiu uma carreira diversa, sólida e profundamente humana. Seu legado permanece vivo nos personagens que interpretou, nas histórias que ajudou a contar e na emoção que despertou em milhões de espectadores. Mais do que um ator, foi um artista completo — daqueles que atravessam gerações.
Obrigado, Rui Rezende, por sua entrega, sua generosidade e seu talento!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este grande artista, consulte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Resende.
Em homenagem à sua trajetória, reproduzimos um vídeo em que reproduz o discurso de seu mais famoso personagem, o professor Astromar Junqueira da novela Roque Santeiro.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4c5mHxrMH8s&t=94s

quarta-feira, 29 de julho de 2026

SESSÃO SAUDADE - OSMANO CARDOSO

Nosso homenageado de hoje é o ator Osmano Cardoso.


Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSW0wf3BVzyOlzngTBwQmJqmLQv8Gkp3W1HNvl18Lzj4N6BmSNIgKccGaA&s=10

Ele foi um artista de múltiplos talentos cuja trajetória atravessou rádio, televisão, cinema e dublagem, sempre com grande dedicação. Na TV Tupi, participou de produções que ajudaram a construir a história da emissora pioneira, como “Estrelas no Chão” (1967), “O Jardineiro Espanhol” (1967), “Vitória Bonelli” (1972) e “Os Inocentes” (1974), novela de Ivani Ribeiro que se tornou um clássico da teledramaturgia brasileira.
Sua carreira na televisão também passou por outras emissoras. Na TV Globo Paulista, atuou na novela “O Ébrio” (1965), durante a fase de transição da emissora. Na TV Excelsior, integrou o elenco de produções importantes da época. Além das novelas, participou do seriado “Vigilante Rodoviário” (1961), um marco inicial da ficção televisiva nacional.
No cinema, Osmano deixou sua marca em quase vinte filmes entre 1948 e 1976, demonstrando versatilidade e presença cênica. Entre seus trabalhos estão “O Palhaço Atormentado” (1948), “Simão, o Caolho”, “Presença de Anita”, “O Pão que o Diabo Amassou”, “Lampião, Rei do Cangaço”, “São Paulo, Sociedade Anônima”, “O Homem Lobo”, “O Marginal” e “O Quarto da Viúva” (1976).
Osmano também teve carreira expressiva na dublagem, atuando em estúdios de São Paulo e Rio de Janeiro. Deu voz a personagens de filmes e séries como Hamlet (1948), Genghis Khan (1965), National Kid, A Feiticeira, Jeannie é um Gênio e Jornada nas Estrelas, contribuindo para a consolidação da dublagem brasileira.
Construiu uma carreira sólida, diversa e respeitada. Sua presença nas novelas da TV Tupi, sua força no cinema e sua atuação marcante na dublagem formam um legado que permanece vivo na memória da cultura brasileira.
Obrigado, Osmano Cardoso, por ajudar a escrever a história da nossa dramaturgia com talento, versatilidade e paixão pela arte!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, acesse: https://casadadublagem.blogspot.com/2019/06/osmano-cardoso.html.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos um pequeno trecho da novela “Os Inocentes” (1974), da TV Tupi, em que contracena com Cláudio Corrêa e Castro.


Fonte do fragmento: https://www.youtube.com/watch?v=K0rW8rau4pw

quarta-feira, 22 de julho de 2026

SESSÃO SAUDADE - JOÃO JOSÉ POMPEO

João José Pompeo foi um ator cuja trajetória atravessou televisão, teatro e cinema com igual dedicação. Na TV Tupi, marcou presença em novelas que se tornaram parte da memória afetiva do público, como “Meu Pé de Laranja Lima” (1970), “Signo da Esperança” (1972), “Mulheres de Areia” (1973), “O Machão” (1974–1975), “Ovelha Negra” (1975), “Canção para Isabel” (1976), “Os Apóstolos de Judas” (1976) e “Éramos Seis” (1977) .

Sua carreira também passou por outras emissoras. Na TV Record, estreou em “Somos Todos Irmãos” (1966); na Excelsior, atuou em “O Morro dos Ventos Uivantes” (1967), “A Pequena Orfã” (1968), “Os Estranhos” (1968), “A Menina do Veleiro Azul” (1968), “Sangue do Meu Sangue” (1969), “Dez Vidas” (1969) e “Mais Forte que o Ódio” (1970); mais tarde, na Globo, participou da minissérie “Avenida Paulista” (1982) .
No cinema, deixou sua marca em dois filmes importantes: “A Marcha” (1972) e “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981), este último um clássico de Hector Babenco .
Mas foi no teatro que viveu alguns de seus momentos mais celebrados, atuando em montagens como “As Cadeiras”, “O Avarento”, “Volpone”, “Rasga Coração”, “Xandu Quaresma”, “O Amor do Não”, “A Dama de Copas e o Rei de Cubas” e “Orquestra de Senhoritas” .
Construiu uma carreira sólida, respeitada e diversa. Sua presença nas novelas, sua força nos palcos e sua contribuição ao cinema formam um legado que permanece vivo.
Obrigado, João José Pompeo, por ajudar a escrever a história da cultura brasileira com talento, humanidade e paixão pela arte!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Jos%C3%A9_Pompeo.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos pequeno trecho da novela Éramos Seis (1977) da TV Tupi em que interpreta o personagem Virgulino Coutinho e contracena com a atriz Maria Célia Camargo, que vivia o papel da Genu Coutinho.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=mpeos-9Ug9I