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terça-feira, 27 de março de 2018

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - TRISTEZA DO JECA - SÉRGIO REIS

A canção Tristeza do Jeca, interpretada por Sérgio Reis, fez parte da trilha sonora da novela O Cravo e a Rosa, apresentada pela Rede Globo no horário das 18h de 26 de junho de 2000 a 10 de março de 2001.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://teledramaturgia.com.br/o-cravo-e-a-rosa/.
Boa diversão!



LETRA

TRISTEZA DO JECA

Compositor: Angelino de Oliveira

Nestes versos tão singelos
Minha bela, meu amor
Prá você quero contar
O meu sofrer e a minha dor

Sou igual o sabiá
Quando canta é só tristeza
Desde o galho onde está
Nesta viola canto e gemo de verdade

Cada toada representa uma saudade
Eu nasci naquela serra
Num ranchinho beira chão

Todo cheio de buraco
Onde a lua faz clarão
Quando chega a madrugada
Lá no mato a passarada

Principia o barulhão
Nesta viola, canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade

Lá no mato tudo é triste
Veja o jeito de falar
Pois o Jeca quando canta
Dá vontade de chorar

O choro que vai caindo
Devagar vai se sumindo
Como as águas vão pro mar

segunda-feira, 1 de junho de 2015

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - SÉRGIO REIS

A reportagem abaixo pertence à revista TV Contigo nr. 316, publicada em 24/10/80.
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Boa leitura!



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - BOIADEIRO ERRANTE - SÉRGIO REIS

A canção Boiadeiro Errante, interpretada por Sérgio Reis, fez parte da trilha sonora da primeira versão da novela Paraíso, apresentada pela Rede Globo no horário das 18h de 23 de agosto de 1982 a 26 de março de 1983.
Para maiores informações sobre a novela, favor consultar: www.teledramaturgia.com.br/tele/paraiso82.asp.
Boa diversão!



LETRA

BOIADEIRO ERRANTE

Eu venho vindo de uma querência distante.
Sou um boiadeiro errante,
que nasceu naquela serra.
O meu cavalo corre mais que o pensamento,
ele vem no passo lento
porque ninguém me espera!

Tocando a boiada,
Auê-uê-uê-ê boi
eu vou cortando estrada.
Uê boi
Tocando a boiada,
Auê-uê-uê-ê boi
eu vou cortando estrada!

Toque o berrante com capricho, Zé Vicente,
mostre para essa gente
o clarim das alterosas.
Pegue no laço,
não se entregue companheiro,
chame o cachorro campeiro
que essa rez é perigosa!

Olhe na janela,
Auê uê uê ê boi
que linda donzela.
Uê boi
Olhe na janela
Auê uê uê ê boi
que linda donzela!

Sou boiadeiro.
Minha gente o que é que há?
Deixe o meu gado passar,
vou cumprir com a minha sina.
Lá na baixada quero ouvir a siriema,
prá lembrar de uma pequena
que eu deixei lá em Minas!

Ela é culpada,
Auê uê uê ê boi
de eu viver nas estradas.
Uê boi
Ela é culpada
Auê uê uê ê boi
de eu viver nas estradas!

O rio tá calmo e a boiada vai nadando.
Olhe aquele boi berrando.
Chico Bento corre lá!
Lace o mestiço,
salve ele das piranhas,
tire o gado da campanha
pra viagem continuar!

Com destino a Goiás,
Auê uê uê ê boi
deixei Minas Gerais.
Uê boi
Com destino a Goiás,
Auê uê uê ê boi
deixei Minas Gerais!
Uê boi