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domingo, 9 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

HOMENAGEM - ANIVERSÁRIO - LUÍZA GOMES - COLABORAÇÃO: FERNANDA SOUZA

HOJE É DIA DE FESTA...

Afinal,foi o dia que Deus resolveu presentear o mundo com uma pessoa muito linda...
Incrível como a vida nos aproxima, de repente, de pessoas que nem sabíamos existir. E por algum motivo se tornam especiais, insubstituíveis. O motivo? Também não sei...
Nossos destinos, de uma certa forma, já estavam escritos e previstos por Deus e  os caminhos que trilhamos estão repletos de surpresas  e de infinitas aventuras.
E hoje é dia de agradecer a Deus pela sua vida e por vc ser assim tão especial.





quarta-feira, 15 de junho de 2011

SESSÃO SAUDADE - COLABORAÇÃO: LUÍZA GOMES

Meu Relato

Saudade é um sentimento interessante, que apesar de ser uma palavra tipicamente brasileira, acredito ser algo que todo ser humano tenha experimentado em algum momento de sua vida. As vezes, sinto saudades de muitas coisas vividas ao longo de minha vida. Quem não sentiu algo diferente ao rever uma novela, um filme, uma música... Sempre haverá algo ou alguma coisa que nos toque mais profundo e nos leve há algum momento no passado distante ou não.
Fui uma criança que acompanhou quase tudo que se passava na TV nos anos 80 e 90, pegando também o finalzinho dos anos 70. Assistir televisão, mesmo que fosse preto e branco, era um dos meus passa tempo preferidos. Sendo assim, acompanhei muitas transformações e a evolução da televisão brasileira. Assisti muitas novelas, tantas que não posso precisar a quantidade, pois nessa conta, precisaria incluir as do "Vale a pena ver de novo". Mas, por incrível que possa parecer, mesmo tendo como referência as programações globais, foram as novelas mexicanas exibidas pelo SBT (desde os tempos de TVS), que mais marcaram minha vida, algumas deixando saudades reais como a CHISPITA.
Chispita foi uma telenovela mexicana exibida aqui no Brasil por volta de 1984. Na época eu deveria ter uns 8 ou 9 anos, mas até hoje lembro-me da história e de um trecho da música de abertura que ficou registrado em minha mente: "Um anjo bom,peralta. No coração, faz falta. Um anjinho ao redor, tudo fica melhor!" Sempre que ouvia essa música, corria para a sala e de lá saía apenas quando terminava o capítulo do dia. A história era de uma menina órfã que foi levada para morar na casa de um viúvo magnata, que tornou-se seu tutor, para fazer companhia a filha deste e tentar levar alegria a essa menina que vivia triste pela perda da mãe (essa personagem que chama-se Lili tirou minha paciência muitas vezes, rsrs).  Mas Chispita, que na verdade chamava-se Isabel, continuava frequentando a escola do orfanato, onde sempre aprontava mil travessuras, tendo sempre como aliada sua amiga Lola, cozinheira do lugar. A história dessa novela era muito envolvente. Haviam muitas trapalhadas e coisas engraçadas proporcionada por Isabel/Chispita e C&A. Existia os momentos de drama e choro (isso teve bastante,rsrs) mas era uma novela tão leve e graciosa que prendia a atenção. Ouso até a compará-la a URCA, no que se refere ao tipo de novela que se pode assistir com toda a família, principalmente pelo teor cômico e romântico que ela trazia. Sim, romance! pois apesar de ser uma novela, onde seu personagem principal era uma criança, a história abordou vários enlaces, como a paixão da empregada Glória pelo filho do patrão (tutor de Isabel) que no final terminam juntos; o amor que surge entre o Sr. Alejandro pela mãe de Isabel, entre outros romances que foram surgindo ao longo da novela.
Bem, no fim dessa história, Isabel/ Chispita descobre que sua mãe estava viva e era a pessoa mais próxima dela no orfanato, que termina casando-se com o viúvo que a protegia. Chispita consegue conquistar o amor da filha chatinha do tal viúvo e tudo terminou bem, como em todas as novelas deveriam ser. Para a felicidade geral de pessoas que, como eu, apegaram-se a história.
Apesar de ter passado tanto tempo, lembro-me de quase tudo. Escrevi aqui, apenas o básico, mas quem quiser saber mais sobre essa novela acesse esse link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chispita, nele encontrará a sinopse e todo o elenco de Chispita.
Agora, gostaria de dizer o porquê de ter escolhido justamente esta novela. E principalmente, o porquê de ter dito que ela deixou saudade real. A resposta é simples: eu queria ser como a Chispita! Gostava tanto dela que um dia, desenhei um vestido semelhante ao que ela usava (claro que sem aquelas mangas enormes, rsrs) e pedi a minha avó, uma exímia costureira, que o fizesse para mim. Já com o vestido pronto, esperei pelo momento certo para usá-lo e, eis que este chegou, quando um belo dia, minha mãe resolveu visitar sua tia. Maravilha! Lá fui eu toda boba, com meu vestido de Chispita e, detalhe, com as trancinhas da Chispita também, rsrs. Só que infelizmente, esqueci de deixar as travessuras em casa e as levei comigo. Resultado: resolvi brincar de subir no muro da casa onde estava de visita, com meu irmão e primos, achei que por se tratar de um muro baixo daria conta de pular, mas, fiquei pendurada pela barra do meu lindo vestidinho, rsrs. Caí, ralei a perna e chorei sem parar. Mas meu choro não era pela dor física provocada pela queda e sim por ter rasgado meu precioso vestido da Chispita! Uma prima de minha mãe, comovida com a situação, socorreu-me (enquanto minha mãe queria me estrangular kkk) e costurou meu vestido e, até hoje, mesmo eu estando grandinha e com filho já adolescente, ela me chama de Chispita. Bem, pelo menos o apelido pegou!!, rsrs.
Graças e esse episódio inesquecível de minha vida, que agora compartilho com vocês, escolhi esta novela para inaugurar minha primeira participação na Sessão Saudade do Biscoitinho. Queria ter encontrado alguma cena da novela em português para apresenta-la, mas encontrei apenas em espanhol. Mas, encontrei algumas fotos e vídeo com a música da abertura para que possam conhecer um pouco dessa menina encantadora chamada Chispita.

FOTOS







VÍDEOS

ABERTURA DA NOVELA



CLIPES DAS MÚSICAS ANJO BOM E A FAMÍLIA (MÚSICAS DE ABERTURA E ENCERRAMENTO DA NOVELA) - INTÉRPRETES: SARAH REGINA E A TURMINHA LEVADA DA BRECA



domingo, 10 de outubro de 2010

REFLEXÃO E HOMENAGEM AO BLOG - AUTORA: LUÍZA GOMES

Uma vez perguntei a JE o que ele utilizou na receita do Biscoito para ter ficado assim tão especial. Bem, não sei qual açúcar ou adoçante usou que o tornou tão doce e tão gostoso, pois somos atraídos feito formigas! Formigas sempre ávidas por um pedacinho a mais! Para mim, pode ter o sabor de chocolate, morango, baunilha, coco... Não importa bem o sabor, pois descobri que o ingrediente mais importante que há nele é o AMOR. Sentimento esse, já tantas vezes demonstrado e sentido nesse Blog. Após colher tantas emoções, creio ter chegado, agora, a minha vez de plantar. Com o texto transcrito abaixo, pretendo homenagear a todos que passaram pelo Biscoitinho, mesmo que para dar uma simples olhadinha. Dedico, especialmente, a meu querido amigo José Eugênio. JE, Eugênio, José... Não importa a forma como o chamamos, pois sempre podemos contar com sua amizade, apoio e presença. Ele foi e, sempre será para o nosso amado Blog, como essa primeira formiga, que trouxe em suas costas uma ideia e um sonho, simbolizada pela folha. Também não poderia deixar de mencionar todos os demais biscoitinhos e biscoitinhas que, de algum forma, ajudaram para o crescimento de nosso blog Biscoito, Café e Novela, agindo como as demais formiguinhas, sempre dispostas a carregar e propagar um pedacinho desse sonho. Formigas ajudadoras como Maria do Sul, ClaudiaG, Fernanda Souza, Kely, Rebeca, Manu, Nicole, Rikelly, Mariana Lopes, Val, Annie Walker, Geovana, Osvaldo, Juju, Luciana... e tantos outros que, embora nesse momento não consiga lembrar de seus nomes, sempre estiveram dispostos a carregar um pedacinho da folha, para que nosso Biscoitinho ficasse tão gostoso e cada vez melhor. A todos meus parabéns!!! E muito obrigada!!!!! Luiza Gomes

"UMA FORMIGA ME LEVOU A ORAR

Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha. A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela. A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo também cair a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa. Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei: 'Até que enfim ela terminou seu empreendimento.' Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha. Foi aí que disse a mim mesmo: 'Coitada, tanto sacrifício para nada.'
Lembrei-me ainda do ditado popular: 'Nadou, nadou e morreu na praia.' Mas a pequena formiga me surpreendeu. Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências. Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades? Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha. Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse a tenacidade daquela formiga, para 'carregar' as dificuldades do dia-a-dia. Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais. Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.
A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada. Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela.
Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente."

(Autor do texto: Ninon Rose Hawryliszyn e Silva)