domingo, 27 de novembro de 2011

IRMÃOS CORAGEM - CAPÍTULO 93


Roteirizado por Toni Figueira
do original de Janete Clair 

CAPÍTULO 93

PARTICIPAM DESTE CAPÍTULO:

PEDRO BARROS
DELEGADO FALCÃO
POTIRA
JERÔNIMO
PADRE BENTO
JOÃO
LÁZARO
RODRIGO
LÍDIA
DUDA
ALBERTO
BRAZ CANOEIRO

CENA 1  -  BOSQUE  -  EXT.  -  DIA.

Não havia ninguém naquela hora em toda a extensão do bosque. Apenas o canto da passarada dava conta de que ainda existia vida sobre a terra. Jerônimo sentara-se na grama a observar a curiosa formação das nuvens. O vulto esgueirou-se por entre a vegetação, apoiando-se aos troncos e se acercou do rapaz. Os olhos de ambos se encontraram e os dois permaneceram estáticos sem sequer pronunciar palavra.

Diante da claridade, protegidos por algumas árvores frondosas, o coronel e o delegado assistiam à cena.


PEDRO BARROS  -  (orgulhoso)  Que foi que eu te disse?

DELEGADO FALCÃO  -  Em que mundo eu andava que nem desconfiei?

PEDRO BARROS  -  Bem... prepare a máquina (sugeriu, animando-o com uma leve cotovelada no braço).

DELEGADO FALCÃO  -  Pra alcançar eles daqui, tenho que usar a teleobjetiva.

O  delegado abriu a maleta de couro alaranjado e tirou a peça necessária, encaixando-a na parte frontal da máquina fotográfica.


PEDRO BARROS  -  Use o que quiser, mas bata o retrato. E espere um momento importante...quando os dois se juntá!  (e fazia força para não gargalhar de alegria).

Durante alguns minutos o delegado fixou o olho contra o pequeno visor, á espera da hora H. Tudo era silencio.

Num movimento brusco os dois amantes jogam-se nos braços um do outro. Potira tremia. Jerônimo arfava.


POTIRA  -  É só uma despedida?

JERÔNIMO  -  É. Uma despedida!

O longo, desesperado beijo, selou o adeus dos dois.

A câmara retratara tudo. No jogo de interesses o Coronel Pedro Barros acabara de ganhar outro trunfo valioso.

Esgueirando-se cuidadosamente, os dois alcançaram o carro na estrada. Na clareira do bosque Potira acariciava a face do amante.


POTIRA  -  Adeus, Jeromo.

JERÔNIMO  -  India... eu te amo... vou me casar com outra, mas vou te amar sempre...

POTIRA  -  Até nunca mais, Jeromo!

Jerônimo gesticulou com o braço, mostrando o horizonte ao longe.

JERÔNIMO  -  Tu presta atenção, quando amanhecer o dia. Olha bem pro céu e pensa que tou pensando em ocê.

As palavras eram demais. De menos a vontade imensa de se possuírem. Tudo era pouco diante do amor que unia duas vidas e dois destinos. A tarde começava a cair quando o casal se separou na bifurcação da estrada que ligava Coroado ao rancho dos Irmãos Coragem.

CORTA PARA:

CENA 2  -  COROADO  -  IGREJA  -  INT.  -  DIA.


Não era todo dia que um prefeito se casava em Coroado. E muito menos com a filha de um homem famoso. De um deputado com assento em Brasília. A igrejinha estava cheia de amigos e curiosos. Todos queriam ver “a filha do Dr. Siqueira” que havia fisgado um peixe difícil de ser apanhado.

De repente o ruído de pés e gente a se levantar.


A noiva surgiu à entrada do templo, mão levemente apoiada no antebraço do Coronel Pedro Barros. Mais atrás, duas figuras enquadradas no vão da entrada: Falcão e Lázaro.

Diante do espanto geral, um homem de barba cerrada encaminhou-se para o altar a passos largos.

A uma só voz, como em côro gigantesco, a igreja exclamou: João! 


PEDRO BARROS  -  (quase gritou)  O que é isso? Um casamento ou uma reunião de bandoleiros?

PADRE BENTO  -  (com uma ponta de recriminação)  Por que... você veio, meu filho?

JOÃO  -  Uai, padre, vim vê de perto o casamento do meu irmão. Vim cunhecê a noiva dele. Ora, eu tenho direito, não tenho? Afinal, sou filho de Deus. Sou católico, apostólico, romano. Por que é que eu não posso entrá dentro de uma igreja?

DELEGADO FALCÃO  -  Acontece que você, além de tudo, é também um bandido! (gritou, afastando os populares e encaminhando-se para o altar)  E direito de andar livremente você não tem.

João Coragem pediu silencio, abrindo os braços num gesto largo, palmas voltadas para a multidão.

JOÃO  -  Tá bão, minha gente! Eu quero que todo mundo aqui julga a justiça do Falcão. A justiça que tá imperando nesta cidade. Falcão anda, agora, na companhia de um assassino. Deu liberdade pra ele. Ora... por que é que eu não posso usá do mesmo provilégio? Me diga, minha gente! Meu irmão, que é autoridade, se consente nisso, tem que consenti também que eu assista o seu casamento!

Houve um murmúrio de aprovação no interior do templo. Algumas cabeças moveram-se em sinal de aquiescencia.

JERÔNIMO  -  Você tem razão, irmão! (virou-se para os presentes)  Ele pode assistir meu casamento. Se ele não pode, Lázaro, aqui presente, também não pode, não! Se tem que prendê ele, Lázaro também tem que sê preso!

RODRIGO  -  (ergueu a voz possante)  Estou de pleno acôrdo!

PADRE BENTO  -  Gente! Só lhes peço para respeitar a casa de Deus!

JOÃO  -  Nós respeita!  Ninguém move uma palha, se ninguém molestá a gente.

JERÔNIMO  -  (ordenou, enviando um olhar de satisfação para o irmão)  Pode começar a cerimônia, padre!

JOÃO  -  (anunciou, ameaçador, fitando os olhos do delegado)  Só aviso que lá fora tá cercado de meus home. E enquanto eu tou aqui, ninguém entra nem sai. Mas, nós respeita, padre, esta igreja. Pode dá início.

PEDRO BARROS  -  Desculpem! Eu aqui não posso ficar!  (vociferou,  ameaçando deixar o templo).

JOÃO  -  Mas vai ficá!  (retrucou com voz enérgica. Seus olhos fuzilavam de ódio) Já disse. Daqui ninguém arreda pé. Padre, fala o que tem que falá...

O sacerdote deu início à cerimônia. A um sinal, Lídia e Jerônimo se ajoelharam, curvando a cabeça. O órgão encheu de som o interior da igrejinha. Na parte externa, dezenas de homens, em atitude hostil, moviam-se nervosamente. A igreja estava cercada como uma praça de guerra.

PADRE BENTO  -  (concluía)  Em nome de Deus, eu os declaro marido e mulher. E que nenhuma força humana seja capaz de desfazer estes laços feitos por Deus.

Jerônimo colocou a aliança no dedo fino da moça.


JOÃO  -  Posso beijá ela, irmão?

João Coragem beijou a face da cunhada ante os olhares admirados dos presentes. Fez um sinal com a mão e vários capangas enfileiraram-se no centro da igreja, formando um corredor de proteção. Falcão suava.


JERÔNIMO  -  Té outra vez, mano!

JOÃO  -  Agora, a gente vai embora. E vou satisfeito. Provei que tenho direito de andá como cidadão livre, já que num sou nenhum assassino. E previno. Eu volto!

Como se fôra um braço de maré que tivesse invadido um pedaço do litoral, os foras-da-lei, sempre cercando o chefe, á medida que ele andava, deixavam, de costas, o recinto sagrado.

LÍDIA  -  (radiante)  Legal! Legal! Que casamento bacana! Se eu contar ninguém vai acreditar na cidade!

PEDRO BARROS  -  (chegou perto do recém-casado)  Vou te pedir conta disso, Jerônimo!

O prefeito ignorou-o solenemente.

CORTA PARA:

CENA 3  -  ALDEIA DE JOÃO  -  EXT.  -  DIA.

Sol a pino na aldeia afastada, terra dos foragidos. João avistou o carrão vermelho á frente de uma espiral de poeira.


JOÃO  -  Que surpresa é essa, gente! Os dois de uma vez!

Imediatamente os homens deixaram as tocaias de armas voltadas para o chão. Surgiram aos grupos. Duda e Rodrigo entenderam a manobra de proteção. Seria difícil alcançá-los de supetão. Uma manobra em pinça encontraria obstáculos do próprio terreno. Isso deu-lhes tranquilidade.


DUDA  -  Trazemos boas notícias (disse-lhe, apertando-o contra o peito).

RODRIGO  -  Coisa muito importante...

JOÃO  -  Boa notícia pra mim? Será que deu um troço no coração de Pedro Barros e ele esticou as canela?...

Os rapazes riram.

Alberto e Braz se aproximaram, sorridentes.

O promotor voltou-se para o filho de Lourenço D’Ávila; puxou-o amistisamente pelo ombro.


RODRIGO  -  Alberto, você viu seu pai depois de morto?

ALBERTO  -  Não. Não fui chamado pra ver o corpo. Por quê? (um tom de preocupação ressaltou a pergunta do adolescente).

JOÃO  -  Que é que tem que vê isso, agora? (indagou, parando de beber o café forte e quente).

DUDA  -  João, há poucos dias eu vi Lourenço D’Ávila em São Paulo, e briguei com ele num quarto de hotel!

ALBERTO  -  (incrédulo)  Meu pai?

DUDA  -  Ninguém me acreditou e é possível que até você não acredite. Mas era ele mesmo! Em carne e osso!

JOÃO  -  Espera lá! Isso é coisa muito importante! Braz, tu tá ouvindo?

BRAZ CANOEIRO  -  E tão espantado quanto você, João!

DUDA  -  Gente! Vocês tem que acreditar em mim!  Olha... a primeira vez... foi numa joalheria. A segunda...

Eduardo relatou minuciosamente os encontros com o falso-morto e sua luta no interior do pequeno quarto do Hotel Confôrto, na zona da estrada de ferro. Se a verdade pudesse ser comprovada, haveria uma guinada de 360 graus no processo do irmão e as coisas ficariam feias para o lado contrário. Alberto meditava profundamente.

CORTA PARA:

CENA  4  -  ALDEIA DE JOÃO  -  CHOUPANA  -  INT.  -  DIA.


DUDA  -  ... por isso larguei tudo e vim logo lhe contar. Sua liberdade e sua alegria são mais importantes para mim, que todas as partidas co Coríntians.

JOÃO  -  E, pensando bem... aquele cara morto, com o rosto estragado... até que podia ser outro homem! Gente! Tá na cara! Meu diamante sumiu com a morte dele! Ele tá vivo, aproveitando o dinheiro da minha pedra!

Alberto levantou-se, nervoso, e tentou sair. Braz segurou-o pelo pulso.

BRAZ CANOEIRO  -  Guenta firme, rapaz! A vida é assim mesmo.

ALBERTO  - Minha mãe reconheceu o corpo! Vocês não querem dizer que ela tomou parte numa trama!

RODRIGO  -  Acredito que ela pode nos ajudar muito.  Isto não quer dizer que ela tomou parte!

ALBERTO  -  (descontrolado)  Eu... desculpe, gente... não estou me sentindo bem. Pensar que meu pai pode ter feito isso... me dá um mal-estar horrível!

Afastou-se do local sob os olhares compadecidos dos companheiros e dos visitantes.

JOÃO  -  A gente tem que entender o rapaz. Eu não quero magoá ele (falou, baixando a voz, quase num sussurro.. E para o promotor)  Rodrigo, é importante prová isso... e que seja o mais depressa possível.

RODRIGO  -  Vou tentar. Vou me dedicar inteiramente à sua causa. Eu lhe prometo. Eu mesmo irei com Duda de volta a São Paulo e, juntos, trataremos de encontrá-lo.

Apertaram-se as mãos em sinal de compromisso.

FIM DO CAPÍTULO  93
Lídia (Sonia Braga) e Jerônimo (Claudio Cavalcanti)

E NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

*** Márcia vai á casa de Jerônimo e Lídia como repórter, para entrevistar o novo prefeito de Coroado.

*** Pedro Barros reúne seus homens, avisa que rompeu com Falcão, afirma ser o dono de Coroado e exige fidelidade!

*** Lídia vai á Fazenda de Pedro Barros pedir que esqueça o caso de Jerônimo com a índia e pare de persegui-lo!



NÃO PERCA O CAPÍTULO 94 DE

PARA MEDITAR - COLABORAÇÃO: MARI DO MURAL DA URCA

AMIGOS SÃO APENAS AMIGOS

Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles. A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitia ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos. Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro. A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam dois amigos livres para fazer o que quisessem, porém acorrentados. Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam. Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente. Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência. Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós. O outro amigo disse ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.

(Fernando Lapolli)

SESSÃO BISCOITINHOS - SMURFS

sábado, 26 de novembro de 2011

FIC - EMERGÊNCIA DE AMOR - CAPÍTULO 9 - AUTORA: GÊ GUEDES

Rosa que se encontrava deitada não consegue dormir virava de um lado pra o outro e resolve descer pra tomar água.

Enquanto descia percebe Claude deitado no sofá, pra que ele não acordasse ela vai de ponta de pé até a cozinha.

Ela bebia água quando é surpreendida por ele.

R: Aii. Que susto Claude.

C: Desculpa, eu ouvi um barulho, não quis te assustar.

R: Tava sem sono, devo ta estranhando o quarto.

C: Fico feliz que tenha vindo quero que se sinta a vontade. – diz ele sincero.

R: obrigada. – ela retribui com um sorriso e sai.


Na manhã seguinte.

R: Bom dia Dadi. – diz Rosa pronta pra sair.

D: A senhora não vai tomar café?

R: Não Dadi, eu como alguma coisa no hospital. – diz e já sai.

Logo em seguida Claude desce.

D: Bom dia doutor.

C: Bom dia, a Rosa já acordou?

D: Já acordou, já saiu, não quis nem tomar café.


No hospital.

J: Me conta como foi na casa nova.

R: Muito estranho, Janete.

S: Com licença doutora, sua irmã Terezinha tai.

R: Pede pra ela entra Silvia.

J: Eu vou indo tenho um paciente agora.

T: Oi Janete.

J: Oi Terezinha, to de saída.

R: Que surpresa você aqui a essa hora. – diz abraçando a irmã.

T: Eu vim saber se ainda posso morar com você.

R: Morar comigo?

T: É, lembra que me chamou, eu ganhei aquela bolsa de estudos e já começo semana que vem.

R: Que noticia boa.


J: Você não contou pra ela que não ta morando aqui.

R: Não consegui, ela ficou tão empolgada e disse que já vai trazer as coisas dela.

J: O bom é que não vou ficar só aqui.


F: Boa noite francês, desculpa vim sem avisar, não quero atrapalhar o casal, é que vim te falar uma coisa.

C: Sem gracinhas Frazon, e Rosa nem chegou ainda.

F: Não, eu passei no hospital e ela não tava.

C: Passou lá e ela não tava é/

F: Ela deve ter ido na casa dos pais dela, deve tá chegando né?

C: Deve tá. – diz coçando a cabeça. – o que você veio fazer aqui hã?

F: Roberta Vermont ligou e nos convidou pra uma pequena recepção na casa dela, apenas pra os íntimos.

C: Ah é, quando?

F: Na sexta. - ele faz uma pausa e continua. - E ela quer conhecer sua esposa.

C: Mon Dieu ela sabe, foi você que contou?

R: Boa Noite!- diz Rosa chegando.

F: Boa noite Rosa, eu vou indo vou ver minha deusa dos olhos verdes e não quero atrapalhar o casal.

R: Vou tomar banho. – diz ela assim que Frazão sai.

C: Você vai descer pra jantar?

R: Não, eu já jantei.

C: Você saiu com aquele medico hã, o que as pessoas não vão pensar vendo você saindo com outro?

R: Eu não tava com o Marcelo e as pessoas não vão pensar nada, porque as pessoas que sabem que casamos, sabem que nosso casamento é de mentira. - diz ela brava.

C: É que já tem mais gente sabendo.

R: como assim pra quem você contou agora?

C: Eu non contei nada e non sei como ela soube.

R: Ela quem?

C: Roberta Vermont e nos convidou pra uma recepção na casa dela.

R: O que?

C: É, ela quer conhecer minha esposa. Mas se você não quiser ir...

R: Eu vou sim, sempre tive vontade de conhece-la, não sabia que a conhecia. Quando vai ser?

C: Na sexta.

PARA MEDITAR - COLABORAÇÃO: MARI DO MURAL DA URCA

A História dos Sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava  que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: “Que pena !!! Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir.”
E os sapinhos começaram a desitir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo. A multidão continuava gritando : “Pena!!! Vocês não vão conseguir.”
E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora arfante. Ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam  saber o que tinha acontecido.
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.

Moral da história: não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração.
Lembre-se sempre: há poder em nossas palavras e em tudo o que  pensamos. Seja Positivo!!!

MUDANÇA DE PROCEDIMENTO PARA LEITURA DE FOTONOVELA

Ao clicar na figura, você cairá em uma tela com miniaturas das páginas, clique no que está escrito à esquerda e poderá aumentar a figura para ler. Para a leitura da página seguinte, clique na miniatura seguinte e novamente nos dizeres à esquerda e assim por diante. Depois que ler tudo, escreva de novo o nome do blog e siga navegando conosco.

SESSÃO FOTONOVELA, QUERO TE FAZER FELIZ

A fotonovela que reproduzimos abaixo foi publicada na revista Sétimo Céu, nr. 35, de 15 de agosto de 1975.
Nossos agradecimentos à amiga Maria do Sul pela remessa do material.
Boa leitura!