segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SESSÃO RETRÔ - NOVELAS - PECADO RASGADO

A reportagem que reproduzimos abaixo foi publicada na revista Sétimo Céu – Série Amor, nr. 69, de Julho de 1978.
A novela Pecado Rasgado foi apresentada pela Rede Globo, no horário das 19 horas, entre 04 de setembro de 1978 e 17 de março de 1979.
Para maiores informações sobre a novela, favor consultar: www.teledramaturgia.com.br/tele/rasgado.asp.
Boa leitura!





domingo, 4 de dezembro de 2011

IRMÃOS CORAGEM - CAPÍTULO 96


Roteirizado por Toni Figueira
do original de Janete Clair 

CAPÍTULO 96

PARTICIPAM DESTE CAPÍTULO:

RITINHA
DUDA
DR. MACIEL
ALBERTO

CENA 1  -  COROADO  -  PREFEITURA  -  INT.  -  DIA.

Durante um jogo, Duda fôra atingido na perna, justamente no lugar anteriormente operado por causa da bala. Sofrera nova intervenção cirúrgica e afinal recebera autorização para descansar em casa por algum tempo. Um taxi-aéreo o levara, num vôo direto, de Congonhas a Coroado.


Na tarde daquele dia Eduardo Coragem ouvira do irmão a confissão do êrro e o desenrolar dos acontecimentos que mancharam a honra do promotor e abalaram  o prestígio popular que o levara à chefia administrativa  e política da pequena cidade do interior mineiro. A pressão moral de Pedro Barros e o domínio que vinha exercendo sobre o jovem haviam provocado a decisão definitiva. Ou tudo ou nada. E Jerônimo preferira optar pela liberdade. Mesmo sabendo de antemão que a vingança do velho seria impiedosa. Duda ouvira atento as explicações. Achava que, passado o período crítico, o promotor voltaria à razão, ao raciocínio lógico e, consequentemente, procuraria entender a realidade. Um homem da lei jamais poderia se deixar levar pelos sentimentos. Duda não acreditava que Rodrigo se entregasse ao descontrôle. “Amanhã ele estará normal”, disse.


Agora, lá estava ele na ante-sala do gabinete. Bateu à porta e entrou, sem autorização. Ritinha estremeceu.


RITINHA  -  Eduardo! Nossa Senhora! Já tava aflita. Já ia lá na casa da Sinhana pra saber notícias tuas...

DUDA  -  Pois é... cheguei hoje (anunciou, beijando a esposa)  Cheguei cedinho na casa da mãe e perguntei: Uai, mãe, cadê Ritinha? Ela me disse que você não quis ficar lá.

RITINHA  -  Não quis, não. Não pude. Ainda não ajeitei as coisas lá em casa.

DUDA  -  E eu, desde que cheguei, não vi minha filhinha.

RITINHA  -  Não seja por isso... Olha ela ali! (apontou com o dedo o pequeno carrinho, escondido por trás da mesa).

DUDA  -  (correu para o carrinho)  Uai, você tá trabalhando com ela?

RITINHA  -  Que remédio? Mingas me deixou. Não tem podido me ajudar. Eu trago a Gabi pra cá. Ela fica quietinha...

Duda levantou a menininha do carro, embriagado de contentamento. Ritinha observava as reações do marido. E sorria diante das sucessivas expressões de espanto que modificavam a cara do rapaz.


DUDA  -  Nossa mãe! Como tá grande! (voltou-se para a mulher)  Quero que tu volte para casa. Não sou mais jogador de futebol. Pronto. Vou lá e digo isso a eles. A gente vai viver junto e vai viver bem. Vem cá.

Tornou a deitar a criança no carrinho estofado. Obrigou a mulher a sentar-se em seu colo. Ritinha tentou reagir, encabulada.

RITINHA  -  Não, Eduardo, não faz isso, aqui não!

DUDA  -  Bobagem, que é que tem?

RITINHA  -  Tua perna!

DUDA  -  Você tá sentada em cima da outra, ora!

RITINHA  -  Mas... Eduardo, tem mais gente...

Os dedos dela perderam-se por entre os cabelos do marido, enquanto so lábios colavam-se num beijo demorado, ao qual Ritinha se entregou apaixonadamente. Nos olhos de Duda havia qualquer coisa de diferente, uma espécie de raiva incontida, ao terminar o beijo.

DUDA  -  Onde foi que você aprendeu a beijar assim?

RITINHA  -  Assim, como, Eduardo?

DUDA  -  Você nunca beijou desse jeito, Ritinha!

RITINHA  -  Benzinho, tava com saudade!

DUDA  -  Alguém andou beijando você na minha ausencia?

RITINHA  -  Você me ofende, Eduardo!  Eu lá ia beijar alguém?

DUDA  -  Não vem com essa de querer bancar outra mulher pra cima de mim (falou, mais por brincadeira).

RITINHA  -  Outra mulher?

DUDA  -  Que nem a mulher do João. Ela era Lara, foi Diana, agora é Márcia. Diabo de tanta mulher numa só! Se uma já é difícil... e João aguenta tudo. Eu não aguento, não!

RITINHA  -  (com ingenuidade)  Mas eu sou só Ritinha...

DUDA  -  Aquele beijo, Ritinha, que você deu há pouco... parecia que era de outra mulher!

Ritinha principiava a se zangar com a teimosia do marido. Ou tudo não passava de brincadeira?


RITINHA  -  Isso é porque você é que tá com vontade de beijar outra mulher!

DUDA  -  Me beija de novo! Eu só quero ver uma coisa, tirar uma cisma! Anda! (tornou a puxar a mulher e mais uma vez beijou-a longamente, as mãos percorrendo-lhe as formas roliças).

RITINHA  -  (com um trejeito)  Então?

DR. MACIEL  -  Minha filha, eu quero que... (estacou na porta, boquiaberto com a visão, e exclamou, aborrecido)  Que... que... que pouca vergonha!

Rita saltou do colo do marido, pegou a criança e encaminhou-se para a saída, por onde Maciel desaparecera, zangado.

RITINHA  -  Ai, meu Deus, que a bola agora é comigo! Vou ter que amansar meu pai.

Deixou correndo a sala da secretaria.

Duda coçava a cabeça, desconsolado. Pela janela assistia à corrida da mulher em busca do pai, zangado. 


DUDA  -  Se precisar, eu falo com ele. Ah, falo! Peço permissão pra beijar minha mulher! (sorria ao sair puxando a perna).

CORTA PARA:

CENA 2  -  ALDEIA DE JOÃO  -  EXT.  -  DIA.
  
Por um instante, Alberto D’Ávila teve um pressentimento. Mau pressentimento. Entregou o jornal a Duda que estava a seu lado, tomando banho de sol.


ALBERTO  -  Olha pra isto.

DUDA  -  Que é?

ALBERTO  -  Olha. Aqui... esta notícia... desastre de carro na estrada de Belo Horizonte.

Eduardo pegou da folha e leu por alto.

DUDA  -  Caramba! Um desastre e tanto! Mas... isso é coisa comum nas grandes estradas. Só tem louco correndo por aí.

O dedo comprido do rapazola parou em cima do registro do acidente.

ALBERTO  -  Você não leu direito. Um desastre... com minha mãe... tá escrito aí, não tá? Branca D’Ávila... e leia o resto.

Interessado, repentinamente, Duda ergueu o corpo a meio e leu a notícia do acontecimento.

DUDA  -  Branca D’Ávila e... e Ernesto Bianchinni! (de um salto explodiu numa exclamação)  Eu não disse? Ernesto Bianchinni! O homem existe mesmo! E é ele... de nome trocado.

ALBERTO  -  (de olhos arregalados)  Como?

DUDA  -  É o sujeito que eu vi em São Paulo! O mesmo que reconheci como sendo teu pai!

ALBERTO  -  Tem certeza de que o nome é esse?

DUDA  -  Absoluta! É muita coincidencia, você não acha? Ser justamente esse o homem que foi acidentado com sua mãe. (bateu com a mão no jornal)  Taí. Não tem mais dúvida. Esse cara é teu pai. Os dois estão muito feridos. Diz aí. Foram removidos pro Pronto-Socorro de Belo Horizonte.

Movido pela necessidade de tirar tudo a limpo, Alberto tomara a decisão.

ALBERTO  -  (com a voz ligeiramente entrecortada)  Eu vou ao Hospital de Belo Horizonte... pra ver se é verdade que esse homem é meu pai.

DUDA  -  (sério)  Eu vou com você!

ALBERTO  -  Você não pode .  Fez esforço demais com essa perna operada.

DUDA  -  (careteou, apertado a perna)  É... tá me incomodando um pouco... mas eu tenho que ir. É um caso muito importante.

ALBERTO  -  Não tem confiança em mim? (colocou a mão no ombro do companheiro, em atitude de amizade).

DUDA  -  Não se trata disso. É que eu preciso agarrar esse homem pra salvar meu irmão da cadeia. E eu tou certo de que você não vai fazer isso. Você é filho dele.

ALBERTO  -  (apertou os lábios, era óbvio que lutava interiormente)  Se é verdade que Ernesto Bianchinni é meu pai, eu não vou perdoar ele.

DUDA  -  O fato de não querer que eu vá, já me diz que você não está do nosso lado.

ALBERTO  -  Não admito que duvide da minha lealdade ao João!

DUDA  -  Quer saber de uma coisa? (estava furioso)  Eu não confio em ninguém. Vou a Belo Horizonte... (gemeu penosamente ao deslocar a perna de um para outro ponto da cadeira) Essa maldita tá me incomodando pra cachorro. Posso não ir hoje... mas vou amanhã, quando estiver descansado. A viagem é longa e eu sei que hoje não aguento mais nada...

ALBERTO  -  Pois eu também deixo pra ir amanhã.  A gente pode ir junto... quando você estiver mais descansado.

DUDA  -  (parou na porta. Voltou-se para o rapaz)  E se eles deixarem o hospital?

ALBERTO  -  No estado em que estão? Estão muito feridos. Ernesto Bianchinni... muito mais do que minha mãe, segundo diz o jornal.

DUDA  -  Volto aqui amanhã a esta hora... se estiver melhor.

ALBERTO  -  Espere um pouco... uma hora mais ou menos. Se você não aparecer... vou sozinho.

Duda fitou demoradamente, com desconfiança, o interlocutor. Olhos claros e uma expressão tranquila, de bom caráter. Sorriu ao despedir-se de Alberto.


FIM DO CAPÍTULO  96
Ritinha e Duda se reencontram

e no próximo capítulo...
     
*** Alberto encontra os pais internados num hospital em Belo Horizonte e descobre toda a farsa!

*** Branca faz chantagem emocional para que o filho guarde segredo e não conte a João que Lourenço está vivo!


NÃO PERCA O CAPÍTULO 97 DE


PARA MEDITAR - COLABORAÇÃO: MARI DO MURAL DA URCA

A lenda da serpente

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar...

Moral da história
Têm pessoas que se dizem seu(a) amigo(a), mas o que eles querem mesmo é acabar com o seu(a) sucesso.

Velho sábio

SESSÃO BISCOITINHOS - PODEROSO MIGHTOR


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=amd1PZaXn_k

sábado, 3 de dezembro de 2011

FIC - EMERGÊNCIA DE AMOR - CAPÍTULO 12 - AUTORA: GÊ GUEDES

C: Dadi.

D: Pois não, doutor Cloudes.

C: Rosa já chegou?

D: Já sim, senhor, ela disse que ia se arrumar pra o jantar da dona Roberta.  O senhor deseja alguma coisa?

C: Não, Dadi. – diz e já sobe.


Uma hora depois Claude já estava pronto e esperava Rosa impaciente.

C: Mon dieu, porque essas mulheres demoram tanto.

Nesse instante Rosa descia linda e exuberante deixando Claude de boca aberta.



R: Vamos, Claude. – diz ela tirando ele dos pensamentos que tava tão longe e ao mesmo tempo tão perto.

C: Claro, vamos. Você está linda. – elogia ele, que é retribuído por um sorriso.



Casa de Roberta Vermont – Recepção

Rb: Olá, Frazão.

F: Você está maravilhosa. – elogia ele.



Fonte:
http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAONvqrHbtZPvfjFYtoYSov-22_mCsvG0FZgKGW4pkP37bGKiSk58-NOUZ0i0WbiE9qm4uRgjlDrqsR6li0ODcOAAm1T1UDtkzYJGCgHHRmrEBa0DnaWbOSjY.jpg

Rb: Obrigada, e essa moça linda quem é?

F: Essa é minha deusa Janete.

  

J: Como vai Roberta, é um prazer conhecê-la, seus filmes são o máximo.

Rb: Que é isso? Obrigada, sinta-se à vontade, se me dá licença vou ali conversar com umas amigas.



Rb: Roberta, que babado é esse? O Claude casado?

Rb: É Ninica, prá você ver como são as coisas, eu até achei que vocês sabiam.

Alzira: Eles casaram secretamente, só soubemos agora.

Rb: Vocês não são amigas da Nara?

N: Você acha que um babado desses ela ia contar pra gente? Não mesmo.

A: Você conhece a esposa do Claude, Roberta. Como ela é?

Rb: Assim como vocês vou conhecê-la hoje.

Nesse momento todos se viram pra entrada do casal.

R: Eu tô nervosa. – diz ela entre os dentes e sorrindo.

C: Non se preocupe, eu to aqui. – diz apertando a mão dela.

Rb: Meus queridos, que bom que chegaram.

C: Olá, Robertinha.

Rb: Você é a Rosa, a doutora que conquistou o coração do Claude?

R: Muito prazer, a senhora é bem mais linda pessoalmente.

Rb: Essa historia de senhora já me deixou horrorosa. – diz a atriz com um sorriso.

R: Desculpe. – fala ela sem graça.

Rb: Não se preocupe minha querida, você também é muito bonita. Claude você tá de parabéns.

C: Você não disse que era uma festa? – diz ele observando varias pessoas.

Rb: Eu disse que era uma recepção pra uns amigos íntimos.


Ni: Gente, olha a esposa do Claude.

Az: Acho que dessa vez a Nara perdeu mesmo.

Ni: Ela parece ser muito simpática, vamos lá cumprimentá-los.


Az: Como vai Claude?

C: Olá, tudo bem? – diz ele alegre.  – essa é Rosa minha esposa. Essas são Alzira e Ninica.

R: Prazer.

A: sua esposa é muito bonita Claude. – elogia ela.

Ni: A Nara nem chega aos pés dela.

Az: Mas o que deu em vocês de casarem tão rápido e em segredo?

Rb: Amor, minhas queridas. Mas chega de perguntas, deixe os dois aí que quero apresentar uns amigos pra vocês. A gente já volta.

R: Essas suas amigas são curiosas. – diz assim que elas afastam.

C: Non ligue pra elas. Quer beber alguma coisa?

R: Quero sim, quem sabe não passa o nervoso. – diz se sentando. – Elas são amigas de Nara.

C: Aqui. – diz entregando a ela uma taça de champanhe. – Elas são sim.

A noite segue bem alegre e animada. Claude é bem carinhoso com Rosa deixando as pessoas presentes encantadas com o amor deles.

Ao final, todos vão embora, restando apenas Rosa e Claude.

Rb: Muito obrigada pela presença de vocês. – agradece ela.

R: A gente que agradece. Foi um prazer conhecê-la.

Rb: Prá mim também Rosa, minha casa tá de portas abertas.

C: Me diz uma coisa Roberta, como soube do nosso casamento?

Rb: Claude, sou uma pessoa bem informada, mas o mais importante é que vocês estão bem e dá pra ver na cara de vocês o quanto estão apaixonados.

R: Vamos então, Claude. – chama Rosa, pra cortar o assunto logo.
C: Oui, vamos sim.

Rb: Acho que eles ainda não perceberam o quanto estão apaixonados. – diz Roberta assim que eles saem.


R: Como eu tô cansada. – diz Rosa sentando no sofá.

C: Foi uma noite agradável e você estava maravilhosa. – diz sentando ao lado dela.

R: Adorei a Roberta, ela é o máximo, o Sérgio que vai gostar de conhecê-la.
C: Sérgio? Quem é Sérgio?

R: Ele mora lá no cortiço ele é ator e adora a Roberta Vermont. Tomara que ele chegue logo de viagem.

C: Não quer comer alguma coisa antes de dormir? Você não comeu nada lá.

R: Eu tô com muita fome mesmo, vou na cozinha preparar alguma coisa. – diz se levantando.

C: Non quer que chame Dadi?

R: Não, deixa a Dadi descansar. Eu preparo rapidinho um lanchinho, você vai querer?

Rosa vai até a cozinha seguida por Claude que a fica observando ela preparar o lanche.

R: Aqui o seu. – diz ela entregando o lanche a ele.

C: Merci.

PARA MEDITAR - COLABORAÇÃO: MARI DO MURAL DA URCA

Fábula de um Gerente

Esta é a fábula de um alto Gerente de uma grande Empresa. Estressado com o desenvolvimento e excesso de trabalho, entrou em colapso nervoso e foi ao médico. Relatou ao psiquiatra o seu caso. O médico, experiente, logo diagnosticou ansiedade, tensão e insegurança. Disse ao paciente:
"O Sr. precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem."
Munido de vários livros, CD's, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo. Passados os dois primeiros dias, já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao nosso Gerente:
"O Sr pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo." Pensou consigo: "Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa". Grande engano.
No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área. Pediu logo uma nova tarefa. O administrador então lhe disse:
"Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes. No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal. A cena que viu foi a seguinte: estava nosso executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando consigo mesmo: Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena??? Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média??? Esta é grande. Não, é pequena. Ou será média???

Moral da estória: Espalhar merda é fácil. O difícil é tomar decisões.

SESSÃO FOTONOVELA - O REFÚGIO DO AMOR

A fotonovela que publicamos abaixo foi publicada na revista Sétimo Céu, em número e data desconhecidos.
Nosso agradecimento à amiga Maria do Sul pela remessa do material.
Boa leitura!