sábado, 6 de agosto de 2016

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - O PRINCIPAL SUSPEITO

A fotonovela abaixo pertence à revista Cartaz nr. 6, publicada em 1972.
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Boa leitura!































sexta-feira, 5 de agosto de 2016

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Cartaz nr. 6, publicada em 1972.
Já o pôster é parte da revista Sétimo Céu – Álbum de Ouro – nr. 1 – Cantores da Juventude, publicada em 1967.
Boa diversão!



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao ator Gracindo Júnior.
Agora tentem descobrir quem é o garotinho da foto.
Eis algumas pistas:
1) Este cantor e compositor, ainda vivo, nasceu na capital carioca no ano de 1959.
2) Seu primeiro disco solo saiu no ano de 1986.
3) No auge da carreira, foi o primeiro sambista a ter um especial de TV na MTV Brasil.
Boa diversão!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

SESSÃO LEITURA - O SABIÁ NA GAIOLA - MONTEIRO LOBATO

O texto abaixo é da autoria de Monteiro Lobato.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: http://www.resumosdeliteratura.com/2015/04/monteiro-lobato-biografia-resumida-e.html.
Boa leitura!

O SABIÁ NA GAIOLA

Lamentava-se na gaiola um velho sabiá.
– Que triste destino o meu, nesta prisão toda a vida. E que saudades dos bons tempos de outrora, quando minha vida era um contínuo pular de galho em galho em procura das laranjas mais belas. Madrugador, quem primeiro saudava a luz da manhã era eu, como era eu o último a despedir-me do sol à tardinha, cantava e era feliz.
Um dia, traiçoeiro visgo me ligou os pés. Esvoacei, debati-me em vão e vim acabar nesta gaiola horrível, onde saudoso choro o tempo da liberdade. Que triste destino o meu! Haverá no mundo maior desgraça?
Nisto abre-se a porta da sala e entra o caçador, de espingarda ao ombro e uma fieira de pássaros na mão.
Ante o espetáculo das míseras avezinhas estraçalhadas a tiro, gotejantes de sangue, algumas ainda em agonia, o sabiá estremeceu e horripilado verificou não ser dos mais infelizes, pois que vivia e ainda não perdera a esperança de recobrar a liberdade de outrora.
Refletiu sobre o caso e murmurou consigo:
– Antes penar que morrer.