sábado, 4 de janeiro de 2020

SESSÃO FOTONOVELA - QUERO VIVER

A fotonovela abaixo pertence à revista Supernovelas Capricho nr. 326-A, que foi às bancas em 16/05/73.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!






























sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista TV Contigo nr. 344, publicada em 20/11/81.
Já o pôster à revista Ilusão nr. 319, que foi às bancas em 13/07/79.
Boa diversão!

SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à apresentadora e modelo Ana Hickmann.

Agora tentem descobrir quem é o garoto da foto.

Eis algumas pistas:

1) Este cantor e compositor, ainda vivo, nasceu no interior de São Paulo no ano de 1983.

2) Começou como integrante de um famoso grupo de pagode no ano de 2003.

3) Seu primeiro trabalho solo foi lançado no ano de 2012.

Boa diversão!


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

SESSÃO LEITURA - AMOR SÓ DE LETRAS - MÁRIO PRATA

O texto abaixo é de autoria de Mário Prata.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://pt.wikipedia.org › wiki › Mário_Prata.
Boa leitura!

AMOR SÓ DE LETRAS

Conta a história que dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva.
Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o que? E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro – consta – que ele fez uma cara emocionada. Pela feitura da imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.
Tenho um avô que foi pedir mão da moça e o pai dela disse:
– Essa tá muito novinha. Leva aquela.
E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.
Quando aconteceu o grande boom da imigração japonesa, alguns anos depois, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram. Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.
De um tempo para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até ir para a cama antes, valia. Ficava-se antes.
Só que agora surgiu um outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto – finalmente, digo eu, escritor – virou casamenteiro. Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via Internet. Via cabo, literalmente.
Conheço quatro casos bem próximos. Gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma aventura no mundo das letras.
Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no Chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola. Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamações sensuais e risos de entortar qualquer coração letrado ou iletrado.
Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, é claro.
Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor de texto, amor de perdição.
A relação, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e até semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela.
E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.
Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da Venezuela. Ou do Arroio Chuí. Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impresso, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia – que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear (ou seria sacanear, me perdoando o trocadilho fácil) você vai em frente. Uma pessoa com um texto desses…
A tudo isso o bom texto supera.
Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo meu filho fica horas na Internet, todo preocupado, eu também ficava. Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita suja.
E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geração de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais: conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.
Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.
No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.
Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.
Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?
Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras.
Como diria Pelé, love, love, love.

Fonte: https://marioprata.net/cronicas/amor-so-de-letras/.

SESSÃO ABERTURA DE SÉRIE - AMIZADE COLORIDA

A série Amizade Colorida foi apresentada pela Rede Globo no horário das 22h de 20 de abril a 29 de junho de 1981.
O tema musical de abertura era Pela Lente do Amor, interpretado por Gilberto Gil.
Para maiores informações sobre a série, favor acessar: http://teledramaturgia.com.br/amizade-colorida/.
Boa diversão!



LETRA

PELA LENTE DO AMOR

Compositor: Gilberto Gil

Pela lente do amor
Uma grande angular
Vejo o lado, acima e atrás
Pela lente do amor
Sou capaz de enxergar
Toda moça e todo rapaz
Pela lente do amor
Vejo tudo crescer
Vejo a vida mil vezes melhor
Pela lente do amor
Até vejo você
Numa estrela da Ursa Maior

Abrir o ângulo, fechar o foco sobre a vida
Transcender pela lente do amor
Sair do cético, encontrar um beco sem saída
Transcender pela lente do amor
Do amor

Pela lente do amor
Pela lente do amor
Pela lente do amor
Pela lente do amor

Pela lente do amor
Sou capaz de entender
Os detalhes da alma de alguém
Pela lente do amor
Vejo a flor me dizer
Que ainda posso enxergar mais além
Pela lente do amor
Vejo a cor do prazer
Vejo a dor com a cara que tem
Pela lente do amor
Vejo o barco correr
Pelas águas do mal e do bem
Mostrar ao médico, encarar, curar sua ferida
Transcender pela lente do amor
Cantar o mântrico
Pagar o kármico na lida
Transcender pela lente do amor
Do amor

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

SESSÃO SAUDADE - BIRA (PROGRAMA DO JÔ)

Há pessoas cuja alegria é contagiante.
Uma dessas pessoas, sem dúvida, foi o baixista Ubirajara Penacho dos Reis, o conhecido Bira do conjunto musical do programa do Jô Soares.


Fonte: https://i2.wp.com/acgnews.com.br/wp-content/uploads/2019/12/bira-20122019192537388.jpg?fit=460%2C305&ssl=1

Bira era dono de uma risada facilmente reconhecível e que alegrava o ambiente do programa do Jô.
Durante anos, ele levou sua alegria àquele programa.
Mas para além de uma personalidade alegre, era um músico de grande talento, como se pode verificar no vídeo abaixo na interpretação da música A Influência do Jazz, de Carlos Lyra.
Obrigado, Bira, por nos deixar de legado sua música e alegria!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org › wiki › Bira.


SESSÃO HUMOR

Joãozinho diz para o professor de história:
- Professor, sinto muito orgulho dessa aula!
- Por que me diz isso Joãozinho?
- Porque daqui a 10 anos vou olhar para esse caderno e vou falar: "Esse caderno tem história!"