sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa e o pôster pertencem à revista Sétimo Céu - Série Amor nr. 71, publicada em setembro de 1978.
Boa diversão!


SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à atriz Alessandra Negrini. Agora tentem descobrir quem é a garota da foto.
Eis algumas pistas:
1) Esta atriz, ainda viva, nasceu na capital carioca no ano de 1981.
2) Estreou na televisão na novela Cara e Coroa (1995) na Rede Globo.
3) Participou de novelas como: Salsa e Merengue, Senhora do Destino e Caminho das Índias, todas na Rede Globo.
Boa diversão!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

SESSÃO LEITURA - O QUE A LUA TRAZ CONSIGO - H. P. LOVECRAFT

O texto abaixo é de autoria de H.P. Lovecraft.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.infoescola.com/biografias/h-p-lovecraft/.
Boa leitura!

O QUE A LUA TRAZ CONSIGO

Odeio a lua — tenho-lhe horror — pois às vezes, quando ilumina cenas familiares e queridas, transforma-as em coisas estranhas e odiosas.
Foi durante o verão espectral que a lua brilhou no velho jardim por onde eu errava; o verão espectral de flores narcóticas e úmidos mares de folhagens que evocam sonhos extravagantes e multicoloridos. E enquanto eu caminhava pelo raso córrego cristalino percebi extraordinárias ondulações rematadas por uma luz amarela, como se aquelas águas plácidas fossem arrastadas por correntezas irresistíveis em direção a estranhos oceanos para além deste mundo. Silentes e suaves, frescas e fúnebres, as águas amaldiçoadas pela lua corriam a um destino ignorado; enquanto, dos caramanchões à margem, flores brancas de lótus desprendiam-se uma a uma no vento opiáceo da noite e caíam desesperadas na correnteza, rodopiando em um torvelinho horrível por sob o arco da ponte entalhada e olhando para trás com a resignação sinistra de serenos rostos mortos.
E enquanto eu corria ao longo da margem, esmagando flores adormecidas com meus pés relapsos e cada vez mais desvairado pelo medo de coisas ignotas e pela atração exercida pelos rostos mortos, percebi que o jardim não tinha fim ao luar; pois onde durante o dia havia muros, descortinavam-se novos panoramas de árvores e estradas, flores e arbustos, ídolos de pedra e pagodes, e curvas do regato iluminado para além das margens verdejantes e sob grotescas pontes de pedra. E os lábios daqueles rostos mortos de lótus faziam súplicas tristes e pediam que eu os seguisse, mas não parei de andar até que o córrego se transformasse em rio e desaguasse, em meio a pântanos de juncos balouçantes e praias de areia refulgente, no litoral de um vasto mar sem nome.
Neste mar a lua odiosa brilhava, e acima das ondas silentes estranhas fragrâncias pairavam. E lá, quando vi os rostos de lótus desaparecerem, anseei por redes para que eu pudesse capturá-los e deles aprender os segredos que a lua havia confiado à noite. Mas quando a lua moveu-se em direção ao Ocidente e a maré estagnada refluiu para longe da orla tétrica, pude ver sob aquela luz os antigos coruchéus que as ondas quase revelavam e colunas brancas radiantes com festões de algas verdes. E, sabendo que todos os mortos estavam congregados naquele lugar submerso, estremeci e não quis mais falar com os rostos de lótus.
Contudo, ao ver um condor negro ao largo descer do firmamento para descansar em um enorme recife, senti vontade de interrogá-lo e perguntar sobre os que conheci ainda em vida. Era o que eu teria perguntado se a distância que nos separava não fora tão vasta, mas o pássaro estava demasiado longe e sequer pude vê-lo quando se aproximou do gigantesco recife.
Então observei a maré vazar à luz da lua que aos poucos baixava, e vi os coruchéus brilhando, as torres e os telhados da gotejante cidade morta. E enquanto eu observava, minha narinas tentavam bloquear a pestilência de todos os mortos do mundo; pois, em verdade, naquele lugar ignorado e esquecido reuniam-se todas as carnes dos cemitérios para que os túrgidos vermes marinhos desfrutassem e devorassem o banquete.
Impiedosa, a lua pairava logo acima desses horrores, mas os vermes túrgidos não precisam da lua para se alimentar. E enquanto eu observava as ondulações que denunciavam a agitação dos vermes lá embaixo, pressenti um novo calafrio vindo de longe, do lugar para onde o condor voara, como se a minha carne houvesse sentido o horror antes que meus olhos o vissem.
Tampouco a minha carne estremecera sem motivo, pois quando ergui os olhos percebi que a maré estava muito baixa, deixando à mostra boa parte do enorme recife cujo contorno eu já avistara. E quando vi que o recife era a negra coroa basáltica de um horripilante ícone cuja fronte monstruosa surgia em meio aos baços raios do luar e cujos temíveis cascos deviam tocar o lodo fétido a quilômetros de profundidade, gritei e gritei com medo de que aquele rosto emergisse das águas, e de que os olhos submersos avistassem-me depois que a maligna e traiçoeira lua amarela desaparecesse.
E para escapar a essa coisa medonha, atirei-me sem hesitar nas águas pútridas onde, entre muros cobertos de algas e ruas submersas, os túrgidos vermes marinhos devoram os mortos do mundo.

Fonte: https://www.culturagenial.com/contos-de-terror-completos/#anchor-lua.

SESSÃO ABERTURA DE SÉRIE - MALHAÇÃO MÚLTIPLA ESCOLHA

A série Malhação Múltipla Escolha foi apresentada pela Rede Globo no horário das 17h30 de 18 de outubro de 1999 a 7 de abril de 2000.
O tema musical de abertura era Te Levar, interpretado por Charlie Brown Jr.
Para maiores informações sobre a série, favor acessar: http://teledramaturgia.com.br/malhacao-multipla-escolha/.
Boa diversão!


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Yr6O9i4hewM

LETRA

TE LEVAR

Compositor: Chorão

Tive pensando em me mudar
Sem te deixar pra trás, yeah
Resolvi pensar em nós, yeah
Vou te levar daqui
Vou te levar yeah
Te levar daqui, vou
Vou te levar yeah
Te levar daqui

Aquele tempo ficou pra trás
Eu nunca fui feliz ali
Resolvi pensar em nós
Vou te levar daqui
Vou te levar, yeah
Te levar daqui
Vou te levar, yeah
Te levar daqui

Eu tenho história de luta e glória
Mas só deixa eu te contar o que eu passei por lá
Mas eu ainda fico impressionado com as coisas da cidade
Aqueles mano se foram chegaram antes se foram
Pra onde foram ninguém sabe ninguém faz
Anos e anos da correria faz leva e traz
Anos e anos da correria faz leva e traz, yeah

Vou te levar, yeah
Te levar daqui
Vou te levar, yeah
Te levar daqui

Resolvi pensar em nós
Vou te levar daqui
Vou te levar, vou
Te levar daqui
Vou te levar, yeah
Te levar daqui

Fonte: https://www.letras.mus.br/charlie-brown-jr/6005/

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

SESSÃO SAUDADE - DARCY DE SOUZA

A homenagem de hoje vai para a atriz Darcy de Souza.


Fonte: https://www.museudatv.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Darcy-de-Souza-em-1975.jpg

Ela trabalhou por longos anos no cinema, teatro e televisão. Mas seu personagem mais marcante foi a mãe do Azambuja, personagem criado pelo genial Chico Anysio.
Obrigado, Darcy de Souza, por seu trabalho artístico de grande valor!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: http://www.elencobrasileiro.com/2010/04/darcy-de-souza.html.
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos abaixo pequena cena do programa Chico Anysio, em que contracena com os saudosos Chico Anysio, Wilson Grey e Antônio Carlos.


Fonte: https://www.dailymotion.com/video/x5lzy1f

SESSÃO HUMOR

Um dia, o menino foi roupar ameixas no vizinho, mas o vizinho viu:
- Menino desce daí, se não vou contar para seu pai!
- Conte, ele está no galho de acima!

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/piadas/366246-piada-o-menino-e-o-vizinho.

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

SESSÃO REMAKE MUSICAL - JUST CAN'T GET ENOUGH - HYSTERIKA

A canção Just Can't Get Enough, originalmente interpretada por Depeche Mode, é apresentada no vídeo abaixo por Hysterika.
Boa diversão!


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=WyjtdVXo5oA

LETRA

JUST CAN'T GET ENOUGH

Composers: Martin Gore / Vince Clarke

When I'm with you baby
I go out of my head
I just can't get enough
I just can't get enough
All the things you do to me
And everything you said
I just can't get enough
I just can't get enough
We slip and slide as we fall in love
And I just can't seem to get enough

We walk together
We're walking down the street
I just can't get enough
I just can't get enough
Everytime I think of you
I know we have to meet
I just can't get enough
I just can't get enough
It's getting hotter, it's a burning love
And I just can't seem to get enough

And when it rains
You're shining down for me
I just can't get enough
I just can't get enough
Just like a rainbow
You know you set me free
I just can't get enough
I just can't get enough
You're like an angel and you give me your love
And I just can't seem to get enough

TRADUÇÃO

SIMPLESMENTE NÃO CONSIGO O BASTANTE

Compositores: Martin Gore / Vince Clarke

Quando estou com você, baby
Fico fora de mim
E não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Todas as coisas que você faz para mim
E tudo que você disse
Eu não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Nós deslizamos e escorregamos e nos apaixonamos
E eu pareço não conseguir o bastante

Andamos juntos
Descendo a rua
E eu não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Toda vez que penso em você
Sei que temos de nos encontrar e
Eu não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Está ficando quente, é um amor que queima, e eu
Pareço não conseguir o bastante

E quando chove
Você brilha para mim
E eu não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Como um arco-íris
Você sabe que me liberta, e
Eu não consigo o bastante
Não consigo o bastante
Você é como um anjo e me dá teu amor e eu
Não pareço conseguir o bastante

Fonte da letra e da tradução com adaptações: https://www.letras.mus.br/depeche-mode/10512/traducao.html