sábado, 19 de agosto de 2017

CHAMADA - SESSÃO RETRÔ - NOVELAS

Irmãos Coragem (primeira versão), O Primeiro Amor, O Terceiro Pecado, Nossa Filha Gabriela, grandes novelas que estarão em breve em cartaz na Sessão Retrô - Novelas!
Não percam!

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - JUNTOS SEREMOS FELIZES

A fotonovela abaixo pertence à revista Sétimo Céu nr. 168, publicada em março de 1970.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!




























sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Cartaz nr. 21, publicada em 27/07/72.
Já o pôster à revista Contigo nr. 246, que foi às bancas em 17/02/78.
Boa diversão!



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à atriz e cantora Heloísa Helena.
Agora tentem descobrir quem é o garotinho da foto.
Eis algumas pistas:
1) Este apresentador de televisão e jornalista, já falecido, nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1933.
2) Iniciou sua carreira na TV Rio, no ano de 1955.
3) Comandou um programa jornalístico nas madrugadas e que foi apresentado na Rede Globo, TV Gazeta, Rede Record, Rede Bandeirantes, SBT, Rede Manchete e Record News.
Boa diversão!


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

SESSÃO LEITURA - DE CIMA PARA BAIXO - ARTUR AZEVEDO

O texto abaixo é de autoria de Artur Azevedo.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: http://www.academia.org.br/academicos/artur-azevedo/biografia.
Boa leitura!

DE CIMA PARA BAIXO

Naquele dia o ministro chegou de mau humor ao seu gabinete, e imediatamente mandou chamar o diretor-geral da Secretaria. Este, como se movido por uma pilha elétrica, poucos instantes depois estava em presença de Sua Excelência, que o recebeu com duas pedras na mão.
— Estou furioso! — exclamou o conselheiro; — por sua causa passei por uma vergonha diante de Sua Majestade o Imperador!
— Por minha causa? — perguntou o diretor-geral, abrindo muito os olhos e batendo no peito.
— O senhor mandou-me na pasta um decreto de nomeação sem o nome do funcionário nomeado!
— Que me está dizendo, Excelentíssimo?...
E o diretor-geral, que era tão passivo e humilde com os superiores quão arrogante e autoritário com os subalternos, apanhou rapidamente no ar o decreto que o ministro lhe atirou, em risco de lhe bater na cara, e depois de escanchar a luneta no nariz, confessou em voz sumida:
— É verdade! Passou-me! Não sei como isto foi...
— É imperdoável esta falta de cuidado! Deveriam merecer-lhe um pouco mais de atenção os atos que têm de ser submetidos à assinatura de Sua Majestade, principalmente agora que, como sabe, está doente o seu oficial-de-gabinete!
Dando um murro sobre a mesa, o ministro prosseguiu:
— Por sua causa esteve iminente uma crise ministerial. Ouvi palavras tão desagradáveis, proferidas pelos augustos lábios de Sua Majestade, que dei a minha demissão...
— Oh!...
— Sua Majestade não a aceitou...
— Naturalmente! Fez Sua Majestade muito bem.
— Não a aceitou porque me considera muito, e sabe que a um ministro ocupado como eu é fácil escapar um decreto mal copiado.
— Peço mil perdões a Vossa Excelência — protestou o diretor-geral, terrivelmente impressionado pela palavra demissão. — O acúmulo de serviço fez com que me escapasse tão grave lacuna; mas afirmo a Vossa Excelência que de agora em diante hei de ter o maior cuidado em que não se reproduzam fatos desta natureza.
O ministro deu-lhe as costas e encolheu os ombros, dizendo:
— Bom! mande reformar essa porcaria!
* * *
O diretor-geral saiu, fazendo muitas mesuras. Chegando no seu gabinete, mandou chamar o chefe da 3ª seção, que o encontrou fulo de cólera.
— Estou furioso! Por sua causa passei por uma vergonha diante do Sr. Ministro!
— Por minha causa?
— O senhor mandou-me na pasta um decreto sem o nome do funcionário nomeado! — E atirou-lhe o papel, que caiu no chão.
O chefe da 3ª seção apanhou-o, atônito. Depois de se certificar do erro, balbuciou:
— Queira Vossa Senhoria desculpar-me, Sr. Diretor... são coisas que acontecem... havia tanto serviço... e tudo tão urgente!...
— O Sr. Ministro ficou, e com razão, exasperado! Tratou-me com toda a consideração, com toda a afabilidade, mas notei que estava fora de si!
— Não era caso para tanto.
— Não era caso para tanto? Pois olhe, Sua Excelência disse-me que eu devia suspender o chefe de seção que me mandou isto na pasta!
— Eu... Vossa Senhoria...
— Não o suspendo. Limito-me a fazer-lhe uma advertência, de acordo com o regulamento.
— Eu... Vossa Senhoria...
— Não me responda! Não faça a menor observação! Retire-se, e mande reformar essa porcaria!
* * *
O chefe da 3ª seção retirou-se confundido, e foi ter à mesa do amanuense que tão mal copiara o decreto:
— Estou furioso, Sr. Godinho! Por sua causa passei por uma vergonha diante do Sr. diretor-geral!
— Por minha causa?
— O senhor é um empregado inepto, desidioso, desmazelado, incorrigível! Este decreto não tem o nome do funcionário nomeado!
E atirou o papel, que bateu no peito do amanuense.
— Eu devia propor a sua suspensão por 15 dias ou um mês. Limito-me a repreendê-lo, na forma do regulamento! O que eu teria ouvido, se o Sr. diretor-geral me não tratasse com tanto respeito e consideração!
— O expediente foi tanto, que não tive tempo de reler o que escrevi...
— Ainda o confessa!
— Fiei-me em que o Sr. chefe passasse os olhos...
— Cale-se!... Quem sabe se o senhor pretende ensinar-me quais sejam as minhas atribuições?!...
— Não, senhor, e peço-lhe que me perdoe esta falta...
— Cale-se, já lhe disse, e trate de reformar essa porcaria!...
* * *
O amanuense obedeceu. Acabado o serviço, tocou a campainha e apareceu um contínuo.
— Por sua causa passei por uma vergonha diante do chefe da seção!
— Por minha causa?
— Sim, por sua causa! Se você ontem não tivesse levado tanto tempo a trazer-me o papel imperial que lhe pedi, não teria eu passado a limpo este decreto com tanta pressa, o que me levou a omitir o nome do nomeado.
— Foi porque...
— Não se desculpe! Você é um contínuo muito relaxado! Se o chefe não me considerasse tanto, eu estaria suspenso, e a culpa seria sua! Retire-se!
— Mas...
— Retire-se, já lhe disse! E deve dar-se por muito feliz. Eu poderia queixar-me de você!...
* * *
O contínuo saiu dali, e foi vingar-se num servente preto, que cochilava num corredor da Secretaria.
— Estou furioso! Por sua causa passei pela vergonha de ser repreendido por um bigorrilhas!
— Por minha causa?
— Sim. Quando te mandei ontem buscar na portaria aquele papel imperial, por que te demoraste tanto?
— Porque...
— Cala a boca! Isto aqui é andar muito direitinho, entendes? Porque, no dia em que eu me queixar de ti ao porteiro, estás no olho da rua. Serventes não faltam!...
O preto não redargüiu.
* * *
O pobre diabo não tinha ninguém abaixo de si, em quem pudesse desforrar-se da agressão do contínuo; entretanto, quando depois do jantar, sem vontade, entrou no pardieiro em que morava, deu um tremento pontapé no seu cão.
O mísero animal, que vinha alegre dar-lhe as boas-vindas, grunhiu, grunhiu, grunhiu, e voltou a lamber-lhe humildemente os pés.
O cão pagou pelo servente, pelo contínuo, pelo amanuense, pelo chefe da seção, pelo diretor-geral e pelo ministro!...

(Artur Azevedo, in Maravilhas do conto humorístico – Cultrix, SP, 1961)

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - A VIAGEM (REPRISE DE 1980)

A novela foi, originalmente, apresentada pela Rede Tupi, no horário das 20h de 1 de outubro de 1975 a 27 de março de 1976 e, posteriormente, reprisada no ano de 1980, pouco antes do fechamento da emissora, desta vez às 20h de 3 de março a meados de julho.
Para maiores informações sobre a novela, favor consultar: http://www.teledramaturgia.com.br/a-viagem-1975/.
O tema musical de abertura da reprise, conforme levantamos no endereço https://www.youtube.com/watch?v=TLQWWWrXwhE,  era uma combinação de trechos das canções Voyager e The Eagle Will Rise Again, interpretadas por The Alan Parsons Project.
Boa diversão!

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

SESSÃO SAUDADE - DORI EDSON

Quando falamos em Jovem Guarda, vem à nossa mente nomes como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléia, Jerry Adriani, Wanderlei Cardoso, só para mencionar alguns.
Mas alguns artistas não são tão lembrados como é o caso do nosso homenageado de hoje: Dori Edson.


Fonte: http://1.bp.blogspot.com/-yrDWohiWmFo/TmE7oMbN7vI/AAAAAAAAC2E/cj7epg5sl10/s1600/Dori%2BEdson.jpg

Compositor de grande talento, algumas de suas composições foram gravadas por grandes nomes do movimento já citado como Waldirene, Eduardo Araújo, Os Caçulas, dentre outros.
Além disso, destacou-se também como cantor, cujo maior sucesso foi Perto dos Olhos, Longe do Coração, que reproduzimos abaixo como homenagem a ele.
Obrigado, Dori Edson por sua grande contribuição à nossa música como cantor e compositor!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: http://dicionariompb.com.br/dori-edson.

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LETRA

PERTO DOS OLHOS, LONGE DO CORAÇÃO

Porque que toda vez que eu falo com você
Você parece que não quer prestar nem atenção
Porque você meu bem não aprendeu ainda a ver
Quem em meus olhos têm amor e muita emoção
Ah! Muita emoção

Então eu choro
Esta solidão
Você perto dos meus olhos
E tão longe do meu coração

Eu hei de conseguir o seu amor por toda a vida
Só que o caminho eu não sei minha querida
Eu tenho que fingir que é amizade pra te ver
Embora as vezes sinta que você vai perceber
Hum, você vai perceber

Então eu choro

SESSÃO HUMOR

A mãe chegou para o Joãozinho e disse:
– Meu filho, vá à feira e veja se o seu Manoel tem um pé de alface.
E ele foi. Logo mais, ele voltou de mãos vazias. A mãe estranhou e perguntou:
– Ele não tinha pés de alface?
Joãozinho respondeu:
– Não sei, porque ele estava usando sapatos!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

SESSÃO REMAKE MUSICAL - HOMENAGEM AO MALANDRO - NARA LEÃO

A canção Homenagem ao Malandro, que teve como um dos intérpretes Moreira da Silva, é apresentada no vídeo abaixo por Nara Leão.
Boa diversão!

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LETRA

HOMENAGEM AO MALANDRO

Compositor: Chico Buarque

Eu fui fazer um samba em homenagem
à nata da malandragem,
que conheço de outros carnavais.
Eu fui à Lapa e perdi a viagem,
que aquela tal malandragem
não existe mais.
Agora já não é normal,
o que dá de malandro regular profissional,
malandro com o aparato de malandro oficial,
malandro candidato a malandro federal,
malandro com retrato na coluna social;
malandro com contrato, com gravata e capital,
que nunca se dá mal.
Mas o malandro para valer, não espalha,
aposentou a navalha,
tem mulher e filho e tralha e tal.
Dizem as más línguas que ele até trabalha,
mora lá longe e chacoalha num trem da Central.

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - HOMENAGEM AO MALANDRO - MOREIRA DA SILVA

A canção Homenagem ao Malandro, interpretada por Moreira da Silva, fez parte da trilha sonora da novela Chega Mais, apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 3 de março a 6 de setembro de 1980.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/chega-mais/.
Boa diversão!

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LETRA

HOMENAGEM AO MALANDRO

Compositor: Chico Buarque

Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem, que conheço de outros carnavais
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem não existe mais
Agora já não é normal, o que dá de malandro
Regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal
Mas o malandro para valer, não espalha
Aposentou a navalha, tem mulher e filho e tralha e tal
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe, chacoalha no trem da Central

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - MOACYR FRANCO

A reportagem abaixo foi publicada na revista Cartaz nr. 21, publicada em 27 de julho de 1972.
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Boa diversão!




SESSÃO RETRÔ - NOVELAS - O CASARÃO - QUINTA PARTE

A reportagem abaixo é parte da revista portuguesa Plateia, publicada, provavelmente, em 1977.
A novela O Casarão foi apresentada pela Rede Globo no horário das 20h de 7 de junho a 11 de dezembro de 1976.
Para saber mais sobre essa novela, favor consultar: http://www.teledramaturgia.com.br/o-casarao/.
Na próxima semana tem mais!
Continuem acompanhando!
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Boa leitura!


sábado, 12 de agosto de 2017

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - SURFE, VÉU E GRINALDA

A fotonovela abaixo pertence à revista Amiga nr. 69, publicada em 07 de setembro de 1971.
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Boa leitura!