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quarta-feira, 4 de março de 2026

SESSÃO SAUDADE - CARLOS ALBERTO

A homenagem de hoje vai para o ator Carlos Alberto.


Fonte: https://p2.trrsf.com/image/fget/cf/1200/1200/middle/images.terra.com/2022/06/25/carlosalberto-ts1yxq8r66gh.jpg

Carlos Alberto Squeff Soares marcou profundamente a história da teledramaturgia brasileira. Conhecido por sua elegância, presença cênica e papéis intensos, ele se tornou um dos grandes galãs da televisão entre as décadas de 1960 e 1990.
Ele nasceu em 11 de junho de 1925, no Rio Grande do Sul, e faleceu em 6 de maio de 2007, no Rio de Janeiro. Além de ator, teve formação em geologia e literatura comparada, e chegou a atuar como fiscal de rendas antes de se dedicar integralmente à carreira artística.
Ele se destacou especialmente na TV Globo, onde viveu sua fase mais emblemática como galã clássico, e mais tarde brilhou na Rede Manchete, em produções que marcaram época.
A imagem de Carlos Alberto como galã não se deve apenas à aparência, mas ao conjunto de qualidades que o tornaram único:
- Presença cênica forte, dominando a tela com naturalidade.
- Versatilidade, interpretando heróis, vilões, aristocratas e personagens atormentados.
- Elegância e postura, marcas registradas de sua atuação.
- Profissionalismo e discrição, que reforçavam sua reputação nos bastidores.
- Química com suas parceiras de cena, especialmente Yoná Magalhães.
Essas características o transformaram em um dos atores mais respeitados de sua geração.
Sua carreira de Carlos Alberto atravessou diferentes fases da televisão brasileira.
Na Rede Globo, atuou em Eu Compro Esta Mulher (1966); O Rei dos Ciganos (1966); A Sombra de Rebeca (1967); Passo dos Ventos (1968), A Ponte dos Suspiros (1969) e Bravo! (1975).
Na TV Tupi, esteve em Simplesmente Maria (1970) e Na Idade do Lobo (1972).
Na Rede Manchete, trabalhou em Dona Beija (1986), - Kananga do Japão (1989), Tocaia Grande (1995), Xica da Silva (1996) e Mandacaru (1997), apenas para mencionar algumas.
Obrigado, Carlos Alberto, pelo legado maravilhoso que deixou para nossa teledramaturgia!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Alberto_(ator).
Como parte desta homenagem, destacamos sua participação na novela Mandacaru da Rede Manchete, em um pequeno vídeo em que atua ao lado de Ângela Leal e Guilherme Piva, interpretando o Padre Waldeck.


Fonte do fragmento: https://www.youtube.com/watch?v=YIkUj7GkVTI

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - CARLOS ALBERTO

A reportagem abaixo foi publicada na Revista do Rádio e TV nr. 994, publicada em 05 de outubro de 1968.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa diversão!


quarta-feira, 13 de março de 2024

SESSÃO SAUDADE - CARLOS ALBERTO

A homenagem de hoje vai para o cantor Carlos Alberto.



Destacou-se na década de 60 por gravar muitos boleros, o que lhe valeu o apelido de “Rei do Bolero”, dado pelo saudoso Chacrinha.
Foi um grande vendedor de discos, rivalizando com Roberto Carlos, quando trabalhava com ele na mesma gravadora.
Obrigado, Carlos Alberto, pela herança musical que nos deixou!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Alberto_(cantor).F
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo uma de suas gravações, Lama.


 
LETRA
 
LAMA
 
Compositores: Aylce Chaves / Paulo Marques
 
Se quiser fumar, eu fumo
Se quiser beber, eu bebo
Não interessa a ninguém
Se o meu passado foi lama
 
Hoje quem me difama
Viveu na lama também
Comendo a mesma comida
Bebendo a mesma bebida
 
Respirando o mesmo ar
E hoje por ciúme ou por despeito
Achar-se com o direito
De querer me humilhar
 
Quem és tu, quem foste tu
Não és nada
Se na vida fui errado
Tu foste errada também
 
Não compreendeste meu sacrifício
Sorriste do meu suplício
Me trocando por alguém
Se eu errei, se pequei, não importa
 
Se aos teus olhos, eu estou morto
Pra mim, morreste também
 
Fonte: https://www.letras.mus.br/carlos-alberto/1205567/

segunda-feira, 30 de julho de 2012

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - CARLOS ALBERTO

A reportagem que reproduzimos abaixo foi publicada na revista Sétimo Céu em número e data que desconhecemos.
Nossos agradecimentos à amiga Maria do Sul pela remessa do material.
Boa diversão!