quarta-feira, 30 de setembro de 2015

SESSÃO SAUDADE - CARLOS MANGA

Costumamos homenagear, neste espaço, atores, cantores e humoristas, mas sempre é bom lembrar que por detrás desses artistas há um profissional responsável pelo sucesso deles: o diretor.
Hoje, homenageamos um desses profissionais: o brilhante Carlos Manga.
Da chanchada e dos filmes cinematográficos à televisão, Manga percorreu o caminho da arte visual sempre com brilhantismo!
Obrigado, Carlos Manga, por seu trabalho escondido que nos trouxe tantas pérolas no cinema e na televisão!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Manga.
Com o objetivo de homenageá-lo, exibimos abaixo pequeno vídeo que fala de sua carreira na telona e na telinha.



SESSÃO HUMOR

Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:
- Cara você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
O amigo fala:
- Mas eu não tenho bigode!
- Mas minha sogra tem!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

SESSÃO REMAKE MUSICAL - AMIGOS NOVOS E ANTIGOS - JOÃO BOSCO

A canção Amigos Novos e Antigos, que teve como um dos intérpretes Vanusa, é apresentada no vídeo abaixo por João Bosco.
Para ouvir a versão de Vanusa, favor acessar: http://biscoitocafeenovela.blogspot.com.br/2015/09/sessao-tunel-do-tempo-musical-amigos.html.
Boa diversão!



LETRA

AMIGOS NOVOS E ANTIGOS

As frases e as manhãs
são espontâneas
Levantam do escuro
e ninguém pode evitar
Eu tento apenas
mostrar cantando
O lado oculto do meu coração
Eu tenho às vezes
no olhar tardes de chuva
E sons percorrendo
alamedas na memória
Eu tento apenas
mostrar cantando
O que há nos lagos
do meu coração

Quando para mucho
me amore de felice corazon
Mundo paparazzi me amore chika ferdy para sol
Questo obrigado tanta mucho que can eat it carrosel

Alguém entrou no
meu peito agora
Mas só depois
vou saber quem é.

As frases e manhãs
são espontâneas.

Fonte com adaptação: http://www.vagalume.com.br/vanusa/amigos-novos-e-antigos-2.html#ixzz3kOTPzpRz

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - AMIGOS NOVOS E ANTIGOS - VANUSA

A canção Amigos Novos e Antigos, interpretada por Vanusa, fez parte da trilha sonora da primeira versão da novela Anjo Mau, apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 2 de fevereiro a 24 de agosto de 1976.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/anjo-mau-1976/.
Boa diversão!



LETRA

AMIGOS NOVOS E ANTIGOS

As frases e as manhãs
são espontâneas
Levantam do escuro
e ninguém pode evitar
Eu tento apenas
mostrar cantando
O lado oculto do meu coração
Eu tenho às vezes
no olhar tardes de chuva
E sons percorrendo
alamedas na memória
Eu tento apenas
mostrar cantando
O que há nos lagos
do meu coração

Quando para mucho
me amore de felice corazon
Mundo paparazzi me amore chika ferdy para sol
Questo obrigado tanta mucho que can eat it carrosel

Alguém entrou no
meu peito agora
Mas só depois
vou saber quem é.
  
Fonte: http://www.vagalume.com.br/vanusa/amigos-novos-e-antigos-2.html#ixzz3kOTPzpRz

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - NARJARA TURETA

A reportagem abaixo foi publicada na revista Amiga TV Tudo nr. 535, publicada em 20 de agosto de 1980.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa diversão!



SESSÃO RETRÔ - NOVELAS - ESPECIAL XLI - UMA ROSA COM AMOR

A reportagem abaixo foi publicada na revista Cartaz nr. 42 de 21/12/72.
Para maiores informações sobre a primeira versão de Uma Rosa com Amor, favor acessar: www.teledramaturgia.com.br/uma-rosa-com-amor-1972/.
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Boa diversão!


sábado, 26 de setembro de 2015

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - SONHO DE UMA BORBOLETA

A fotonovela abaixo pertence à revista Amiga – TV Tudo nr. 178, publicada em 16 de outubro de 1973.
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Boa leitura!

















sexta-feira, 25 de setembro de 2015

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Amiga – TV Tudo nr. 178, publicada em 16 de outubro de 1973.
Já o pôster pertence à revista Contigo nr. 299, publicada em 29/02/80.
Boa diversão!



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao ator Rubens de Falco.
Agora tentem descobrir quem é a garota da foto.
Eis algumas pistas:
1) Esta atriz ainda viva, nasceu na capital carioca, no ano de 1925.
2) Estreou em telenovelas em Angústia de Amar, na TV Tupi, em 1967.
3) Participou de novelas como: A Gordinha, na Rede Tupi; Água Viva, na Rede Globo e Ninho da Serpente, na Rede Bandeirantes.
Boa diversão!


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

SESSÃO LEITURA - UM CASO OBSCURO - RACHEL DE QUEIROZ

O texto abaixo é da autoria de Rachel de Queiroz.
Para maiores informações sobre a autora, favor acessar: http://www.releituras.com/racheldequeiroz_bio.asp.
Boa leitura!

UM CASO OBSCURO

Não quero fazer campanha contra quem acredita em espíritos, quem tem visões ou ouve "avisos". Espiritismo é religião tão respeitável quanto qualquer outra. Quero apenas prevenir meu amigo leitor contra alguma conversão apressada, porque o fato é que as forças da terra muitas vezes se misturam com as forças do céu.
O caso que passo a contar como exemplo, naturalmente que é verídico. Se fosse a cronista inventar um conto, teria que apurar muito mais o enredo e os personagens, dar-lhes veracidade e complexidade. E, aliás, como ficção ele não teria importância nem sentido. O seu valor único é a autenticidade.
Certa professora de grupo, minha conhecida, tem uma empregada, senhora cinquentona, de cara séria e jeito discreto, natural de Suruí, no Estado do Rio, de onde veio há poucos meses. E lá em Suruí deixou a mãe cega e enferma, da qual não tinha notícias desde que viera para a cidade. Analfabeta, não escrevia nem recebia cartas. Essa gente da roça não acredita muito em correspondência senão para notícias capitais.
Mas um belo dia acordou a empregada, que se chama Joana, chorando, abaladíssima, queixando-se de estranhas visões. Dizia que passara toda a noite acordada; mas não pudera chamar ninguém porque com o medo ficara sem fala. Sentira uns assopros no ouvido, depois lhe sacudiam a cama, como se fosse um terremoto. Por fim vira a mãe, a velhinha cega, estirada num caixão, metida numa mortalha preta. Toda a manhã a mulher chorou e lamentou-se. A patroa, penalizada, ofereceu-se para mandar um telegrama pedindo noticias. Joana porém tinha medo de telegramas:
— E mais medo tem minha mãe. Chegando telegrama lá, se ela ainda estiver viva morre só de susto.
Estavam nisso as coisas quando ao meio-dia aparece na casa da professora um filho homem de Joana, que também reside na cidade. Trazia na mão um envelope fechado, sem carimbo nem selo. Era uma carta vinda em mão própria da sua terra, explicou o moço. E como ele também não sabia ler, pediram à patroa que abrisse e lesse a missiva — aliás curta e comovente.
"Minha irmã como vai esta tem por fim de lhe dizer que a nossa mãe está às portas da morte já de vela na mão. Joana se apresse sinão não vê mais nossa mãe adeus do seu irmão Basílio."
Chegando assim aquela carta, após a série de visões noturnas, era impressionante. E a própria patroa a abrira, excluindo-se assim a possibilidade de conhecimento prévio do conteúdo. Era uma dessas bofetadas que o mundo dos invisíveis atira aos pobres humanos, deixando-os cheios de susto e dúvida. Com seus próprios ouvidos escutara a patroa pela manhã a história do assopro, das sacudidelas na cama, da figura amortalhada no caixão. Com suas mãos recebera a carta, com seus olhos lera o endereço tremido e oblíquo, e depois a lacônica má nova. Naturalmente deu imediata licença a Joana para a viagem. Grande falta lhe faria em casa, mas quem pode pensar em impedir um filho de despedir-se da mãe, à hora da morte? E deu-lhe mais dinheiro, deu-lhe um vestido preto quase novo, consultou o horário dos trens, forneceu provisões para a viagem. Não era só caridade de burguesa progressista que a animava, mas principalmente o interesse do profano por uma criatura feita instrumento das forças do Incognoscível. E Joana partiu. A patroa ficou contando a história aos conhecidos; contou por boca e por telefone. Chegou a contar por carta. Não a repetiu às crianças no grupo só de medo de assustá-las com essas coisas misteriosas que ficam entre o céu e a terra. O caso era tão simples, tão líquido: resumia-se apenas a fatos dos quais ela própria era testemunha. E fazia cálculos: a carta deve ter partido de Suruí na antevéspera, de modo que a velha bem podia estar mesmo morrendo na hora das visões noturnas de Joana. Ficou a esperar impaciente a volta da viajante. Sim, porque Joana pediu que o seu lugar fosse conservado, que, consumado tudo, voltaria. "Nem espero a semana de nojo, patroa. Venho logo depois do enterro."
E, falando em enterro, rompeu em pranto.
Passados oito dias, chegou Joana, mas ainda com a saia estampadinha de encarnado com a qual partira, em vez do vestido de seda preta que lhe dera a patroa, prevendo o luto. Sim, a velha continuava viva. Contou que a mãe estivera de fato muito ruim, vai-não-vai, mas de repente melhorara. Por isso Joana se demorara mais, até que a melhora parecesse segura. E voltou a trabalhar como dantes.
Aquela quase ressurreição desorientou a patroa. Afinal, a velha aparecera de mortalha, e dera o assopro, e sacudira a cama... Mas consultando sobre o assunto os amigos espíritas, eles lhe explicaram que era assim mesmo, e tanto o espírito encarnado como o desencarnado poderia mandar "avisos". Falaram mesmo em corpo astral, e a professora se impressionou muito.
Nesse estado moral ficou, meio abalada, meio crente, até que um dia sucedeu dessas incríveis, dessas raras coincidências que só acontecem na vida real e nos romances de fancaria: recebeu a visita de uma amiga a quem também contara a história da visão. A amiga vinha de propósito lhe narrar a tal coincidência inaudita. Imagine-se que o filho de Joana por acaso fora trabalhar em sua casa, consertando-lhe o jardim. Lá estava fazia uma quinzena quando inexplicavelmente desapareceu por uma semana. Passados os oito dias, voltou, e alegou motivo de moléstia para a ausência.
No jardim, revolvendo os canteiros, podando o fícus, estabeleceu-se entre jardineiro e patroa esse entendimento normal entre companheiros de trabalho, Ela explicava como queria o serviço, ele dizia que na casa do Dr. Fulano fazia assim e assim, que enxerto de mergulha só é bom com lua tal etc. Afinal, ela lhe perguntou que doença fora a sua, dias antes. O rapaz, que enterrava umas batatas de dália, ficou encabulado. Depois, teve assim como um assomo de consciência, e explicou:
— Patroa, falar a verdade é preciso. Não estive doente não. Mas o caso é que minha mãe meteu na ideia ir em casa, com vontade de assistir umas ladainhas que rezam lá no mês de agosto. Como estava num emprego bom, teve medo que a dona-de-casa se zangasse com uma viagem assim à-toa e não guardasse o lugar para ela, de volta. Então se combinou comigo, só por causa de não fazer a moça se zangar. Pegou a ter uns sonhos com a minha avó, enfiava os olhos na fumaça do fogo para sair chorando. Ai eu mandei um companheiro fazer uma carta chamando, dizendo que a velha estava morrendo, lá no Suruí. A patroa consentiu logo, naturalmente. Tive que fazer companhia a minha mãe, assistimos as ladainhas e agora estamos os dois de volta à nossa obrigação...
A moça ficou espantadíssima:
— Mas, criatura, como é que sua mãe teve a coragem de chamar assim morte para cima de sua avó? Vocês não tiveram medo do agouro?
— Qual, dona! Uma velha daquela, cega, doente, em cima duma cama, dando trabalho e consumição a todo mundo, chamar a morte para ela não é agouro; chamar a morte para ela é mais uma obra de caridade. E daí, agouro que fosse, vê-se bem que não pegou...

O texto acima foi extraído do livro "Quatro Vozes", Distribuidora   Record - Rio de Janeiro, 1998, pág. 35.

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - O DIREITO DE NASCER

O Direito de Nascer foi uma novela que teve várias versões na televisão. Uma delas foi apresentada pelo SBT no horário das 18h15 de 21 de maio a 2 de outubro de 2001.
O tema musical de abertura era Amor Eterno, interpretado por Du Moraes.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/o-direito-de-nascer-2001/.
Boa diversão!


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=dt1yTwm0q4M&list=PLWtSoiAOa5VB3kFfLLj3d4CNCS9R4-vwd&index=15

LETRA

AMOR ETERNO

Amor eterno amor
É o direito de viver
Amor eterno amor
Direito de nascer
De amor meus sonhos fiz
Pra ser feliz, quanto sofri
É sempre o amor mais forte
Mais forte do que a morte
Viver, crescer, vencer
Direito de nascer

Amor eterno amor
Cheio de paz
Todo de Deus
Amor eterno amor
Razão dos dias meus
Se a fé que trago em mim
Me faz assim
Não vou mudar
É sempre o amor mais forte
Mais forte do que a morte
Viver, crescer, vencer
Direito de nascer…

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SESSÃO SAUDADE - BETH LAGO

A carreira de modelo e manequim é muito curta.
Mas há algumas profissionais que conseguem ultrapassar com louvor o fim da carreira, desenvolvendo o talento de representar. Este é o caso de nossa homenageada desta semana: Beth Lago.
Depois de uma bela carreira nas passarelas, Beth trouxe o glamour e o bom humor para a televisão, atuando como atriz e apresentadora. Aliás, bom humor é o que não faltava para essa sorridente morena.
Obrigado, Beth, por seu trabalho nas passarelas e na televisão!
Que reste como recordação seu sorriso otimista!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre essa artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Betty_Lago.
Com o objetivo de homenageá-la, apresentamos abaixo três vídeos. O primeiro é um vídeo relembrando alguns momentos de sua carreira em fotografias; o segundo traz uma participação sua em comercial antigo ao lado de Monique Evans nos anos 80 e, por fim, um pequeno vídeo com participação na minissérie Anos Dourados.

PRIMEIRO VÍDEO



SEGUNDO VÍDEO



TERCEIRO VÍDEO



SESSÃO HUMOR

O bêbado entra no ônibus e senta ao lado de um padre. O padre olha para ele com aquele ar de piedade próprio dos verdadeiros santos e diz:
- Você não vê que esse é o caminho para o inferno, meu filho?
- Puxa vida! Peguei o ônibus errado outra vez!

terça-feira, 22 de setembro de 2015

SESSÃO REMAKE MUSICAL - BLUE DOLPHIN - FAUSTO PAPETTI

A canção Blue Dolphin, que teve como um dos intérpretes Stephen Schlaks, é apresentada no vídeo abaixo por Fausto Papetti.
Para ouvir a versão de Stephen Schlaks, favor acessar: http://biscoitocafeenovela.blogspot.com.br/2015/09/sessao-tunel-do-tempo-musical-blue.html.
Boa diversão!


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=UpOh420kYMI

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - BLUE DOLPHIN STEPHEN SCHLAKS

A canção Blue Dolphin, interpretada por Stephen Schlaks, fez parte da trilha sonora da primeira versão da novela Anjo Mau, apresentada pela Rede Globo no horário das 19 horas entre 2 de fevereiro e 24 de agosto de 1976.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: www.teledramaturgia.com.br/anjo-mau-1976/.
Boa diversão!


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=JNhn4rz30ZY

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - SÉRGIO CHAPELIN

A reportagem abaixo foi publicada na revista Cartaz nr. 49 de 14/02/73.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa diversão!



SESSÃO RETRÔ - COMERCIAIS - GUARANÁ TAÍ (1982)


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=c5YvE_p1F6k

sábado, 19 de setembro de 2015

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - O PREÇO DE UMA AVENTURA

A fotonovela abaixo pertence à revista Amiga – TV Tudo nr. 219, publicada em 30 de julho de 1974.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!

















sexta-feira, 18 de setembro de 2015

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Amiga – TV Tudo nr. 192, publicada em 22 de janeiro de 1974.
Já o pôster pertence à revista Contigo nr. 303, publicada em 25/04/80.
Boa diversão!





SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à cantora Elba Ramalho.
Agora tentem descobrir quem é o rapaz da foto.
Eis algumas pistas:
1) Este ator já falecido, nasceu na capital paulista, no ano de 1931.
2) Nos anos 60, participou de algumas telenovelas da lendária Glória Magadan na Rede Globo.
3) Participou de novelas como: O Grito, na Rede Globo, Gaivotas, na Rede Tupi e Maçã do Amor, na Rede Bandeirantes.
Boa diversão!


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

SESSÃO LEITURA - COBRANÇA - MOACYR SCLIAR

O texto abaixo é de autoria de Moacyr Scliar.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: http://www.releituras.com/mscliar_bio.asp.
Boa leitura!

COBRANÇA

Ela abriu a janela e ali estava ele, diante da casa, caminhando de um lado para outro. Carregava um cartaz, cujos dizeres atraíam a atenção dos passantes: “Aqui mora uma devedora inadimplente.”
— Você não pode fazer isso comigo — protestou ela.
— Claro que posso — replicou ele. — Você comprou, não pagou. Você é uma devedora inadimplente. E eu sou cobrador. Por diversas vezes tentei lhe cobrar, você não pagou.
— Não paguei porque não tenho dinheiro. Esta crise...
— Já sei — ironizou ele. — Você vai me dizer que por causa daquele ataque lá em Nova York seus negócios ficaram prejudicados. Problema seu, ouviu? Problema seu. Meu problema é lhe cobrar. E é o que estou fazendo.
— Mas você podia fazer isso de uma forma mais discreta...
— Negativo. Já usei todas as formas discretas que podia. Falei com você, expliquei, avisei. Nada. Você fazia de conta que nada tinha a ver com o assunto. Minha paciência foi se esgotando, até que não me restou outro recurso: vou ficar aqui, carregando este cartaz, até você saldar sua dívida.
Neste momento começou a chuviscar.
— Você vai se molhar — advertiu ela. — Vai acabar ficando doente.
Ele riu, amargo:
— E daí? Se você está preocupada com minha saúde, pague o que deve.
— Posso lhe dar um guarda-chuva...
— Não quero. Tenho de carregar o cartaz, não um guarda-chuva.
Ela agora estava irritada:
— Acabe com isso, Aristides, e venha para dentro. Afinal, você é meu marido, você mora aqui.
— Sou seu marido — retrucou ele — e você é minha mulher, mas eu sou cobrador profissional e você é devedora. Eu a avisei: não compre essa geladeira, eu não ganho o suficiente para pagar as prestações. Mas não, você não me ouviu. E agora o pessoal lá da empresa de cobrança quer o dinheiro. O que quer você que eu faça? Que perca meu emprego? De jeito nenhum. Vou ficar aqui até você cumprir sua obrigação.
Chovia mais forte, agora. Borrada, a inscrição tornara-se ilegível. A ele, isso pouco importava: continuava andando de um lado para outro, diante da casa, carregando o seu cartaz.

O imaginário cotidiano. São Paulo: Global, 2001.