quinta-feira, 23 de março de 2017

SESSÃO LEITURA - QUASE ELA DEU O "SIM", MAS... - LIMA BARRETO

O texto abaixo é de autoria de Lima Barreto.
Para saber mais sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/lima_barreto/.
Boa leitura!

QUASE ELA DEU O “SIM, MAS...

João Cazu era um moço suburbano, forte e saudável, mas pouco ativo e amigo do trabalho.
Vivia em casa dos tios, numa estação de subúrbios, onde tinha moradia, comida, roupa, calçado e algum dinheiro que a sua bondosa tia e madrinha lhe dava para os cigarros.
Ele, porém, não os comprava; “filava-os” dos outros. “Refundia” os níqueis que lhe dava a tia, para flores a dar às namoradas e comprar bilhetes de tômbolas, nos vários “mafuás”, mais ou menos eclesiásticos, que há por aquelas redondezas.
O conhecimento do seu hábito de “filar” cigarros aos camaradas e amigos, estava tão espalhado que, mal um deles o via, logo tirava da algibeira um cigarro; e, antes de saudá-lo, dizia:
—Toma lá o cigarro, Cazu.
Vivia assim muito bem, sem ambições nem tenções. A maior parte do dia, especialmente a tarde, empregava ele, com outros companheiros, em dar loucos pontapés, numa bola, tendo por arena um terreno baldio das vizinhanças da residência dele ou melhor: dos seus tios e padrinhos.
Contudo, ainda não estava satisfeito. Restava-lhe a grave preocupação de encontrar quem lhe lavasse e engomasse a roupa, remendasse as calças e outras peças do vestuário, cerzisse as meias, etc., etc.
Em resumo: ele queria uma mulher, uma esposa, adaptável ao seu jeito descansado.
Tinha visto falar em sujeitos que se casam com moças ricas e não precisam trabalhar; em outros que esposam professoras e adquirem a meritória profissão de “maridos da professora”; ele, porém, não aspirava a tanto.
Apesar disso, não desanimou de descobrir uma mulher que lhe servisse convenientemente.
Continuou a jogar displicentemente, o seu football vagabundo e a viver cheio de segurança e abundância com os seus tios e padrinhos.
Certo dia, passando pela porteira da casa de uma sua vizinha mais ou menos conhecida, ela lhe pediu:
— “Seu” Cazu, o senhor vai até à estação?
— Vou, Dona Ermelinda.
— Podia me fazer um favor?
— Pois não.
— É ver se o “Seu” Gustavo da padaria “Rosa de Ouro”, me pode ceder duas estampilhas de seiscentos réis. Tenho que fazer um requerimento ao Tesouro, sobre coisas do meu montepio, com urgência, precisava muito.
— Não há dúvida, minha senhora.
Cazu, dizendo isto, pensava de si para si: “É um bom partido. Tem montepio, é viúva; o diabo são os filhos!”.
Dona Ermelinda, à vista da resposta dele, disse:
— Está aqui o dinheiro.
Conquanto dissesse várias vezes que não precisava daquilo — o dinheiro — o impenitente jogador de football e feliz hóspede dos tios, foi embolsando os nicolaus, por causa das dúvidas.
Fez o que tinha a fazer na estação, adquiriu as estampilhas e voltou para entregá-las à viúva.
De fato, Dona Ermelinda era viúva de um contínuo ou cousa parecida de uma repartição pública. Viúva e com pouco mais de trinta anos, nada se falava da sua reputação.
Tinha uma filha e um filho que educava com grande desvelo e muito sacrifício.
Era proprietária do pequeno chalet onde morava, em cujo quintal havia laranjeiras e algumas outras árvores frutíferas.
Fora o seu falecido marido que o adquirira com o produto de uma “sorte” na loteria; e, se ela, com a morte do esposo, o salvara das garras de escrivães, escreventes, meirinhos, solicitadores e advogados “mambembes”, devia-o à precaução do marido que comprara a casa, em nome dela.
Assim mesmo, tinha sido preciso a intervenção do seu compadre, o Capitão Hermenegildo, a fim de remover os obstáculos que certos “águias” começavam a pôr, para impedir que ela entrasse em plena posse do imóvel e abocanhar-lhe afinal o seu chalézito humilde.
De volta, Cazu bateu à porta da viúva que trabalhava no interior, com cujo rendimento ela conseguia aumentar de muito o módico, senão irrisório montepio, de modo a conseguir fazer face às despesas mensais com ela e os filhos.
Percebendo a pobre viúva que era o Cazu, sem se levantar da máquina, gritou:
— Entre, “Seu” Cazu.
Estava só, os filhos ainda não tinham vindo do colégio. Cazu entrou.
Após entregar as estampilhas, quis o rapaz retirar-se; mas foi obstado por Ermelinda nestes termos:
— Espere um pouco, “Seu” Cazu. Vamos tomar café.
Ele aceitou e, embora, ambos se serviram da infusão da “preciosa rubiácea”, como se diz no estilo “valorização”.

A viúva, tomando café, acompanhado com pão e manteiga, pôs-se a olhar o companheiro com certo interesse. Ele notou e fez-se amável e galante, demorando em esvaziar a xícara. A viuvinha sorria interiormente de contentamento. Cazu pensou com os seus botões: “Está aí um bom partido: casa própria, montepio, renda das costuras; e além de tudo, há de lavar-me e consertar a roupa. Se calhou, fico livre das censuras da tia…”
Essa vaga tenção ganhou mais corpo, quando a viúva, olhando-lhe a camisa, perguntou:
— “Seu ” Cazu, se eu lhe disser uma cousa, o senhor fica zangado?
— Ora, qual, Dona Ermelinda?
— Bem. A sua camisa está rasgada no peito. O senhor traz “ela” amanhã, que eu conserto “ela”.
Cazu respondeu que era preciso lavá-la primeiro; mas a viúva prontificou-se em fazer isso também. O player dos pontapés, fingindo relutância no começo, aceitou afinal; e doido por isso estava ele, pois era uma ” entrada”, para obter uma lavadeira em condições favoráveis.
Dito e feito: daí em diante, com jeito e manha, ele conseguiu que a viúva se fizesse a sua lavadeira bem em conta.
Cazu, após tal conquista, redobrou de atividade no football, abandonou os biscates e não dava um passo, para obter emprego. Que é que ele queria mais? Tinha tudo…
Na redondeza, passavam como noivos; mas não eram, nem mesmo namorados declarados.
Havia entre ambos, unicamente um “namoro de caboclo”, com o que Cazu ganhou uma lavadeira, sem nenhuma exigência monetária e cultivava-o carinhosamente.
Um belo dia, após ano e pouco de tal namoro, houve um casamento na casa dos tios do diligente jogador de football. Ele, à vista da cerimônia e da festa, pensou: “Porque também eu não me caso? Porque eu não peço Ermelinda em casamento? Ela aceita, por certo; e eu…”
Matutou domingo, pois o casamento tinha sido no sábado; refletiu segunda e, na terça, cheio de coragem, chegou-se à Ermelinda e pediu-a em casamento.
— É grave isto, Cazu. Olhe que sou viúva e com dois filhos!
— Tratava “eles” bem; eu juro!
— Está bem. Sexta-feira, você vem cedo, para almoçar comigo e eu dou a resposta.
Assim foi feito. Cazu chegou cedo e os dous estiveram a conversar. Ela, com toda a naturalidade, e ele, cheio de ansiedade e, apreensivo.
Num dado momento, Ermelinda foi até à gaveta de um móvel e tirou de lá um papel.
— Cazu — disse ela, tendo o papel na mão — você vai à venda e à quitanda e compra o que está aqui nesta “nota”. É para o almoço.
Cazu agarrou trêmulo o papelucho e pôs-se a ler o seguinte:
1 quilo de feijão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .600 rs.
1/2 de farinha. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 rs.
1/2 de bacalhau. . . . . . . . . . . .. . . . . . . .1.200 rs.
1/2 de batatas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 rs.
Cebolas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 rs.
Alhos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .100 rs.
Azeite. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 rs.
Sal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 rs.
Vinagre. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 rs.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.260 rs.
Quitanda:
Carvão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …280 rs.
Couve. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ….200 rs.
Salsa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …100 rs.
Cebolinha. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ……100 rs.
Tudo: . . . . . . . . . . . …………………………3.860 rs.
Acabada a leitura, Cazu não se levantou logo da cadeira; e, com a lista na mão, a olhar de um lado a outro, parecia atordoado, estuporado.
— Anda Cazu, fez a viúva. Assim, demorando, o almoço fica tarde…
— É que…
— Que há?
— Não tenho dinheiro.
— Mas você não quer casar comigo? É mostrar atividade meu filho! Dê os seus passos… Vá! Um chefe de família não se atrapalha… É agir!
João Cazu, tendo a lista de gêneros na mão, ergueu-se da cadeira, saiu e não mais voltou…

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - MANDACARU

A novela Mandacaru foi apresentada pela Rede Manchete no horário das 21h30 de 12 de agosto de 1997 a 8 de agosto de 1998 e pela Rede Bandeirantes no horário das 22h de 09/01/2006 a 10/11/2006.
Infelizmente, não conseguimos localizar o nome da canção de abertura da atração.
Se alguém tiver alguma informação sobre isso, favor entrar em contato.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/mandacaru/.
Boa diversão!



quarta-feira, 22 de março de 2017

SESSÃO SAUDADE - LUPERCE MIRANDA

Quando o assunto é música, salvos raros casos, instrumentistas são muito menos lembrados que cantores.
Por conta disso, nosso blog gosta de, sempre que é possível, recordar nossos “bambas” dos mais diversos instrumentos musicais.
Nossa homenagem de hoje vai para um fantástico bandolinista: Luperce Miranda.



Além de excelente músico, ele deixou belas composições, que enriqueceram sobremaneira nosso cancioneiro.
Obrigado, Luperce Miranda, por ter povoado nosso mundo sonoro com suas belas interpretações e composições!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: http://dicionariompb.com.br/luperce-miranda.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo, duas magníficas interpretações musicais que contam com sua participação. Na primeira, interpreta o genial choro Naquele Tempo, de Pixinguinha; na segunda, dá vida à canção de sua própria autoria intitulada Quando me Lembro.

PRIMEIRO VÍDEO


Fonte de onde foi retirado o fragmento: http://www.youtube.com/watch?v=wYn7x3uBsIA

SEGUNDO VÍDEO



SESSÃO HUMOR

Um político se aproxima de uma igreja e o padre intercepta-o:
- Quer confessar os seus pecados, senhor ministro?
O político responde:
- Querer até quero, mas só falo na presença do meu advogado.

terça-feira, 21 de março de 2017

SESSÃO REMAKE MUSICAL - LET'S ALL CHANT - PAT E MICK

A canção Let’s All Chant, originalmente interpretada por Michael Zager Band, é apresentada no vídeo abaixo por Pat e Mick.
Boa diversão!



LETRA

LET’S ALL CHANT

(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Ah ah eh eh let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
(Ooh ooh) your body, your body
(Ooh ooh) oh work your body
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody jack your body!
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-let's (ooh)
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-let's (ooh ooh)
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
(Ooh ooh) your body, your body
(Ooh ooh) oh work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack, jack, jack your body!

TRADUÇÃO

VAMOS TODOS CANTAR

(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Ah ah eh eh vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
(Ooh ooh) o seu corpo, seu corpo
(Ooh ooh) oh trabalhar o seu corpo
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todos levantam o seu corpo!
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-vamos (ooh)
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-vamos (ooh ooh)
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
(Ooh ooh) o seu corpo, seu corpo
(Ooh ooh) oh trabalhar o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante, levante, levante seu corpo!


SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - LET'S ALL CHANT - MICHAEL ZAGER BAND

A canção Let’s All Chant, interpretada por Michael Zager Band, embora não tenha saído em disco, fez parte da trilha sonora informal da novela Dancin’ Days, apresentada pela Rede Globo no horário das 20h de 10 de julho de 1978 a 27 de janeiro de 1979.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/dancin-days/.
Boa diversão!



LETRA

LET’S ALL CHANT

(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Ah ah eh eh let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
(Ooh ooh) your body, your body
(Ooh ooh) oh work your body
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody jack your body!
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-let's (ooh)
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-let's (ooh ooh)
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
(Ooh ooh) let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
Ah ah eh eh let's all chant
(Ooh ooh) your body, your body
(Ooh ooh) oh work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
Your body, my body
Everybody move your body
Your body, my body
Everybody work your body
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack your body!
(Ooh ooh) jack, jack, jack your body!

TRADUÇÃO

VAMOS TODOS CANTAR

(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh)
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Ah ah eh eh vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
(Ooh ooh) o seu corpo, seu corpo
(Ooh ooh) oh trabalhar o seu corpo
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todos levantam o seu corpo!
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-vamos (ooh)
(Ooh ooh) le-le-le-le-le-le-le-vamos (ooh ooh)
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
(Ooh ooh) Vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
Ah ah eh eh vamos todos cantar
(Ooh ooh) o seu corpo, seu corpo
(Ooh ooh) oh trabalhar o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo move o seu corpo
Seu corpo, meu corpo
Todo mundo trabalha o seu corpo
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante seu corpo!
(Ooh ooh) levante, levante, levante seu corpo!