sábado, 3 de fevereiro de 2024

PARA MEDITAR

 

SESSÃO FOTONOVELA - UMA VIDA PARA VENDER

A fotonovela abaixo pertence à revista Contigo nr. 209, publicada em 20/09/76.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!















sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Contigo nr. 209, publicada em 20/09/76.
Já o pôster, à revista Contigo nr. 151, edição, provavelmente, de 1975.
Boa diversão!


SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao ator Jesuíta Barbosa. Agora tentem descobrir quem é a garota da foto.
Eis algumas pistas:
1) Esta atriz, ainda viva, nasceu na capital carioca em 1993.
2) Estreou na telinha na novela Viver a Vida (2009) na Rede Globo.
3) Trabalhou em novelas como: Cheias de Charme, Totalmente Demais e O Tempo Não Para, todas na Rede Globo.
Boa diversão!

SESSÃO LEITURA - OS ABISMOS DO ESQUECIMENTO - FERNANDO SABINO

O texto abaixo é de autoria de Fernando Sabino.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/fernando_sabino/.
Boa leitura!

OS ABISMOS DO ESQUECIMENTO

A conversa corria amena naquela casa, enquanto os três casais tomavam um aperitivo, aguardando o jantar. Foi quando um dos convidados pediu silêncio e comunicou que iria contar um caso sensacional. Exatamente assim:
— Atenção todo mundo, calem a boca que eu vou contar um caso sensacional.
Todo mundo se calou. Ele começou o seu caso dizendo que havia comprado uma filmadora super-8 marca “Canon”. O outro convidado encaixou logo um comentário:
— Boa câmera. Mas a melhor é aquela francesa, como é mesmo que se chama?
— Eu sei — tornou o primeiro, aborrecido: — Aliás, é a que eu pretendia comprar, só que não encontrei. Chama-se… Espera que eu já te digo.
Ficaram os dois concentrados, à procura do nome esquecido. As mulheres ameaçaram começar uma conversa à parte, mas foram fulminadas pelo olhar de um deles. Resolveram colaborar, prestimosas:
— Estou com o nome aqui na ponta da língua — disse uma.
— Kodak — disse outra.
— Calem a boca — cortou um dos homens, e voltou-se para o dono da casa: — Você também já andou lidando com super-8, deve saber.
— Estou cansado de saber. Uma câmera francesa. Tem super-8 e tem de 16. Se não me engano, tem até de 35. Só que não consigo me lembrar.
E os três em silêncio, revirando a memória pelo avesso, como se o destino de cada um dependesse daquela palavra perdida. Um deles se dirigiu resolutamente ao telefone e ficou tentando em vão localizar algum amigo que os ajudasse a desencalhar a conversa:
— O Marcos Vasconcelos deve saber.
Dali por diante nada mais conversaram, e o jantar transcorreu em silêncio, entrecortado apenas pelo queixume das mulheres:
— Que coisa mais sem graça…
— Por que vocês não desistem?
— Parecem três idiotas.
O dono da casa, boca aberta e olhos cravados no ar, parecia mesmo um débil mental. Acabou deixando escapar, com voz roufenha:
— Parece com o nome de um escritor francês… Começa com B.
— Balzac! — exclamou, triunfante, uma das mulheres. — Os três homens a olharam, intrigados, como se estivessem diante de um estranho animal. Já não comiam: tendo perdido o apetite, imóveis como estátuas em suas cadeiras, cada um em posição mais extravagante que a do outro, pareciam siderados pela angustiosa busca nos abismos do esquecimento. A certa altura um deles levou lentamente as duas mãos à cabeça e saiu caminhando como se carregasse uma abóbora, foi trancar-se no banheiro. Molhou o rosto, e olhou-se ao espelho, enquanto forçava a memória como se quisesse expelir da mente um corpo estranho. Soltou um suspiro de desistência e simultaneamente viu seu rosto iluminar-se num sorriso: acabava de surpreender a palavra passando fugaz pelo fundo da memória, por pouco não a segurou pelo rabo como a uma lagartixa. Só ficou na lembrança uma sílaba:
— Bô… Bô…
Saiu do banheiro às pressas, para comunicar aos outros dois:
— Bô! Bô! Bô! – repetia, a instigá-los, sacudindo os punhos cerrados no ar: — Começa com bô!
— Isto! Isto! — saltou um deles, excitado.
— Boileau? — arriscou-se o outro.
— Quase! Boileau é o escritor francês.
Deixou-se cair na cadeira, exausto. De súbito se abriu num sorriso beatífico e os outros dois viram sair de sua boca, como numa história em quadrinhos, um balãozinho com a palavra procurada, em letras de ar. Saltaram sobre ele:
— Fala! Fala!
Ele pediu calma com as mãos espalmadas para a frente, respirou fundo, limpou a garganta e falou de mansinho:
— Beaulieu…
Sentiu como se tivesse feito um gol, saudado num só grito pelos outros dois.
Serenados os ânimos, pediram ao dono da câmera que contasse enfim o seu caso sensacional. Mas ele confessou que não podia: havia se esquecido.

Fonte: https://contobrasileiro.com.br/os-abismos-do-esquecimento-cronica-de-fernando-sabino/.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA HUMORÍSTICO - REAPERTURA (1981)

O humorístico Reapertura foi apresentado pelo SBT entre 1981 e 1983, às quartas-feiras, às 21h.
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://tvpediabrasil.fandom.com/pt-br/wiki/Reapertura.
Boa diversão!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

SESSÃO SAUDADE - ARY SANCHES

A homenagem de hoje vai para o cantor Ary Sanches.



Quem assistia o programa Sílvio Santos a partir da metade dos anos 80 se acostumou a vê-lo como um dos intérpretes das canções que eram veiculadas no programa Qual é a Música?, apresentado por Sílvio Santos. Mas ele já possuía uma longa carreira antes dessa ocasião.
Essa carreira começou em 1961 e encerrou apenas com sua morte em 19 de dezembro do ano passado.
Sem dúvida, a fase mais marcante de sua carreira foi na Jovem Guarda, onde emplacou o sucesso O Adeus. Roberto Carlos deu a ele o apelido de “Granada Romântica”, por conta do tipo de canções que interpretava.
Obrigado, Ary Sanches, por ter deixado belas interpretações musicais!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://dicionariompb.com.br/artista/ary-sanches/.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo pequeno vídeo em que interpreta a canção Contigo Aprendi no programa Festa do Malandro, na TV Gazeta, em data que desconhecemos.



LETRA

CONTIGO APRENDI

Compositores: Armando Manzanero / Nazareno de Brito

Contigo aprendi
Que existem novas
E melhores emoções
Contigo aprendi
A conhecer um mundo novo
De ilusões
Aprendi
Que a semana já tem mais
De sete dias
Fazer maiores minhas
Poucas alegrias
E a ser alegre
Eu contigo aprendi

Contigo aprendi
Que existe luz na noite
Mais escura
Contigo aprendi
Que em tudo existe um pouco
De ternura
Aprendi que pode um beijo
Ser mais doce e mais profundo
Que posso ir-me amanhã mesmo deste mundo
As coisas boas, eu contigo já vivi
E contigo aprendi, que eu nasci
No dia em que te conheci

Fonte: https://www.letras.mus.br/altermar-dutra/330949/