sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence ao apresentador e jurado Henrique Fogaça. Agora tentem descobrir quem é o garoto da foto. Eis algumas pistas:
1) Este apresentador e ator, ainda vivo, nasceu na capital paulista em 1979.
2)  Sua primeira participação em telenovela foi em Louca Paixão (1999) na Record TV.
3) Participou de novelas como: Paraíso Tropical, Duas Caras e Amor à Vida, todas na Rede Globo.
Boa diversão!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

SESSÃO LEITURA - 14 FILHOS - RACHEL DE QUEIROZ

O texto abaixo é de autoria de Rachel de Queiroz.
Para maiores informações sobre a autora, favor acessar: https://www.ebiografia.com/rachel_queiroz/.
Boa leitura!

14 FILHOS

Quatorze nasceram. Mal nasceram, porém, foram se ficando pelo caminho, uns de enterite, dois de crupe, um de espasmos, um de umbigo arruinado, e os restantes apenas com dia ou horas de existência, mortos por simples incapacidade de viver. Seis restaram, entretanto, — miúdos, amarelos, raquíticos, cada um com a sua doença ou a sua deficiência funcional. Quer dizer que a perda foi de 57% — proporção de mortalidade escandalosamente elevada até para criação de pintos em baterias, quanto mais para criação de gente.
Enquanto o pai se interessou por aquela ninhada enfermiça, a vida ainda foi possível. Moravam num barraco de uma só peça, coberto de sapé, numa ribanceira de morro por nome Grotinha — nome esquisito e inadequado, pois a palavra grota dá a ideia de água e de molhado e água ali não dá nem em poço fundo. Tem de ser trazida na cabeça, da bica da rua, que fica a cerca de uns quatrocentos metros de distância, afora a subida. E isso quando há água — três vezes por semana, regularmente. Sem contar nas faltas, pois aqui na Ilha a água encanada vem do Rio, sujeita às mesmas irregularidades do abastecimento da cidade, com a agravante de que para cá o cano submarino ainda sofre os percalços do mar, inclusive o assalto de um rebocador que de vez em quando mete nele a quilha e o arrebenta.
Mas assim mesmo em tanta pobreza, enquanto o pai de qualquer modo olhava por eles, a vida ainda era possível: tinham uma conta limitada no armazém, uma vez por outra recebiam dinheiro para uma roupinha ou um lençol, alguma lata de leite condensado para o menorzinho. Houve até algum natal em que ele lhes levou bacalhau e castanhas.
Mas era homem casado, e por capricho jamais largou da esposa legítima, ao longo de toda aquela aventura procriativa que já durava há vinte anos. Os quatorze partos da amiga e os seus seis resultados vivos creio que o não impressionaram muito, não lhe pareciam nenhuma demasia em matéria de atividades extraconjugais. Não se reconhecia nenhuma obrigação — o pouco que fazia ainda era por favor, de bonzinho, — os filhos não eram seus de tinta e papel, não é mesmo? Nem filhos naturais se podiam dizer, tinham nome pior, bastante feio e vergonhoso: filhos adulterinos. E a idiota da mãe, por humildade, por debilidade, por fraqueza, achava que era isso mesmo, o mundo é assim, ela é que não tinha tido sorte. Quantas por aí, ordinárias, vagabundas, e não carecem de nada, nem se ocupam em nada, enquanto ela jamais soube o que foi viver longe da tina de lavadeira.
E lá um belo dia o homem aborreceu-se de vez daquela carga, daqueles meninos amarelos e doentes, da mulher já desdentada, um feixe de ossos, o cabelo alinhavado — e abandonou tudo, mudou-se com a esposa para o Rio.
As crianças aí estão morrendo aos poucos de fome. O menorzinho, já tísico, não pode nem sequer internar-se num hospital, para não contaminar os outros doentes. Segundo informou uma autoridade que a pobre da mãe afinal consultou, nada lhes resta a fazer. Não podem alegar o nome do pai, não podem exigir alimento nem assistência, — porque o pai é casado, e não os reconheceu nem reconhecê-los poderia, por causa do ferrete daquele nome feio acima citado que além de lhes tirar o pão da boca ainda os marcará para a vida inteira.
Parece até coisa dos tempos de antes de Cristo, quando os filhos pagavam pela culpa dos pais, e sendo filhos de pecado, ficavam também malditos como o pecado que os gerara. Embora o pecador principal esteja imune e fagueiro, — pronto até para outras, que ainda é homem forte, mal chegou aos cinquenta, e continua a detestar a esposa como a detestava há vinte anos atrás, quando procurou aquela que depois foi mãe dos quatorze filhos. Fagueiro e irresponsável, sem ter que prestar contas a ninguém, antes com a lei por trás de si a ampará-lo, e a cadeia de boca aberta pronta para engolir a quem quer que o chame de feio.
*
E tem gente que defenda uma lei dessas. Tem até um homem que subiu agora a ministro e que na Câmara se bateu como um fanático para que essa vergonhosa injustiça seja consagrada, regulamentada, ampliada.
Pois a história que contei, se parece extraordinária por causa dos quatorze filhos, não será extraordinária na sua essência, é ocorrência diária na crônica da miséria nacional. Está a toda hora acontecendo — apenas com menos filhos — dois, três, cinco órfãos de pai vivo, desamparados de qualquer assistência, postos fora da lei já desde o ventre materno, pagando não só pelo pecado original, o que já é carga bem dura, mas pelo próprio pecado que os pôs neste mundo sem justiça.

Fonte: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8267/14-filhos.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA DE AUDITÓRIO - DOMINGÃO DO FAUSTÃO (1992)

Domingão do Faustão foi um programa que foi exibido pela Rede Globo de 26 de março de 1989 a 13 de junho de 2021 com a apresentação de Fausto Silva, exceto no último, que foi apresentado por Tiago Leifert.
Ele era apresentado nos domingos à tarde.
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Doming%C3%A3o_do_Faust%C3%A3o.
Boa diversão!


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Od3vp5Rz8uY

SESSÃO SAUDADE - ARMANDO BÓGUS

A homenagem de hoje vai para o ator Armando Bógus.
Sua primeira participação na dramaturgia foi no teatro, onde começou em 1949 e encerrou sua participação em 1990.
Na telona, trabalhou entre 1958 e 1989.
Na telinha, sua carreira transcorreu entre 1956 e 1993, com passagens pela Tupi, Excelsior, Cultura e Globo e participação em grandes novelas como: As Minas de Prata, Redenção, Sangue do Meu Sangue, Gabriela (1ª versão), Roque Santeiro e Tieta com personagens marcantes e inesquecíveis como o turco Nacib, em Gabriela, e o ganancioso Zé das Medalhas, em Roque Santeiro.
Obrigado, Armando Bógus, pela construção de tantos personagens maravilhosos de nossa dramaturgia!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre este artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Armando_B%C3%B3gus.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo pequeno trecho de sua participação na novela Roque Santeiro em que contracena com atriz Cássia Kiss.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=B9qX-mxLtJg&t=11s

SESSÃO HUMOR

Um homem ganancioso vai se confessar:
- Padre, há 20 anos atras, eu abriguei um refugiado de guerra. Qual o meu pecado?
- Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!
- Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.
- Tem razão, meu filho, isso e pecado! Reze 3 Ave-Marias e um Padre-Nosso...
- Só mais uma pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?

Fonte: https://www.saocarlosoficial.com.br/_fonte/piada.asp?t=1&c=1.

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

SESSÃO REMAKE MUSICAL - BABY CAN I HOLD - DINO

A canção Baby Can I Hold, originalmente interpretada por Tracy Chapman, é apresentada no vídeo abaixo por Dino.
Boa diversão!



LETRA

BABY CAN I HOLD

Composer: Tracy Chapman

Sorry
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like sorry
Like sorry

Forgive me
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like forgive me
Forgive me

But you can say: Baby
Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine

I love you
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like I love you
I love you

But you can say: Baby
Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine

Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine
You'd be mine
You'd be mine

Fonte da letra: https://www.letras.mus.br/tracy-chapman/772490/

TRADUÇÃO

QUERIDA, POSSO TE ABRAÇAR?

Compositora: Tracy Chapman

Desculpe
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e ainda
As palavras não vêm tão facilmente
Como desculpe
Como desculpe

Perdoe-me
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e mesmo assim
Palavras não vêm tão facilmente
Como um perdoe-me
Perdoe-me

Mas você pode dizer: Querida
Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu

Eu te amo
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e mesmo assim
As palavras não vêm tão facilmente
Como um eu te amo
Eu te amo

Mas você pode dizer: Querida
Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu

Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu
Você seria meu
Você seria meu

Fonte da tradução: https://www.letras.mus.br/tracy-chapman/772490/traducao.html

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - BABY CAN I HOLD - TRACY CHAPMAN

A canção Baby Can I Hold, interpretada por Tracy Chapman, fez parte da trilha sonora da primeira versão da novela Vale Tudo, apresentada pela Rede Globo no horário das 20h de 16 de maio de 1988 a 6 de janeiro de 1989.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: https://observatoriodatv.com.br/teledramaturgia/vale-tudo/.
Boa diversão!



LETRA

BABY CAN I HOLD

Composer: Tracy Chapman

Sorry
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like sorry
Like sorry

Forgive me
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like forgive me
Forgive me

But you can say: Baby
Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine

I love you
Is all that you can't say?
Years gone by and still
Words don't come easily
Like I love you
I love you

But you can say: Baby
Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine

Baby, can I hold you tonight?
Maybe if I told you the right words
At the right time
You'd be mine
You'd be mine
You'd be mine

Fonte da letra: https://www.letras.mus.br/tracy-chapman/772490/

TRADUÇÃO

QUERIDA, POSSO TE ABRAÇAR?

Compositora: Tracy Chapman

Desculpe
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e ainda
As palavras não vêm tão facilmente
Como desculpe
Como desculpe

Perdoe-me
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e mesmo assim
Palavras não vêm tão facilmente
Como um perdoe-me
Perdoe-me

Mas você pode dizer: Querida
Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu

Eu te amo
É tudo o que você não consegue dizer?
Os anos passaram e mesmo assim
As palavras não vêm tão facilmente
Como um eu te amo
Eu te amo

Mas você pode dizer: Querida
Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu

Querida, posso te abraçar essa noite?
Talvez se eu tivesse dito as palavras certas
Na hora certa
Você seria meu
Você seria meu
Você seria meu

Fonte da tradução: https://www.letras.mus.br/tracy-chapman/772490/traducao.html