quinta-feira, 3 de setembro de 2026

SESSÃO LEITURA - O AMIGO DEVOTADO - OSCAR WILDE

O texto abaixo é de autoria do escritor irlandês Oscar Wilde.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/oscar_wilde/.
Boa leitura!

O AMIGO DEVOTADO

Era uma vez um jovem trabalhador e honesto... Chamava-se Hans. Morava sozinho numa pequena casa e passava o dia inteiro cuidando do jardim. Em toda a região, não havia jardim tão bonito quanto o seu. Encontravam-se aí as mais variadas espécies de flores que cresciam ao lado das mais lindas rosas.
O pequeno Hans tinha muitos amigos, mas o seu maior amigo, o "amigo fiel" era Hugh, o rico moleiro. Realmente, o rico moleiro era tão amigo de Hans que jamais visitava o seu jardim sem inclinar-se sobre os pés de cravo para admirá-los de perto, ou sem colher um bom punhado de flores que levava para casa.
— Os amigos verdadeiros repartem tudo entre si — costumava dizer o rico moleiro. O pequeno Hans concordava com a cabeça e sorria, sentindo-se muito orgulhoso por ter um amigo com tão nobres ideias.
E o pequeno Hans colhia aquelas palavras com um sorriso nos lábios, sentindo-se orgulhoso e feliz por ter um amigo que pensava tão nobremente.
Às vezes, porém, os vizinhos achavam estranho que o rico moleiro nunca concedesse coisa alguma ao pequeno Hans. Conquanto possuísse cem sacos de farinha armazenados em seu estabelecimento comercial, seis vacas leiteiras e uma boa criação de galinhas, jamais compensava o pequeno Hans pelas flores que colhia de seu lindo jardim. O jovem, no entanto, jamais se preocupava com isso.
Nada o encantava tanto quanto ouvir as belas coisas que o moleiro costumava dizer sobre a solidariedade dos verdadeiros amigos.
Assim, pois, o pequeno Hans cultivava o seu jardim. Na primavera, no verão e no outono, sentia-se muito feliz; mas, quando chegava o inverno, e ele não tinha flores para levar ao mercado, chegava a sofrer de frio e fome, deitando-se, à noite, muitas vezes, sem nada ter comido durante o dia.
Além disso, no inverno, sentia-se muito só, porque o rico moleiro jamais o visitava durante essa estação.
— Não convém visitar o pequeno Hans enquanto o inverno durar — dizia, às vezes, o rico Moleiro à sua mulher. — Quando uma pessoa está em apuros, não devemos atormentá-la com visitas. Essa é a minha opinião, e estou certo de que tenho razão. Por isso, esperarei a primavera e, então, tornarei a visitar o meu amigo. Poderá dar-me um cesto de flores e isto o alegrará muito.
— És realmente muito bom, querido — afirmava sua mulher, sentada em um cômodo divã perto de um bom fogo de lenha. — Gosto imensamente de te ouvir falar sobre a amizade. Estou certa de que o padre da comarca não diria sobre ela tão belas coisas como tu.
— E não poderia convidar o pequeno Hans a vir à nossa casa? — perguntava o filho do moleiro. Se o pobre homem está em dificuldade, dar-lhe-ei metade do que é meu, e, assim, já não sofrerá fome:
— Como és tolo! — exclamou o moleiro. — Na verdade, não sei para que serve mandar-te para a escola. Parece que não aprendes nada. Se o pequeno Hans viesse cá, e visse o nosso bom fogo, e comesse da nossa excelente comida, e tomasse do nosso ótimo vinho tinto, poderia sentir inveja. E a inveja é uma coisa terrível que prejudica os melhores caracteres. Realmente, eu não poderia consentir em que o caráter de meu grande amigo se prejudicasse. Estarei sempre atento para que o pequeno Hans não se desvie do bom caminho. Além disso, se ele viesse cá, poderia pedir-me um pouco de farinha, e eu não lhe poderia dar. A farinha é uma coisa e a amizade é outra; não devem confundir-se, portanto.
— Quão inteligente és, querido! Como falas bem! — disse a mulher do moleiro, servindo-lhe um grande copo de cerveja. — Sinto-me tão bem quando falas como quando estou na igreja.
— Muitos sabem agir — replicou o moleiro. — Poucos, porém, sabem falar com elegância e aprumo, o que prova que falar bem é não só mais difícil do que agir, como mais bonito.
E fixou tão severo olhar no filho que este sentiu vergonha de si mesmo, baixando a cabeça e chorando baixinho.
Era tão jovem, que bem podereis vós desculpá-lo!
*
Logo que passou o rigor do inverno e os botões começaram a abrir-se em rosas, o moleiro disse à sua mulher que já era tempo de visitar o pequenos Hans.
— Ah, que bom coração tens! — exclamou a mulher. — Estás sempre pensando nos outros. Não te esqueças de levar o cesto grande para trazeres as flores.
O moleiro, então, desceu à colina com a cesta no braço.
— Bom dia, Hans — disse o moleiro.
— Bom dia — respondeu Hans, todo sorridente e feliz.
— Como passaste o Inverno?
— Bem, bem — respondeu, prontamente, o jardineiro. — Muito obrigado pelo seu interesse. Houve alguns momentos duros, mas, agora, chegou a primavera e sinto-me quase feliz... — Ademais, as flores estão muito bonitas.
— Em casa, falamos muito a teu respeito, Hans — disse-lhe o moleiro. — Pensávamos no que seria de ti, em pleno inverno.
— Quanta amabilidade! — exclamou Hans. — Pensei que me tivésseis esquecido.
— Hans! Francamente... Como podes falar desta maneira? — disse o moleiro. — Na verdadeira amizade não há esquecimento. É isso que há de mais admirável. Temo, porém, que não compreendas a poesia da amizade... Mas, voltando às flores, que belas estão!
— Sim, estão muito bonitas — respondeu Hans. — Vou levá-las ao mercado, onde as venderei à filha do burgomestre e, com esse dinheiro, comprarei outra vez o meu carrinho de mão.
— Queres dizer que o vendeste, então? Foi uma tolice.
— Certamente. Mas o fato é que me vi obrigado a fazê-lo. O inverno foi muito rigoroso... e eu fiquei sem dinheiro para comprar pão. Vendi, primeiramente, os botões de prata de meu traje dos domingos; depois, me desfiz da corrente de prata que recebi do vovô e, em seguida, vendi a minha flauta. Por último, vendi o meu carrinho. Agora, porém, vou resgatar tudo.
— Hans — disse o moleiro — dar-te-ei o meu carrinho de mão. Não está em muito bom estado. Um dos lados está precisando de reparo, mas, apesar disso, te darei. Sei que é muita generosidade de minha parte e que a muita gente isso parecerá uma loucura, mas não sou como os outros. Estou em que a generosidade é a essência da amizade e, além disso, comprei um carrinho novo. Portanto, podes ficar tranquilo... dar-te-ei o meu carrinho.
— Obrigado, és muito generoso — disse o pequeno Hans. — Posso consertá-lo muito bem porque tenho aqui uma tábua.
— Uma tábua! — exclamou o moleiro. — Muito bem! Isso é juntamente o que necessito para o teto do meu estábulo. Há uma fenda que é preciso tapar. Muito bem, eis uma bela oportunidade de me prestares um serviço. Realmente, uma boa ação é sempre bem recompensada. Dei-te o meu carrinho e, agora, dás-me a tua tábua. É claro que o carrinho vale muito mais que a tábua, mas a amizade sincera não olha estas coisas. Dá-me, pois, a tua tábua e, hoje mesmo, consertarei o teto do meu estábulo.
— Pois não — replicou, solícito, o pequeno Hans.
Foi correndo ao outro jardim e trouxe uma tábua.
— Não é muito grande — disse o moleiro, examinando-a. — Creio que só dará para o reparo do teto do estábulo. Não sobrará madeira para consertares o carrinho, mas, é claro que a culpa não é minha... E, agora, que te dei o meu carrinho, penso que me poderás dar em troca umas flores. Aqui tens o cesto; procura enchê-lo quase por completo.
— Quase por completo?! — perguntou, aflito, o pequeno, vendo que o cesto era muito grande e, se o jardineiro o enchesse, não teria mais flores para levar ao mercado.
— Francamente! — exclamou o moleiro. — Uma vez que te dou o meu carrinho, não julguei que fosse muito pedir-te algumas flores. Talvez eu esteja equivocado, mas acreditava que a amizade, a verdadeira amizade, estava isenta de toda classe de egoísmo.
— Meu bom amigo, meu maior amigo — protestou o pequeno Hans —, todas as flores do meu jardim estão à tua disposição.
E correu a colher os cravos perfumosos e encher a grande cesta do moleiro das mais lindas flores de seu jardim.
— Adeus, Hans — disse o moleiro, subindo novamente a colina com a sua tábua ao ombro e a cesta cheia de flores ao braço.
— Adeus — respondeu o pequeno Hans.
E pôs-se a cavar alegremente: estava tão contente de possuir um carrinho de mão!
*
Na manhã seguinte, quando novamente estava cultivando o seu jardim, ouviu a voz do moleiro que o chamava da estrada. Trazia ao ombro um grande saco de farinha.
— Hans — disse o moleiro —, queres levar-me este saco de farinha ao mercado?
— Oh, é pena — disse Hans —, mas estou hoje muitíssimo ocupado. Tenho de regar ainda todo o jardim, de podar muitas roseiras, enfim, de fazer ainda quase todo o serviço.
— Francamente! — exclamou o moleiro. — Acreditava que, em consideração a te haver dado o meu carrinho, não te negarias a fazer-me um favor.
— Oh, sim! Eu não me nego! — protestou o pequeno Hans. — Jamais deixarei de agir como um verdadeiro amigo.
E correu a buscar o seu gorro, partindo, em seguida, com o grande saco ao ombro.
Era um dia de calor e a estrada estava muito poeirenta. Antes de alcançar o posto que marcava a sexta milha, Hans já estava tão cansado que teve de sentar-se para poder continuar depois. Chegou ao mercado, vendeu toda a farinha e voltou quase contido a casa, porque temia encontrar-se com algum salteador, se se demorasse pelo caminho.
— Que trabalho árduo! — disse consigo mesmo ao deitar-se, à noite. — Mas estou contente por não me haver negado, porque o moleiro é o meu melhor amigo e, ademais, vai dar-me o seu carrinho.
Na manhã seguinte, muito cedo, o moleiro chegou para receber o dinheiro do saco de farinha, mas o pequeno Hans estava tão fatigado que ainda não havia deixado a cama.
— Palavra! — exclamou o moleiro. — És muito preguiçoso. Quando me lembro de que te dei o meu carrinho, acho que devias trabalhar com mais ardor.
— Sinto muito — respondeu o pequeno Hans. — Eu estava tão fatigado que pensei que me havia deitado há pouco. Agora, porém, já me sinto bem.
— Bravo! — exclamou o moleiro, dando-lhe uma palmada no ombro. — Preciso que faças o reparo no teto do estábulo.
O pequeno Hans tinha grande necessidade de trabalhar no seu jardim, porque havia dois dias que não regava as suas flores, mas não quis negar-se a fazer a vontade do moleiro, que era o seu melhor amigo.
Vestiu-se, apressadamente, e acompanhou o rico moleiro ao estábulo.
Trabalhou o dia todo. Ao anoitecer, o moleiro veio verificar como iam as coisas.
— Terminaste o serviço? — perguntou ele, alegremente.
— Está quase pronto.
—  Não há trabalho melhor do que o que se faz por outro! — exclamou o moleiro. — E agora que reparaste o teto do estábulo, é melhor que voltes para casa, a fim de descansares, pois amanhã necessito de que leves os meus carneiros à montanha.
No dia seguinte, quando o pequeno Hans voltou da montanha, estava tão cansado que adormeceu em uma cadeira.
— Que tempo bom para as minhas flores — pensou ele, ao acordar. E ia trabalhar quando chegou o moleiro e lhe pediu que fosse trabalhar no seu cercado, que precisava ser cultivado. O pobre jardineiro lembrou-se de suas flores. Precisava tanto de trabalhar no seu jardim... Mas acompanhou o moleiro, consolando-se em pensar que ele era o teu melhor amigo.
— Além disso — dizia consigo mesmo —, vai dar-me o seu carrinho.
O pequeno Hans continuou trabalhando para o moleiro, e este dizia muitas coisas belas sobre a amizade, coisas que Hans copiava em seu livro verde e que relia à noite, pois amava a leitura.
*
Certa noite, estava o pequeno Hans sentado janto ao fogo, quando bateram à porta.
A noite era negríssima. O vento soprava forte. Era intenso o frio.
— Será algum pobre viajante? — disse consigo Hans, e correu para abrir a porta.
Era o moleiro que estava com uma lanterna em uma mão e sustinha com a outra as rédeas de seu belo cavalo.
— Querido Hans — gritou ele —, estou muito aflito. Meu filho caiu da escada. Está ferido. Preciso do médico. Mas ele mora tão longe daqui, e a noite está tão escura, que me lembrei de que era melhor que você fosse em meu lugar.
— Certamente — exclamou o pequeno Hans. — Alegra-me muito que tenhas lembrado de mim. Irei imediatamente. Peço-te apenas a lanterna, pois está tão escuro que eu temo cair em algum pântano.
— Sinto muitíssimo — respondeu o moleiro. — Mas é a minha lanterna nova e seria uma grande perda se voltasses sem ela.
— Bem, não falemos mais nisso! Irei sem lanterna.
A noite era tão negra que o pequeno Hans quase nada via. No entanto, depois de caminhar durante cerca de três horas, chegou à casa do médico, batendo à porta.
— Quem bate? — gritou o doutor.
— Sou eu, doutor! Hans!
— E que desejas, Hans?
— O filho do moleiro caiu de uma escada e machucou-se. Por isso, é necessário que o doutor vá até lá.
— Muito bem — replicou o médico.
Montou o seu cavalo e dirigiu-se à casa do moleiro, sendo seguido por Hans, que caminhava a pé.
Começou a chover e Hans já nada via. Finalmente, perdeu o caminho. Vagou pelo terreno baldio. A chuva aumentava mais e mais. Havia muitos lugares pantanosos e, na escuridão, Hans caiu em um pântano, afogando-se.
Todo mundo assistiu ao enterro de Hans porque ele era muito querido.
— Era eu o seu melhor amigo — dizia o moleiro. — É justo, pois, que também assista a tudo. A morte do pequeno Hans é, sem dúvida, uma grande perda para todos nós. — Sobretudo — acrescentava baixinho — para mim. Na verdade, fui muito generoso ao oferecer-lhe o meu carrinho velho e agora não sei o que fazer com ele. Está em tão mal estado que de nada me serve. Também não encontrarei a quem vendê-lo.
E voltando-se para os amigos, afirmou:
— E eu que lhe havia prometido o meu carrinho de mão! Asseguro-vos que, para o futuro, jamais darei nada a alguém. Pagam-se sempre as consequências de se ter sido generoso...

Fonte: https://www.litteratus.site/2018/09/o-amigo-devotado-oscar-wilde.html.

SESSÃO ABERTURA DE PROGRAMA DE VARIEDADES - SABADOU COM VIRGÍNIA (2024)

Sabadou com Virgínia foi um programa de variedades apresentado pelo SBT entre 6 de abril de 2024 e 21 de março de 2026.
O programa era apresentado por Virgínia Fonseca e ia ao ar aos sábados às 22h15.
Para maiores informações sobre o programa, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sabadou_com_Virginia.
Boa diversão!

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

SESSÃO SAUDADE - GLÓRIA MENEZES

A homenagem de hoje vai para Glória Menezes, uma das maiores atrizes da dramaturgia nacional, cuja carreira atravessa mais de seis décadas e acompanha a própria evolução da televisão brasileira. Nascida Nilcedes Soares de Magalhães, em Pelotas (RS), em 19 de outubro de 1934, Glória ajudou a construir a linguagem da teledramaturgia brasileira desde os primeiros anos da TV Tupi.
Ao longo da carreira, passou por diversas emissoras. Na TV Tupi, onde iniciou sua trajetória no teleteatro, estreou em novelas com “Um Lugar ao Sol” (1959), trabalho que já lhe rendeu reconhecimento. Também atuou em produções como “A Última Valsa” (1960, TV Tupi) e “O Mestiço” (1961, TV Tupi).
Na TV Excelsior, participou de produções históricas, incluindo aquela que é considerada a primeira novela diária da televisão brasileira.
Na TV Globo, onde consolidou sua trajetória a partir de 1967, brilhou em mais de 40 novelas, formando com o marido Tarcísio Meira um dos casais mais icônicos da TV brasileira. Entre suas atuações memoráveis estão: “Sangue e Areia” (1967); “Rosa Rebelde” (1969); “Irmãos Coragem” (1970); “Espelho Mágico” (1977); “Guerra dos Sexos” (1983); “Brega & Chique” (1986); “Rainha da Sucata” (1990), apenas para se mencionar algumas.
Ela deixou um legado imenso na cultura brasileira. Sua carreira foi marcada por personagens de forte personalidade, mulheres que transitavam entre a imponência, a dramaticidade e a complexidade emocional.
Ao lado de Tarcísio Meira, com quem foi casada até o falecimento dele em 2024, formou um casal modelo nas novelas da Globo, protagonizando histórias que marcaram gerações.
Obrigado, Glória Menezes, por sua imensa contribuição à arte brasileira, por sua entrega absoluta a cada personagem e por enriquecer nossa cultura com interpretações que atravessam gerações!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esta artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Glória_Menezes.
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos pequeno trecho de sua participação na novela Irmãos Coragem, ao lado do marido Tarcísio Meira.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=RefwR6osqB8

SESSÃO HUMOR

O bêbado chega ao boteco de sempre e se espanta com o dono fechando mais cedo.
— Acabou a energia — explica.
— Ué, eu vim aqui pra beber ou pra tomar choque?

Fonte: https://selecoes.ig.com.br/humor/piadas-de-bebado-para-contar-na-mesa-de-bar/.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

SESSÃO REMAKE MUSICAL - AMERICA - LINO NETO

A canção America, originalmente interpretada por Trini Lopez, é apresentada no vídeo abaixo por Lino Neto.
Boa diversão!



LETRA

Composer: Leonard Bernstein

I like to be in America
Ok by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Automobile in America
Chromium steel in America
Wire spoke wheel in America
Very big deal in America
I like the city of San Juan
I know a boat you can get on
Everyone there will give big cheer
Everyone there will have moved here
I'll drive a buick in San Juan
If there's a road you can drive on
I'll give them new washing machine
What have they got there to keep clean
Immigrant goes to America
Many helloes in America
Nobody knows in America
Puerto Rico's in America
I like the shores of America
Comfort is yours in America
Knobs on the doors in America
Wall to wall floors in America
When I will go back to San Juan
When will you shut up and get gone
Everyone there will give big cheer
Everyone there will have moved here
I'll bring a TV to San Juan
If there's a current to turn on
I'll give them new washing machine
What have they got there to keep clean

TRADUÇÃO

AMÉRICA

Compositor: Leonard Bernstein

Eu gosto de estar na América
Ok por mim na América
Tudo livre na América
Por uma pequena taxa na América
Automóvel na América
Aço cromo na América
Fio falou rodas na América
Grande negócio na América
Eu gosto da cidade de San Juan
Eu sei de um barco que você pode chegar lá
Todos haverão de dar grande saudação
Todos haverão de ter se movido daqui
Eu vou dirigir um Buick em San Juan
Se há um caminho que você pode dirigir
Vou dar-lhes uma nova máquina de lavar roupa
O que eles têm lá para manter limpo
Imigrante vai para a América
Muitos helloes na América
Ninguém sabe na América
Porto Rico está na América
Eu gosto das costas da América
Conforto é seu na América
Maçanetas das portas na América
Parede a parede piso na América
Quando eu vou voltar para San Juan
Quando você vai calar a boca e ir embora
Todos haverão de dar grande saudação
Todos haverão de ter se movido daqui
Vou trazer uma TV de San Juan
Se há uma corrente para ligar
Vou dar-lhes uma nova máquina de lavar roupa
O que eles têm lá para manter limpo

Fonte da letra e tradução: https://www.letras.mus.br/trini-lopez/909506/traducao.html

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - AMERICA - TRINI LOPEZ

A canção America, interpretada por Trini Lopez, fez parte da trilha sonora da novela Estúpido Cupido, apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 25 de agosto de 1976 a 28 de fevereiro de 1977.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: https://observatoriodatv.com.br/teledramaturgia/estupido-cupido/.
Boa diversão!



LETRA

Composer: Leonard Bernstein

I like to be in America
Ok by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Automobile in America
Chromium steel in America
Wire spoke wheel in America
Very big deal in America
I like the city of San Juan
I know a boat you can get on
Everyone there will give big cheer
Everyone there will have moved here
I'll drive a buick in San Juan
If there's a road you can drive on
I'll give them new washing machine
What have they got there to keep clean
Immigrant goes to America
Many helloes in America
Nobody knows in America
Puerto Rico's in America
I like the shores of America
Comfort is yours in America
Knobs on the doors in America
Wall to wall floors in America
When I will go back to San Juan
When will you shut up and get gone
Everyone there will give big cheer
Everyone there will have moved here
I'll bring a TV to San Juan
If there's a current to turn on
I'll give them new washing machine
What have they got there to keep clean

TRADUÇÃO

AMÉRICA

Compositor: Leonard Bernstein

Eu gosto de estar na América
Ok por mim na América
Tudo livre na América
Por uma pequena taxa na América
Automóvel na América
Aço cromo na América
Fio falou rodas na América
Grande negócio na América
Eu gosto da cidade de San Juan
Eu sei de um barco que você pode chegar lá
Todos haverão de dar grande saudação
Todos haverão de ter se movido daqui
Eu vou dirigir um Buick em San Juan
Se há um caminho que você pode dirigir
Vou dar-lhes uma nova máquina de lavar roupa
O que eles têm lá para manter limpo
Imigrante vai para a América
Muitos helloes na América
Ninguém sabe na América
Porto Rico está na América
Eu gosto das costas da América
Conforto é seu na América
Maçanetas das portas na América
Parede a parede piso na América
Quando eu vou voltar para San Juan
Quando você vai calar a boca e ir embora
Todos haverão de dar grande saudação
Todos haverão de ter se movido daqui
Vou trazer uma TV de San Juan
Se há uma corrente para ligar
Vou dar-lhes uma nova máquina de lavar roupa
O que eles têm lá para manter limpo

Fonte da letra e tradução: https://www.letras.mus.br/trini-lopez/909506/traducao.html

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - A FAMÍLIA TRAPO

A reportagem abaixo pertence à revista Contigo nr. 50, publicada em novembro de 1967.
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Boa leitura!