quinta-feira, 27 de setembro de 2012

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - PLUMAS E PAETÊS

A novela Plumas e Paetês foi apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 8 de setembro de 1980 a 25 de abril de 1981.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: www.teledramaturgia.com.br/tele/plumas.asp.
O tema musical de abertura era A Última Moda, interpretado por Ronaldo Resedá.



LETRA

A ÚLTIMA MODA

Você sabe, você sabe
Qual é a última moda da terra?
Você sabe, você sabe
O que é o grito, o que choca e o que berra?
Meu bem, agora o corte é profundo
Essa é a nova moda do mundo
Trocar de roupa é como trocar de marido
Pois o amor não vale mais que um vestido
Você sabe, você sabe
Qual é a última moda da terra?
Você sabe, você sabe
O que é o grito, o que choca e o que berra?
Saias largas, com pouca costura
Já que a última é a abertura
E se torture naquele macacão
Já que o quente é a ilusão
Muita boca, muita cara de modelo
Senão você acaba nua em pêlo
E vê se faz aquela pose ao desfilar
Quem sabe até você se torne superstar

Fonte: http://www.letras.com.br/#!ronaldo-reseda/a-ultima-moda-tema-de-plumas-e-paetes

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

RELATO DA PEÇA TEATRAL “E O VENTO NÃO LEVOU” – 22/09/1012

Neste sábado, tive o prazer de assistir mais uma vez a peça “E O Vento Não levou” com Fábio Cadôr, ator que fiz amizade e me tornei fã em Enlace, A Loja do Ourives.  A peça está em cartaz no Teatro Folha em São Paulo. No início do ano houve uma temporada da peça e devido ao grande sucesso, voltou em cartaz agora, no mês de setembro. Há uma boa indicação na Revista Veja. A peça é inspirada em fatos reais ocorridos nos bastidores do clássico “E O Vento Levou” (Eu assisti umas 4 vezes...). Fábio  Cadôr, Henrique  Stroeter, que atualmente trabalha na novela  Carrossel do SBT, Isser Korik e Luzia Meneghini dão um show de interpretação. O texto é surpreendente, inteligente e com muito humor. Mas uma dica. Para assistir a peça você tem que ter assistido ao filme antes. Assim você entenderá melhor e se divertirá muito mais!   Eu ri muito. As cenas são ótimas e muito engraçadas.  Fiquei com vontade de assistir o filme mais uma vez.
Na 1ª vez que eu fui assistir à peça fui com minha mãe e lá encontrei com os atores Marcos Lanza, Fabiano Augusto e Paulo Benevides da peça Enlace. Ficamos ao final para cumprimentar o Fábio. Neste dia ainda não sabia que o ator Henrique Stroeter era ator de Carrossel. Que mancada a minha!
Desta vez fui com algumas amigas. Combinamos durante a semana. Fui com a Vanderliza, a Tilly a Cecília e a Rosália. O Fábio me deu dois convites. Os outros nós compramos.
Não poderia deixar de ficar lá ao final da peça para agradecer o Fábio, dar um abraço e tirar mais uma foto. Ficamos eu e a Van. Aproveitamos e cumprimentamos também o ator de Carrossel Henrique Stroeter. Falamos que éramos professoras e comentamos sobre a repercussão da novela Carrossel entre nossos alunos. Ele foi muito simpático conosco! Depois conversamos um pouco com o Fábio, agradecemos os convites e tiramos fotos. Sempre muito simpático e atencioso com a gente!
Pretendo assistir a peça mais uma vez e levar outras amigas para prestigiarem este elenco afiadíssimo da peça “E O vento Não Levou”...

Relato da fã Cleusa Tófoli


FOTOS










O INFERNO DE UM ANJO - CAPÍTULO 17 - COLABORAÇÃO: PAULO SENA


O INFERNO
DE UM ANJO
Romance-folhetim



Título original:
L’enfer d’unAnge


Henriette de Tremière/o inferno de um anjo

(Texto integral) digitalizado
e revisado por Paulo Sena

Rev. G.H.
BIBLIOTECA GRANDE HOTEL

Capítulo XVII

UM PAI QUE QUER SER JUSTO

- Papai, precisa ouvir-me! Sou inocente!... Gritava Luís Paulo ao barão Ernesto, enquanto dois criados, segurando-o pelos braços, embora sem brutalidade, arrastavam-no para a porta do palácio.
- Este não é o momento para falar. - respondeu o velho, com voz severa. - Mais tarde, se pudermos ficar um instante a sós, você me dará a necessária explicação... Embora, francamente, eu pense que nada mais há a dizer entre nós!
- Está bem, papai. Mas eu afirmo ao senhor que minha consciência está tranquila.
O conde Fernando, enquanto isso, chamara Pedro, o mordomo.
- Afonso ainda não chegou?
- Não, senhor. Pegou a carruagem e partiu a toda velocidade... Mas ainda não voltou.
- Que diabo! Onde se meteu?
Mal acabara de falar e o rapaz, surgiu no vestíbulo.
- Trouxe o doutor? - avançou Fernando, ansiosamente. - Rápido! A senhorita Flora pode morrer de um momento para outro!
- Sinto - respondeu Afonso - Mas aconteceu uma desgraça...
Fernando limpou o suor frio que lhe banhava a fronte. Sua mão, branca e aristocrática, tremia visivelmente.
- Mas isso é uma maldição! Que aconteceu, agora? Por que não trouxe o doutor?...
- A carruagem ia a toda velocidade, quando de repente quebrou uma roda - contou, procurando mostrar-se muito impressionado. - Tive que voltar para apanhar outra roda que substitua a que está quebrada.
Naturalmente, o miserável mentia. Tinha simulado o acidente, para se atrasar em avisar o médico, na esperança de que, naquele meio tempo, sua vítima morresse.
Fernando, que absolutamente não conhecia a falsidade e a crueldade daquele homem, teve a impressão de que o mundo ia desabar.
- Mas precisamos do médico! Apanhe outra roda, depressa! Corra!
Enquanto o malandro se retirava, o conde Fernando e o velho pai de Luís Paulo retornaram às pressas para junto do leito onde estava Flora.
A moça permanecia imóvel, com os olhos fechados, e suas mãos estavam quase tão brancas quanto o lençol sobre o qual repousavam.
Ansiosamente, Fernando lhe tomou novamente o pulso.
- Por enquanto ainda vive... - murmurou ao barão, que ficara de pé. - Agora, estamos entregues às mãos de Deus.
Muito lentamente, a porta se abriu e apareceu o mordomo.
- Senhor conde...
- Que deseja?
- O filho do... Isto é, o homem que agrediu a senhorita Flora está fechado na biblioteca... Que devemos fazer? Chamamos a polícia?
Fernando lançou um olhar ao barão, que cerrou os punhos, mas não pronunciou palavra.
- Vá ter com ele, Ernesto... Eu... Não sei mais o que pensar. Assim que o médico chegar, chamo você.
- Fá-lo-ei apenas porque assim você o quer, Fernando, apenas por isso - respondeu o fidalgo. - Se meu filho é culpado, e tudo faz crer que sim, deverá pagar por isso, como qualquer outro delinquente.
Depois de quase uma hora de expectativa angustiosa e enervante, o médico afinal chegou, acompanhado por Afonso que, desta vez, para não despertar suspeita, tivera que cumprir mesmo o encargo de buscá-lo.
Precipitando-se ao encontro do facultativo, que era seu amigo, Fernando disse, apertando-lhe a mão:
- Desculpe se o incomodei, meu caro doutor Fabrício, mas aconteceu uma coisa terrível... A senhorita Flora foi apunhalada, no jardim! Peço-lhe que a salve! Faça tudo o que puder!
- Vamos vê-la, depressa...
- Venha... Venha. Levemo-la para um aposento aqui do andar térreo.
- A arma ainda está na ferida - explicou o conde. - Não tivemos coragem de retirá-la, com receio de que sobreviesse uma hemorragia.
- Fizeram bem.
Quando chegaram ao aposento onde estava a ferida, o facultativo ordenou:
- Tragam-me um candeeiro com muitas velas. Preciso de luz, muita luz! E depois saiam todos. Trabalharei sozinho.
Dominando o desejo de permanecer ao lado da mulher que, por sua beleza e bondade, tinha começado a amar, o conde Fernando saiu para o corredor e começou a caminhar de um lado para outro, nervoso.
Depois de longos minutos, que pareceram uma eternidade, o doutor Fabrício saiu do aposento, tendo ainda na mão o estetoscópio.
- E então, doutor? - interrogou ansiosamente Fernando. - Que é que me diz? Ela viverá?
- Espero que sim. Felizmente, a perda de sangue não foi excessiva, e depois de ter retirado a arma da ferida, pude inserir nela um tampão de gaze, que evitará que venha sangrar nas próximas horas. Naturalmente, seria melhor levá-la para um hospital, mas, pelo menos por enquanto, isso não poderá ser feito.
- O ferimento é... Muito grave?
- Não é gravíssimo, mas se demorassem mais um pouco a me chamar, poderia ser fatal. A lâmina da faca esbarrou contra uma costela, penetrando lateralmente, à esquerda do coração. Este órgão vital não foi atingido, mas infelizmente não posso dizer o mesmo do pulmão esquerdo. Assim sendo, por enquanto, temos que esperar. Se me permite, pernoitarei no palácio, para velá-la.
- Obrigado, doutor Fabrício. Não sei o que faria sem o senhor! Foi uma desgraça tão imprevista que... Quase perdi a cabeça...
- Compreendo perfeitamente, conde. Agora, porém, é oportuno que vá repousar um pouco. Olhe, tome esta pílula, é um sedativo, que o fará dormir.
- E se Flora... Piorar, passar mal?
- Neste caso, eu o acordarei, não tenha dúvida. Por ora, a jovem não voltará a si.
Embora a contragosto, o conde Fernando voltou ao salão, onde Denise ainda se encontrava. A pérfida mocinha estava terrivelmente inquieta, não tanto pelo acontecimento, já que era demasiado má para senti-lo, mas pelo que pudesse suceder a Afonso, se Flora voltasse a si e reconhecesse nele seu agressor.
Fernando a tomou amorosamente entre os braços e, enquanto a garota lhe acariciava com gesto hipócrita a têmpora grisalha, disse:
- Vá dormir, querida. Hoje você já teve emoções em demasia. Não quero que se ressinta disso.
- Mas, papai, eu quero fazer-lhe companhia!
- Não, Denise, vá. O barão Ernesto espera-me na biblioteca. É doloroso, mas devemos decidir o que fazer com seu filho!...

SESSÃO SAUDADE - IVON CURI

Um artista múltiplo, assim pode ser denominado Ivon Curi. Ator, cantor, humorista, Curi brilhou no cinema em filmes da Atlântida em que representava um tipo aristocrático meio abobalhado.
Na televisão, esteve na novela Feijão Maravilha, uma homenagem às deliciosas chanchadas da Atlântida em que Ivon brilhara e, pouco antes de sua morte, integrou a Escolinha do Professor Raimundo interpretando o gaúcho Gaudêncio ao lado do mestre Chico e seus geniais colegas, alguns dos quais fazem muita falta no humor, assim como Curi.
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: http://www.dicionariompb.com.br/ivon-curi/biografia.
Com o objetivo de homenageá-lo, selecionamos dois vídeos. No primeiro, aparece cantando o xote Sai Menina no filme Garota Enxuta de 1959. No segundo, atua na Escolinha do Professor Raimundo na pele de Gaudêncio em sua estréia no programa, provavelmente no início da década de 90.

PRIMEIRO VÍDEO



SEGUNDO VÍDEO


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=Hbkaf7AaYGE&feature=related

SESSÃO HUMOR - COLABORAÇÃO: MARI DO MURAL DA URCA


UMA RAÇA UNIDA CHAMADA HOMEM        



Ao Caro Dr. Antônio Roberto,
Psicólogo e Psicoterapeuta


Espero que possa me ajudar.

Peguei meu carro e saí pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre. Rodei pouco mais de 1 km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei, nem pude acreditar, ele estava no quarto, com a filha da vizinha!

Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22. Estamos casados há 10 anos, ele confessou que estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada. Você pode me ajudar?


Antecipadamente grata.


Patrícia




Resposta:



Cara Patrícia,


Quando um carro pára depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ocorrer devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido.
Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores. A pessoa ideal para ajudá-la seria um mecânico. Você jamais deveria voltar em casa para chamar seu marido. Ele não é mecânico. Assuma seu erro! Não repita mais isso!!!

Espero ter ajudado.

Dr. Antônio Roberto.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DA NATTY E DA LENA - COLABORAÇÃO: FERNANDA SOUZA


RELATO DA VIAGEM AO RIO E DO ENCONTRO DA GIH COM CLÁUDIO LINS

O GRANDE MOMENTO CHEGOU!! _ NADA SERÁ COMO ANTES!! ... de fato!rs

Sexta-feira: 21/09/12
O dia começou cedo, eu acordei as 05h30min da manhã, por causa da ansiedade, aproveitei que tinha que fazer exame de sangue... e logo me levantei para me arrumar... após o exame fui a psicóloga..e depois umas 11:45,cheguei em casa..tirei uma soneca..digamos..rs ...dormi até as 14H..me levantei animada..tomei um banho ao som de Cláudio Lins.
Arrumei uma pequena mala, usei o notebook e fui me arrumar... pois ainda tinha uma prova de biologia para fazer...Mas tinha que ter algo pra tentar estragar tudo... a câmera estava sem cabo para carregar... teria que viajar sem ela... e a chuva não parava... mesmo assim... fiz a prova e fui para a rodoviária... embaixo de chuva. Cheguei às 19:50 na rodoviária, embaixo de chuva... meu noivo chegou umas 20:15... compramos uns biscoitos e ficamos aguardando o ônibus... que sairia às 21:50.
Quando escutei o chamado para entrar no ônibus... fiquei animada e com receio ao mesmo tempo... medo de ocorrer algo, pois essa seria  minha primeira viagem sem ninguém da minha família por perto, apenas com meu noivo.
Fui escutando música... mas logo depois cochilei... acordei com o celular tocando... já estávamos na baixada... era a Márcia Kaplun... uma das minhas ídolas. Combinamos o horário e... como faráamos para nos ver... e ela me emprestar a câmera dela, pois meu celular é muito ruim para foto.
Chegamos na rodoviária 00:05, lanchamos e pegamos um taxi até ao apto que ficaríamos de uma tia minha. Arrumamos duas camas no chão e adormecemos... No dia seguinte a tensão tomou conta de mim, não sabia se ia conseguir comprar os ingressos e se conseguiria conhecer o muso (Cláudio Lins), fomos andando até a galeria, olhamos alguns cds em uma loja que só vende cds antigos... fomos para o andar do teatro e compramos ingressos... conseguimos dois lugares, um na fileira A e outro na B... um atrás do outro, fiquei muito animada comecei a tirar fotos na galeria com o celular mesmo, voltamos na tal loja de cds e compramos dois cds da banda ROXETTE e alguns discos de vinil para minha sogra.
Fomos para o apto, almoçamos, dormirmos um pouco e umas 18:35 comecei a me arrumar... fiquei pronta as 19H... fiquei aguardando uma sms da Márcia para pegar o endereço dela e irmos até o apto dela, fomos andando, pois era na mesma rua do nosso apto... só que mais para cima. Ela nos recebeu com um sorriso lindo... fiquei tão feliz em poder conhecer ela... a casa dela é um charme... tudo mt lindo... ficamos meia hora lá... conversando rindo, relembrando umas coisas de URCA e enfim... tiramos duas fotos e fomos para o teatro... chegamos 21H em ponto... a hora que a peça começaria... vimos uma fila e ficamos aliviados... passou uns minutos... uns dez... e só ai foram avisar que a sala da peça NADA SERÁ COMO ANTES era outra... corremos feito  loucos pela galeria até chegar a outra porta. Já havia começado, não tinha como sentar em nosso lugar, pois era lá na frente e iria atrapalhar, sentamos no canto, mas dava pra ver direitinho.
Foi lindo, tudo perfeito, os atores estavam impecáveis, principalmente o muso, claro.
Assim que terminou fomos para a entrada... aguardar a saída dos atores... passou uns 10 min e os atores começaram a sair... comecei então a ficar nervosa, sentir frio na barriga... e uma sensação muito estranha... e ela aumentou quando eu o avistei... ali... sobre a escada da sala, fiquei em choque, sem ar..rsrs, então ele desceu... e eu e meu noivo o chamamos... ele sorriu e veio falar conosco, comecei a me tremer toda... abracei ele e disse: SOU SUA FÃ... ele sorriu e adorou, falei sobre a Jessy e pedi meu autógrafo e um outro para o blog que participo (Biscoito café e novela), ele me deu um sorriso a La Claude Geraldy kk e perguntou meu nome... diz meu noivo que fiquei vermelha... rsrs então ele me entregou e notei que ele estava apressado, pedi uma foto e ele me abraçou e tiramos... aliás... a câmera que usamos é da Márcia Kaplun... kk... então nem consegui gravar o momento pra não fazer nada de errado na câmera dela. Me esqueci de dizer várias coisas que queria... afinal.são dois anos de espera... Sou fã dele desde 2004... mas só em 2010 passei a adorar mesmo... rs... enfim... ele se foi... fiquei ali... em estado de choque, meu noivo teve que me empurrar pra eu sair do lugar kkk... fomos para casa... comi um miojo e demorei a dormir... Acordei às 07H... e fiquei relembrando os momentos, arrumei o apto com meu noivo e saímos para tirar umas fotos e almoçar... tentamos ir na loja de cds novamente, mas estava fechada, almoçamos e voltamos para o apto arrumar nossas coisas e ir pra rodoviária, embarcamos 15:30 no ônibus... eu só fui melhorar do "CHOQUE" no meio da viajem rs.
Fui escutando minhas músicas preferidas na viagem... e me peguei sorrindo feito boba... enquanto escutava MOMENTOS de Noel Schajris... Chegamos em Volta Redonda às 17:30 e cá estou eu... escrevendo este relato... rsrs... espero que tenham gostado... pois eu AMEEEI... e que venham novos momentos !!