A
homenagem de hoje vai para o autor, roteirista e cronista da alma brasileira,
Manoel Carlos — o eterno Maneco, cuja sensibilidade transformou o cotidiano em
poesia televisiva.
Nascido
em 14 de março de 1933, em São Paulo, Maneco se tornou um dos maiores nomes da
teledramaturgia do país, reconhecido por seu olhar humano, suas histórias
delicadas e suas personagens femininas inesquecíveis, especialmente as muitas
Helenas que marcaram gerações.
Sua
trajetória começou ainda nos anos 1950, quando atuou e escreveu para o
teleteatro, abrindo caminho para uma carreira que atravessaria décadas e
mudaria para sempre a forma de contar histórias na TV brasileira.
Durante
os anos 1980, 1990 e 2000, Manoel Carlos conquistou o público com novelas que
retratavam a vida como ela é — com conflitos íntimos, afetos profundos e temas
sociais que mobilizaram o país, como em Laços de Família, Mulheres Apaixonadas
e Páginas da Vida.
Seu
estilo único, marcado pelo cenário do Leblon, pela força das relações
familiares e pela delicadeza dos diálogos, tornou-se assinatura e referência
para autores e espectadores.
Com
mais de seis décadas de carreira, Maneco deixou um legado imenso, afetivo e
cultural, que permanece vivo na memória de quem ama a boa dramaturgia.
Faleceu
em 10 de janeiro de 2026, aos 92 anos, mas sua obra continua iluminando a
televisão brasileira e emocionando novas gerações.
Obrigado,
Manoel Carlos, por transformar sentimentos em arte e por nos ensinar que a
vida, mesmo em suas dores, é sempre cheia de beleza!
Descanse
em paz!
Para
conhecer mais sobre sua trajetória, acesse:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_Carlos.
E como homenagem
especial, reproduzimos abaixo sua entrevista à TV UniverCidade, realizada a
três anos.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4GR7SZGLpBA
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